terça-feira, 26 de março de 2013

Fim da humilhação já! 
Linha 616.6 (Arapoanga / L2 norte-Sul): Assim não dá!
Por Tatyana Luz
A população do Arapoanga e Planaltina/DF exige fiscalização e punição às vencedoras da Dispensa Emergencial para 80 ônibus em Planaltina, quando no último dia 18/03/2013 a TCB colocou mais 10 ônibus no Arapoanga do Grupo Amaral. Será o nosso único refúgio, pois isso abre para as outras empresas continuarem a piratear em outras linhas onde já existem empresas que cumprem com suas obrigações.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Passageiros enfrentam longas filas no terminal de ônibus do Arapoanga
Por Tatyana Luz

Mais uma vez questão do Arapoanga em Planaltina/DF é divulgada, há mais de 5 anos todos os veículos de informação divulgam e nada é feito, posso até estar sendo rude, mas solicito compreensão à má qualidade de vida que minha comunidade tem em relação ao Transporte Público. Pra ilustrar a situação e hoje aqui vai o link da reportagem da Rede Globo, acerca do problema cotidiano que vivemos. Ressalto que a Grande Brasília teria sim, onibus suficiente pra não estarmos nesta situação, mas não colocam, pirateiam em outras linhas e nos deixam desatendidos. O presidente desta cooperativa Marcos José Alves Pinto ao que consta por fontes não oficiais é genro do senhor Campanella, então se isso for verdade está explicado porque nenhuma reclamação que fiz até hoje atingiu esta empresa que faz o que quer. Segue o extrato de contrato publicado no DODF 16/07/2012, pois venceram 3 lotes da Dispensa de Licitação Emergencial para 80 ônibus em Planaltina, muito solicitada por mim. Aí é mencionada como Cootransp, onde para associação formaram o Grupo Grande Brasília para terem mais veículos e conseguirm atender os contratos. Onde nunca todos estes veículos operaram em sua totalidade nas linhas as quais correspondem o contrato.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Algo mudou?!
Enviado por Tatyana Luz,
Sem comentários, a matéria abaixo é de 19/12/2009... pergunto de lá pra cá algo mudou?!
Não, apenas piorou e cada dia fica mais caótico...

SÁBADO, 19 DE DEZEMBRO DE 2009
DF: Moradores do Arapoanga reclamam do transporte público
Quem depende do serviço todos os dias diz que os ônibus não cumprem os horários e estão sempre lotados.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Viva Chávez, o comandante da Revolução Bolivariana
Por Luciana Genro
Chávez em Porto Alegre, durante o Fórum Social Mundial de 2003.
PT não convidou, Chávez queria vir. Luciana Genro e 
Roberto Robaina organizaram a vinda de Chávez ao Fórum, para uma palestra na Assembléia Legislativa. Foi um dos maiores eventos daquele Fórum. "Fizemos história!", Luciana Genro
Era janeiro de 2003. Estava completando meu segundo mandato de deputado estadual e tinha sido eleita deputada federal pela primeira vez. Articulamos na direção do MES, ainda no PT, uma proposta de convidar Hugo Chavez para vir ao Brasil. Estávamos articulando com a embaixada da Venezuela, eu e Roberto Robaina, tratando de mostrar que no Brasil havia um setor da esquerda organizada que queria saudar e seguir o caminho da revolução bolivariana. A direção do Forum Social Mundial, influenciada pela cúpula do PT, não queria convidar Chavez para vir a Porto Alegre. Mas apesar disso ele decidiu vir e atendeu nosso convite. Fizemos um grande ato na Assembléia Legislativa. Um ato militante, emocionante, com milhares de ativistas dizendo Presente! O discurso de Chavez nao poderia ter sido melhor: indicou o caminho da luta, da libertação, da revolução. Fazia alguns meses que o povo da Venezuela havia derrotado um golpe de estado patrocinado pela burguesia da Venezuela, incentivado pelo governo dos EUA e apoiado pela mídia brasileira, em especial para Rede Globo e pela Veja. Esta atividade que logramos realizar é um dos nossos maiores orgulhos. Estivemos lado a lado com Hugo Chavez, o herdeiro de Simon Bolívar, o libertador. Seguiremos lutando para honrar esta herança.

sábado, 2 de março de 2013

A FAVOR DO PSOL - Um diálogo com os militantes 
Por Luciana Genro
Neste ano completa-se 10 anos da expulsão dos parlamentares “radicais” do PT e, portanto, do processo que iniciou a criação do PSOL. Nosso partido já não é mais novato, embora ainda tenha um longo processo de amadurecimento pela frente. Temos muitos debates a fazer, divergências e polêmicas, muitas vezes duras, pois somos um partido vivo. Um partido que ao crescer depara-se com pressões e dilemas que a luta de classes nos impõe. Nosso partido caminha para um Congresso no final deste ano, no qual precisamos reafirmar as idéias que nortearam o projeto fundacional do nosso Partido. Não se trata de separar fundadores de não fundadores, ao contrário, trata-se de unir todos os que compartilham a visão do PSOL como uma alternativa às práticas nefastas que fazem da velha política um instrumento de defesa dos interesses do capital. Precisamos de RADICALIDADE para enfrentar a direita, a velha esquerda a ser superada e as falsas alternativas no meio deste caminho. 
Neste Congresso vamos reafirmar o PSOL SOCIALISTA E DE ESQUERDA. Não tergiversamos em torno destes conceitos fundamentais. Temos a convicção de que a única forma de impedir que a barbárie capitalista aniquile a humanidade é derrotar este sistema de exploração. Por isto não usamos de meias palavras. O socialismo é não só uma opção ética pela justiça social, mas também uma necessidade que se impõe pois o capitalismo produz contradições que colocam a sua superação como uma necessidade histórica. 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

SEM PALAVRAS. Os fatos por si sós respondem: nas mãos de quem está o transporte público do DF... Até quando?!
Por Tatyana Luz
O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte do DF, Wagner Canhedo, classificou a decisão do governo como um "absurdo": 
"O sindicato é contra esse absurdo que o governo está fazendo de intervir, porque é ele mesmo quem está causando essa descontinuidade e esse mau serviço prestado pelas empresas com o congelamento da tarifa há sete anos", disse. Canhedo calcula que as tarifas precisariam ser reajustadas em 50% para que o sistema se equilibre.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Falta de vergonha. Arapoanga sem ônibus, de novo!
Por Tatyana Luz

Cada vez mais me assusto quanto ao rumo do Transporte Público de Planaltina/DF, pois o descaso de nosso executivo bota cada dia mais evidente que não possui respeito algum para com os cidadãos de Planaltina/DF.
A cooperativa Grande Brasília não possui compromisso algum com o contrato de Dispensa Emergencial para 80 ônibus.
Fato: não honram nem as calças que vestem.

sábado, 23 de fevereiro de 2013




CAMPANHA DE FILIAÇÃO DO PSOL ESTÁ NAS RUAS! FILIE-SE AO PARTIDO DO SOCIALISMO E DA LIBERDADE!

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O que é a filiação?


A filiação ao PSOL é importante porque faz com que você tenha o direito de decidir sobre os rumos do partido. No momento em que você está filiado você pode participar das reuniões, plenárias e convenções, ordinárias ou não, nas instâncias partidárias.
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 Como o PSOL está organizado?

O PSOL é um partido que se constrói na base, portanto a participação do filiado se dá nos núcleos do partido, que tanto pode ser no bairro, categoria ou movimento do qual faça parte. A participação no núcleo é vital, pois deles saem às discussões que nortearão o conjunto do partido. De tempos em tempos são organizadas plenárias de núcleos com objetivo de aprofundar os debates e democratizar as decisões. Também são instâncias as Plenárias Regionais, os Encontros Estaduais e o Congresso Nacional do PSOL, que acontece de dois em dois anos.
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O que é a Militância?

Mais do que participar da vida do partido, o filiado é, antes de qualquer coisa, um militante que carrega as bandeiras de luta do partido, atuando onde quer que esteja em favor da construção do socialismo no Brasil e no mundo. Militar é ser generoso e destinar parte de seu tempo na organização da classe trabalhadora.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


Manifestantes protestam contra Renan Calheiros - Fotos

Ativistas anticorrupção antes de entregarem a lista com 1,6 milhão de assinaturas para os líderes partidários no Senado, pedindo o afastamento de Renan Calheiros da presidência da Casa
Foto: Givaldo Barbosa / O Globo
Ativistas anticorrupção antes de entregarem a lista com 1,6 milhão de assinaturas para os líderes partidários no Senado, pedindo o afastamento de Renan Calheiros
Faixa pede a renúncia de Renan Calheiros da presidência do Senado
Foto: Givaldo Barbosa / O Globo
Faixa pede a renúncia de Renan Calheiros da presidência do Senado

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Não dá para perder: conferências de Slavoj Zizek e David Harvey
Por Roberto Robaina, Presidente da Fundação Lauro Campos

Um amigo de Zizek, mais velho que ele, e creio que um dos muitos inspiradores de sua obra, o filósofo marroquino-francês Alain Badiou, falava em quatro dimensões que uniam o desejo da filosofia e o desejo da revolução. Ele dizia, citando Rimbaud, que a filosofia era uma revolta lógica. Uma revolta lógica porque combina o desejo da revolução com o desejo da racionalidade. Uma revolução no pensamento e na existência, individual e coletiva. As quatro dimensões citadas por Badiou são o desejo da revolta, o desejo da lógica, o da universalidade e o do risco. Um revolucionário deseja que o povo se levante, se erga, mas quer que isso seja feito de modo racional e eficaz, não quer a barbárie e a mera fúria. Neste sentido exige uma forma de lógica histórica. Ele quer que seja um processo universal, internacional, não fechado em objetivos nacionais, raciais e religiosos. Por fim ele assume o risco de sua posição. Então, na ligação com a revolução, a filosofia não é um mero exercício abstrato. Já com Platão tratava-se de defender o diálogo, a linguagem, o direito à argumentação. Com Hegel e Marx a dimensão da revolução ganha escala. Quem puder ir, não pode perder a conferência de Zizek “ De Hegel a Marx…e de volta a Hegel! A tradição dialética em tempos de crise”.

sábado, 16 de fevereiro de 2013


Venha para o PSOL – Um partido necessário
Atualmente em nossa sociedade uma ínfima minoria de milionários e poderosos vive explorando e oprimindo a maioria de nosso povo. Controla a economia e a política para manter e reproduzir sua vida de privilégios e de luxo. Creem que tudo tem preço, que tudo pode ser convertido em mercadoria. E todos os aparelhos do Estado, das Forças Armadas passando pelo parlamento e chegando até os grandes meios de comunicação, estão a serviço desta minoria. Não é diferente a situação dos partidos políticos. Distintas siglas defendem a mesma classe dominante. Seus líderes, deputados, senadores ou ministros defendem os interesses do capital e na maioria dos casos aceitam que até mesmo a honra seja mercantilizada. 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


A conversão política também tem impacto moral

Por Roberto Robaina, em Fundação Lauro Campos

O governador Tarso Genro escreveu um longo artigo sobre as relações entre a moral, a ética e a política. Começa suas considerações mencionando as experiências de Robespierre e dos bolcheviques russos. Como qualquer pessoa que acompanha a política hoje sabe que o PT atualmente não tem absolutamente nada que ver com as ricas experiências da revolução francesa, tampouco com a revolução russa, vou me poupar de acompanhar Tarso em suas andanças por outros tempos. Concentro-me na parte para a qual ele realmente quer nos levar em seu esforço. Diz claramente:

“ Um dos debates morais, de influência direta na política, que se trava aqui no Brasil no momento, está aberto pelo moralismo udenista, tanto promovido pela extrema esquerda anti-Lula, como pelo conglomerado demo-tucano. Trata-se da questão relacionada com a política de alianças, ou seja, a demonização do PT pela sua “abertura” na política de alianças. O ataque centra-se, principalmente, na consideração que o PT relaciona-se – para sermos delicados – com grupos e pessoas que tem métodos não republicanos de participação na gestão do Estado”.

sábado, 19 de janeiro de 2013


Fora Renan, de novo!
Por Luciana Genro

Era o início do ano de 2007 quando o PSOL gaúcho começou a campanha Fora Renan. Munidos de cartazes e adesivos, fomos para a esquina democrática, ponto tradicional do ativismo em nossa capital, e começamos a coletar assinaturas pela cassação do Senador Renan Calheiros, acusado de corrupção. Depois propusemos que a campanha fosse assumida pelo partido no Brasil inteiro, o que foi prontamente aceito pela Direção Nacional do PSOL. Assim, nosso partido foi parte importante na luta que culminou na renúncia de Renan, atitude que tomou para evitar sua cassação por improbidade, falsidade ideológica, entre outros ilícitos.


Debate: Pela anulação da Reforma da Previdência.
Com Luciana Genro.


Un pueblo que se hizo “Chávez”
Por Marea Socialista, em Aporrea
Decenas de miles de militantes chavistas se “juramentaron” Presidente el 10 de enero en Caracas. Asumieron el nuevo mandato en nombre de su comandante imposibilitado de hacerlo por la enfermedad. En una nueva muestra de lo que viene sucediendo desde el pasado 4 de octubre, día de cierre de campaña electoral de Hugo Chávez, ese jueves pudo volverse a ver la intervención activa de un pueblo que está recuperando masivamente su participación política. 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013


De qué estamos hablando:
Chávez y el liderazgo de la Revolución Bolivariana
Por Stalin Pérez Borge, Gonzalo Gómez, Juan García, Zuleika Méndez, Alexander Marín, Carlos CarcioneMilitantes de Marea Socialista, Venezuela
Son tiempos de reflexión y debate. Todavía perdura el impacto de la Cadena de Radio y Televisión de la noche del 8 de diciembre y todo lo derivado de la intervención quirúrgica del presidente Chávez. Hoy estamos todos pendientes de la evolución de la salud del Comandante y sin embargo es necesario que además de acompañarlo con toda la energía, espiritualidad y en la acción política electoral, como lo está haciendo su pueblo, nos preparemos para dar cumplimiento a los desafíos que la historia nos pone delante. Este tiempo de incertidumbres es un tiempo que no buscamos. Que no queríamos. Pero tenemos que avanzar hacia los caminos que nos ayuden a encontrar salidas a la encerrona difícil en la que la realidad ha puesto a nuestro país y a Nuestra América toda.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Para encerrar o ano
Por Luciana Genro
Linda frase de Drummond, para encerrar o ano. Se ele tem razão, e o presente é mesmo uma ponte - mesmo que ilusória - muita atenção, pois tudo o que fizermos nesta breve travessia se projetará no futuro. Nossa responsabilidade é imensa!

domingo, 23 de dezembro de 2012

A “bronca” explodiu com as festas 
Por Pedro Fuentes
Normalmente, as pessoas relaxam-se para o Natal e Ano Novo. Não é o caso da Argentina, (tampouco do México), onde em vários finais do ano temos visto que o sentimento que vem e domina são expressões de raiva, de revolta do povo com grande coragem. Isso foi nos dias de hiperinflação que levou à queda de Alfonsín em 1994, e mais em 2001 com "Argentinazo". Por que não ia ser assim em 2012, neste ano novo onde a política governamental de desapropriação do povo foi sentido fortemente? Não por acaso a capa do periódico do MST neste final de ano diz: "2012, el año del quiebre y la bronca, (raiva)”.