quinta-feira, 26 de setembro de 2013

NÃO PASSARÃO: militares expulsam comerciantes da Rodoviária com cassetetes e gás pimenta
Por Tony Gigliotti Bezerra, militante do Juntos! no Distrito Federal, publicado originalmente em Juntos!
Esta é uma denúncia de violação dos direitos humanos que ocorreu no dia 19 de agosto de 2013, aproximadamente às 19 horas, na Rodoviária do Plano Piloto, no centro de Brasília. Vendedores ambulantes de frutas foram violentamente expulsos da rodoviária pela polícia militar. Eu comecei a filmar logo depois que os policiais avançaram contra os comerciantes, destruindo os alimentos e apreendendo os pertences pessoais dos vendedores. Um policial saiu correndo atrás de um dos vendedores, que conseguiu fugir em direção ao Conic.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Fim da violência policial contra as manifestações populares!
PSOL
Diante dos atos covardes de violência e truculência praticados pela Polícia Militar do Distrito Federal contra manifestantes que protestavam nos dias 06 e 07 de setembro, usando indiscriminadamente armas que dão choques e bombas de gases tóxicos, o PSOL – Partido Socialismo e Liberdade do Distrito Federal vem a público denunciar o governador Agnelo Queiroz e a cúpula da Secretaria de Segurança como responsáveis diretos pelos atos praticados. Desde o fim da ditadura militar não vivemos tanta repressão e violência como a que assistimos na semana da pátria, em plena Capital da República.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Congresso do PSOL - Participe!
Para derrotar Randolfe e a velha política que ele tenta impor ao PSOL-DF, com PDT e PSB, Cristóvam, Rollemberg e Reguffe.
Este modelo de PSOL não nos representa e nem o Junho do povo brasileiro!
Por candidato próprio do PSOL para o GDF.
Plenária Ceilândia
Data: 08/Set/2013 - domingo
Local: Escola Classe 22 Ceilândia – QNN 06/08 Ceilândia Sul – Guariroba – Estação do metrô Ceilândia Sul – Próximo ao Supermercado Guarapari.
Horário: das 9h às 12h
Documento para participar: Identidade com foto.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Venha dar um basta à política traidora do Randolfe para o PSOL.
No próximo domingo o PSOL realiza a 3a plenária do Congresso do partido no DF. Participe e dê um basta à política que o senador Randolfe Rodrigues vem impondo ao PSOL, como verdadeira traição não apenas ao partido, mas também ao povo trabalhador e ao levante juvenil e popular de Junho.

Enquanto o povo brasileiro dizia NÃO nas ruas e redes ao governo da esquerda traidora (PT e "frente popular" de mentira, com PSB, PDT, PCdoB), Randolfe ia se encontrar com a presidenta Dilma e dar-lhe apoio. Basta de traição!

Clique para ler: Manifesto do Bloco de Esquerda com 8 Teses do Congresso do PSOL.

Participe: Congresso do PSOL - Plenária Santa Maria
Data: 01/Set/2013 - domingo
Local: Centro Educacional 310 Santa Maria – QR 310 Área Especial
Horário: das 9h às 12h
Documento para participar: Documento com identificação que tenha foto.


Sobre a 3ª Plenária de Salvador
Por Rafael Digal, Secretário Geral do DM PSOL Salvador


Companheir@s, eu estava na plenária coordenando a mesa. Cheguei cedo no local junto com a companheira Zilmar Alverita (membra da Executiva Nacional) para organizar as coisas e desde o início da reunião fomos informados de que as pessoas foram chamadas para receber as chaves do programa minha casa, minha vida. Temos gravado as pessoas levantando a mão e assumindo isso. Esse foi o primeiro tensionamento pois as pessoas vinham de uma ocupação do MSTS (racha do Movimento Sem Teto da Bahia organizado por um picareta do PT) e queriam atendida sua demanda por moradia.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Nota da TLS em apoio à pré-candidatura de Luciana Genro.
LUCIANA GENRO É NOSSA PRÉ - CANDIDATA À PRESIDENCIA DA REPÚBLICA!
No ano de 2013 o Brasil, a exemplo das grandes manifestações que vem ocorrendo no mundo (Occupy Wall Street, Primavera Árabe, os indignados da Espanha, as manifestações dos estudantes do Chile por educação pública e de qualidade) questionando a “ordem” existente, tem sido palco de muitas mobilizações. Essas mobilizações têm sido construídas, muitas vezes a partir das redes sociais com pauta extremamente difusa. Mesmo assim, percebemos que os gritos das ruas vão ao encontro de nossas bandeiras de lutas: seja pelo passe livre para estudantes e desempregados, contra a corrupção, os gastos com a Copa do Mundo de 2014, as remoções de casas de moradores pobres, o Fora Feliciano, por mais investimento em Saúde e Educação entre outras políticas básicas. É nesse cenário de efervescência das mobilizações sociais e de grande potencial de transformação social que o PSOL tem que encontrar seu caminho e se firmar como uma ferramenta a serviço da luta da classe trabalhadora.

domingo, 18 de agosto de 2013

PSOL terá candidato próprio a governador no DF?
O que acontecerá em 2014? O PSOL terá candidato próprio a governador no DF? Quem será esse candidato?
Amanhã será realizada a primeira plenária do Congresso do PSOL em Brasília. Após os levantes de junho no Brasil - que chegaram a colocar 70 mil brasilienses nas ruas, para os cerca de 20 milhões em todo Brasil, este número apurado em pesquisa da CNT- Confederação Nacional do Transporte – é um momento de definições para o Partido Socialismo e Liberdade no DF.
O Congresso é o órgão máximo do partido, em que todos os filiados têm o direito de participar do debate e decidir a política do PSOL até 2015. É o maior momento da vida interna do partido, incorrendo naquilo que os indignados chamam de democracia real. Neste modelo de democracia, qualquer filiado tem a mesma força de um deputado, senador ou presidente do partido, ou seja, cada pessoa corresponde a um voto.
Bloco de Esquerda do PSOL lança manifesto para disputa do 4o Congresso
Por um PSOL sintonizado com o avanço das lutas da juventude, das trabalhadoras, dos trabalhadores e do povo
- Manifesto do Bloco de Esquerda do PSOL
O Brasil assistiu às espetaculares manifestações populares e da juventude nas Jornadas de Junho, contra os podres poderes da República, contra o aumento de tarifas, a repressão policial, os suntuosos gastos públicos com a Copa do Mundo.

Questionando os governos, os parlamentos e todas as opressões, milhões de pessoas ocuparam as ruas, bloquearam estradas, enfrentaram a polícia. Produziu-se, pela ação massiva, uma jornada de manifestações espetaculares que mexeram nas relações de força da sociedade e abriram uma nova conjuntura mais favorável aos movimentos combativos e à oposição político-partidária de esquerda como o PSOL.

A ira de centenas de milhares de jovens atinge governos em todos os níveis e, de lá para cá, o processo não se encerrou. Continua, pois as demandas se multiplicam, a ira contra o corte nos gastos públicos e benefícios aos grandes capitalistas produz novas manifestações, greves e paralisações, lutas nas periferias e ocupações de câmaras municipais e assembleias legislativas.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Nota da Executiva Estadual do PSOL/RJ sobre o sequestro do estudante Rodrigo

No dia 25 de julho o militante do PSOL Rodrigo D’Oliveira Graça, estudante de cursinho pré-vestibular, sofreu um sequestro relâmpago. O fato aconteceu próximo a sua casa no bairro da Tijuca, quando quatro homens encapuzados o obrigaram a entrar em um carro, sem placa visível. O ameaçaram dizendo que ele serviria de exemplo, que estavam monitorando todos, que a corja do PSOL deveria sair das ruas e citaram o deputado Estadual Marcelo Freixo e o ex. deputado Babá. Os sequestradores além das ameaças rasgaram a camisa de Rodrigo e um BO que ele carregava.



terça-feira, 23 de julho de 2013

É hora do PSOL brilhar nas ruas

 De Fábio Coutinho

            As recentes mobilizações que chacoalharam as velhas estruturas e tomaram às ruas de norte a sul do país, é uma resposta à falsa estabilidade econômica do governo do PT. Vivemos um momento histórico. Onde o povo se divorcia dos velhos aparatos que por décadas foram responsáveis pela organização da juventude e dos trabalhadores, e que hoje são parte da rejeição das ruas.  As mobilizações que se espalharam por todo país  –  que foram se expandindo de forma espontânea  –  aglutinando rebeldia e indignação, é hoje um marco histórico. O movimento que está nas ruas é o símbolo de resistência à tempestade neoliberal que varreu o mundo para crise econômica e que pegou o PT em cheio.

             A instabilidade política e econômica que vivemos é o momento chave para construção de uma nova direção para o movimento de massas no Brasil. A tarefa do PSOL é afastar todo e qualquer tipo de conservadorismo que permeia nossas instâncias, e ser parte das lutas e embates políticos que se iniciam. O movimento de massas deve ter sua autonomia e nós devemos dar todo suporte e apoio. Nosso papel é ser uma alternativa política para os indignados.

             Com isso, precisaremos ser táticos para os desafios do próximo período.  O atual governo do DF, encabeçado por Agnelo Queiroz (PT/PMDB), está marcado por sua incapacidade administrativa, sua atuação à serviço das grandes empreiteiras e cercado por esquemas de corrupção. Com isso, abre um grande espaço para construção de uma alternativa de esquerda, democrática e socialista. O PSOL está preparado para esse desafio, desde 2006 estamos construindo nossa candidatura própria para o governo do DF. Tendo o Toninho do PSOL como figura porta-voz dessa construção, e sendo esse, um nome forte para a disputa de 2014.

             Precisamos estar atentos com o oportunismo. O PSB e o PDT são legendas que estiveram na base aliada do ex-governador Arruda (DEM), e se silenciaram diante da Operação Caixa de Pandora, realizado pela polícia federal para investigar o chamado mensalão do DEM. O PSB teve na época, um deputado envolvido em escândalos de corrupção e que foi posteriormente caçado. Esses mesmos partidos se retiraram da base aliada de Agnelo do PT de forma oportunista – por não verem mais perspectivas em seu governo e analisando a rejeição do povo –, optaram por se retirarem para construírem uma falsa “alternativa” para o governo do DF em 2014. O PSOL é a verdadeira alternativa! O único partido que não esteve envolvido  em nenhum desses governos anteriores. Somos um partido com total credibilidade com o povo do DF, basta analisarmos nosso crescimento desde nossa primeira candidatura em 2006, onde alcançamos 4,26% e em 2010 chegando a 14,37%.

             Para nós do MES, as mudanças reivindicadas nas ruas, não poderão vir de partidos da ordem. Partidos esses, que já tiveram a oportunidade de estar à frente do governo do DF.  Estes partidos estão procurando uma nova base aliada, para que possam encabeçar a chapa, e pintar sua velha política, com a cara da nova política. O PSOL vem crescendo no DF por ter um caráter combativo e coerente, estando nas ruas em defesa dos direitos do povo! O PSOL deve rejeitar qualquer proposta de aliança em 2014 com esses partidos. A base do PSOL não aceitará se misturar com velhas estruturas partidárias, como PSB e PDT. A conjuntura é favorável para nós, e a juventude deve conduzir esse processo. Temos que seguir engajados ao lado do povo na luta contra esse regime político,  por mudanças estruturais reais e concretas. Nossa aliança é com o povo!

             Portanto, em 2014 é o momento do PSOL se lançar como alternativa real para o governo do DF. Com uma candidatura onde o PSOL seja a cabeça da chapa e que não capitule para o oportunismo eleitoreiro. O PSOL deve ser empurrado pelas massas. É o momento do povo em especial a juventude, tomar o PSOL e empurra-lo para o radicalismo, organizando o descontentamento popular. É o momento do PSOL se colocar como organismo que busque construir uma unidade ampla com os setores desiludidos com as velhas estruturas, o PSOL deve ser a “casa” de todos os lutadores que procuram um abrigo. Muitos setores estão rompendo com as velhas estruturas e procurando alternativas políticas, o PSOL é essa alternativa, é hora do PSOL brilhar nas ruas.

sábado, 6 de julho de 2013

Primeiras conclusões sobre o levante que mudou o Brasil e nossas tarefas políticas


De Movimento Esquerda Socialista, em Luciana Genro 

1) Vivemos duas semanas de um grande levante juvenil e popular no qual o povo mostrou sua força. Tivemos mobilizações em quase todas as cidades do país. Os números foram impressionantes. Na segunda-feira, 17 de Junho, mais de 150 mil pessoas marcharam em São Paulo, pela redução da tarifa e contra a repressão policial. Na quinta seguinte, dia 20, a imprensa falou em quase dois milhões de pessoas, com epicentro no Rio de Janeiro, com mais de 700 mil presentes (algumas fontes sérias falam em mais de 1 milhão). Na semana seguinte, apesar de manifestações menores, ainda tivemos 120 mil pessoas em Belo Horizonte, 70 mil em Fortaleza, bem como dezena de milhares em várias capitais. As cidades do interior em todo o país não quiseram ficar de fora. Vários setores populares se somaram ao movimento: passeatas na Zona Leste e Sul de São Paulo, na Região de Guarulhos e ABC, nas caminhadas na Rocinha, Maré e Vidigal, no Rio de Janeiro. Este acontecimento histórico altera de modo qualitativo a situação política nacional, produzindo uma mudança de consciência de massas e colocando o ascenso das lutas sociais e políticas no centro da situação nacional. O “povo unido, jamais será vencido!”, deixou de ser uma palavra de ordem da vanguarda e virou uma conclusão evidente. Estamos mais fortes e confiantes para os próximos embates. Este é o grande saldo positivo do movimento.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Levante juvenil e popular no Brasil: O povo venceu o primeiro Round!
Documento da Coordenação Nacional do MES- Corrente Interna do PSOL

Seguir mobilizados para arrancar nossas reivindicações
Quando publicávamos este texto era noticiada a vitória da luta contra o aumento das passagens em SP e no Rio. A grande vitória que a juventude e o povo arrancaram mostrou que nosso país nunca mais será o mesmo. Apresentamos algumas das nossas posições, após este primeiro triunfo. Este é um texto inicial, incompleto, escrito no calor da luta e de seus desdobramentos.

O dia 17 de junho de 2013, a segunda-feira desta semana, entrou na história do Brasil. Foi o maior levante juvenil dos últimos 21 anos. Centenas de milhares de jovens tomaram as ruas do país. Um acontecimento que quebrou a normalidade burguesa, deixou perplexa a burguesia e sua mídia, paralisou o governo federal e grande parte dos governos estaduais, desestabilizou a democracia do capital abrindo uma nova conjuntura. É claro que esta situação é excepcional. Estamos em pleno auge deste acontecimento, escrevendo esta minuta entre a segunda-feira histórica, data do início do levante, e quinta-feira, dia 20, onde novamente o gigante, o imenso povo brasileiro vai tomar as ruas, expressando com toda força o peso do seu número, de suas demandas, de sua consciência. Uma consciência marcada, sobretudo, pelo descontentamento com as condições econômicas e sociais de existência e pela negação da política atual com sua superestrutura burguesa e burocrática, expressa, entre outras instituições, pelo Congresso Nacional e os governantes de modo geral.

quarta-feira, 19 de junho de 2013


Todo apoio e solidariedade do PSOL às manifestações populares de protesto no Distrito Federal e no Brasil
PSOL
Os protestos e as reivindicações populares que tomam conta do país são mais do que justas, diante de um quadro de sucateamento e precariedade do transporte público, onde o trabalhador brasileiro paga as mais altas tarifas por um péssimo serviço prestado. Esse é o estopim da crise e da presença de milhares de pessoas nas manifestações de ruas. Também são justas as reivindicações de mais investimentos e políticas sociais, deixados de lado em nome da Copa do Mundo. A insatisfação popular com os rumos da economia e da política fez com que a Presidente Dilma fosse vaiada no Estádio Mané Garrincha no último sábado, diante de um público de 70 mil pessoas na abertura do jogo entre o Brasil e o Japão.
As vaias também serviram para repudiar a truculência como agiu a tropa de choque da Polícia Militar, sob o comando direto do governador Agnelo Queiroz, contra os manifestantes que protestavam pacificamente do lado de fora do Mané Garrincha, já que as informações sobre o que acontecia nas imediações circularam rapidamente entre os torcedores que se encontravam dentro do Estádio, além do forte cheiro do gás lacrimogêneo das bombas jogadas pela PM contra os manifestantes, sentido por grande parte da torcida.

domingo, 16 de junho de 2013

Jovens nas ruas construindo a utopia concreta
Por Luciana Genro
A luta contra o aumento das passagens de ônibus pautou o fim de semana. Nos jornais, blogs, televisão e nas rodas de conversa o tema é obrigatório. A maioria dos analistas e principalmente dos políticos está um tanto perplexa, pois só enxerga a realidade através das pesquisas do IBOBE e achava que a estabilidade política do Brasil era um fato definitivo. Nunca poderia imaginar que os ventos da primavera árabe, dos indignados espanhóis ou dos que ocuparam Wall Street em 2011 poderiam soprar por aqui também.
Pois sopram. E nós sabíamos que iam soprar, mais cedo ou mais tarde, pois uma nova etapa está aberta. A tese do MES (Movimento Esquerda Socialista, tendência interna do PSOL) publicada em maio passado já dizia no título: “Aumenta o espaço para a construção de uma alternativa socialista e de lutas”.
O aumento das tarifas de ônibus, generalizado pelo Brasil, foi o estopim para que viesse à tona uma revolta muito mais profunda, que é mais aguda na juventude, mas que ultrapassa gerações. Não é por acaso que o problema do transporte foi o gatilho. Os R$ 0,20 de aumento parecem pouco, mas o custo do transporte pesa no bolso de quem ganha mal e os preços estão subindo de forma generalizada e mensalmente, enquanto os salários, não. Além do preço, o caos na mobilidade urbana é um problema gravíssimo. As pessoas que moram nas periferias das grandes cidades levam de uma a duas horas para chegar no local de trabalho ou estudo. Os ônibus são caros, demorados e lotados. Andar de ônibus ou metrô das 17h às 20h é um desafio. Digo por experiência própria, pois ando bastante de metrô em São Paulo e neste horário me sinto como uma sardinha enlatada.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

O PSD é nosso inimigo!
O PSOL não compartilha palanques com Kassab e Lucas Barreto!
A política oportunista do senador Randolfe e do Prefeito Clécio Luís não possui limites.
Em Macapá eles são aliados de praticamente todos os partidos existentes defendendo os interesses dos empresários, envergonhando a militância real do partido.
Após as coligações eleitorais com lulistas e demo-tucanos, Randolfe e Clecio acabam de participar do ato de filiação de Lucas Barreto ao PSD de Gilberto Kassab.
Justamente o PSD que não sendo “oposição nem situação” pode governar tanto com Dilma quanto com Alckmin. Lucas, antes dirigente do PTB de Roberto Jefferson, é um parceiro estratégico de Randolfe e sua corrente política no Amapá. Lembremos que em 2010 Randolfe fez a campanha de Lucas para governador, pelo PTB, desrespeitando a resolução nacional do PSOL sobre o caso. Em 2012, Lucas se aliou a Clécio no segundo turno na eleição para a prefeitura, e agora faz parte de sua base na Câmara Municipal de Macapá.
Repudiamos a atitude do senador Randolfe e do Prefeito Clecio, pois elas contrariam o programa e o estatuto do PSOL, além de serem incompatíveis com os princípios mais elementares de uma organização socialista como a nossa. Exigimos que a direção nacional do Partido se pronuncie sobre o caso.
CST/PSOL – Corrente Socialista dos Trabalhadores
MES/PSOL – Movimento de Esquerda Socialista
CSOL/PSOL – Coletivo Socialismo e Liberdade
APS/PSOL – Ação Popular Socialista
TLS/PSOL – Trabalhadores na Luta Socialista
LSR/PSOL – Liberdade, Socialismo e Revolução
Enlace/PSOL
13 de Junho de 2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

Grande Brasília só piora o transporte de Planaltina/DF
Por Tatyana Luz
Há muito venho reclamando acerca desta situação e esta reportagem retrata tudo aquilo que reclamo desde que esta "empresa", assumiu a emergencial de operar no Arapoanga. Isso mesmo, ônibus que eram para operar no Arapoanga e Vale do Amanhecer, operam descaradamente na linha 600 (centro de Planaltina), sem nenhum pudor, enquanto isso, nosso terminal na ida e as paradas ao longo do Plano Piloto, na volta ficam lotadas e quando aparece um ônibus, os usuários se assemelham a urubú quando visualizam um animal morto. 
Arapoanga, descaso total!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Consórcio metropolitano compreende as empresas COOTRANSP, Transporte Cidade Brasília, MCS e Rota do Sol
Por Tatyana Luz

Então... a era do coronelismo de Wagner Canhedo Filho parece ter chegado ao fim, pois nasce uma nova era com tendências muito PIORES,  apresentando MARCOS JOSE ALVES PINTO (novo coronel e promete mandar no transporte do DF e inclusive do Entorno). Muito pior, porque é genro do Direto do DFTRANS Marco Antonio Campanella, além disso a cooperativa a qual preside trabalha com um sistema totalmente inovador: Rodoviário ganha por cabeça que carrega (comissão), passageiro é considerado como Gado; quanto mais cabeças no ônibus mais lucro, pra que conforto? Não deveria nem ter banco, afinal pra que o passageiro quer pagar e ainda sentar pra ser transportado?; horários de ônibus não precisa, quanto mais gente aglomerada nas paradas mais lucro em uma única viagem... Infelizmente se este indivíduo com este consórcio, ganhar 3 Bacias como pretende... o Brasiliense irá chorar lágrimas de sangue e ainda pedir para o sistema atual "pirata irregular" retornar... POVO!!! O PIOR AINDA ESTÁ POR VIR!!! AGUARDEM: A INÉRCIA DA POPULAÇÃO SERÁ A RESPONSÁVEL!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Casamento civil igualitário é legalizado pelo CNJ
Grande luta, parabéns a tod@s @s que sentem dia-a-dia a "dor e a delícia de ser o que é".

Teses do Movimento Esquerda Socialista (Tendência Interna do PSOL) – Maio de 2013
 

Este texto explicita algumas das teses centrais do MES sobre a situação política mundial, latino-americana e nacional. Trata-se, é claro, de uma aproximação, uma primeira síntese geral cujo objetivo principal é desenvolver a discussão entre os militantes do MES e abrir o debate com todos militantes do PSOL. Acreditamos que a maior garantia de que teremos uma elaboração correta é que a mesma se desenvolva de modo coletivo, envolvendo todo o partido, com a riqueza de todas as suas particularidades e refletindo o conjunto da intervenção de sua militância.