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domingo, 23 de dezembro de 2012

A “bronca” explodiu com as festas 
Por Pedro Fuentes
Normalmente, as pessoas relaxam-se para o Natal e Ano Novo. Não é o caso da Argentina, (tampouco do México), onde em vários finais do ano temos visto que o sentimento que vem e domina são expressões de raiva, de revolta do povo com grande coragem. Isso foi nos dias de hiperinflação que levou à queda de Alfonsín em 1994, e mais em 2001 com "Argentinazo". Por que não ia ser assim em 2012, neste ano novo onde a política governamental de desapropriação do povo foi sentido fortemente? Não por acaso a capa do periódico do MST neste final de ano diz: "2012, el año del quiebre y la bronca, (raiva)”.

sábado, 29 de setembro de 2012

A ex-deputada federal e fundadora do PSOL Luciana Genro e o deputado Marcelo Freixo, candidato a prefeito do Rio de Janeiro, com Mário Agra 50500.


Marcelo Freixo, nosso candidato no Rio e Mário Agra, nosso candidato a vereador em Maceió.

sábado, 1 de setembro de 2012


Por uma nova política, Democracia Real Já!

Por Fernanda Melchionna 50500 vereadora de Porto Alegre

Por Ramiro Furquim/Sul21
É frequente vermos as pessoas dizerem que não gostam de política, e entenderem este campo de disputa como algo que não tem a ver diretamente com sua vida. Em grande parte o povo tem razão em não se identificar com a política, pois os partidos tradicionais transformaram o processo político em um verdadeiro balcão de negócios. Corrupção, negociatas, alianças sem princípios e sem programa, prioridade para os ricos, privilégios dos políticos… No entanto, a política faz parte de nossas vidas naquilo que é mais básico. Desde o preço do feijão, até os juros do cartão de crédito, passando pelo posto de saúde ou mesmo o buraco da rua são decorrências de decisões políticas e ser um “analfabeto político” só ajuda a manter as coisas como estão e os mesmos mandando e desmandando, utilizando a máquina pública como se fosse propriedade sua.

terça-feira, 24 de julho de 2012

É possível mudar São Paulo sendo coerente
Por Maurício Costa de Carvalho, em PSOL São Paulo
Caro Eduardo Guimarães,

Há alguns dias, após um debate promovido pela Revista Fórum, você escreveu uma “carta aberta” ao candidato a prefeito do PSOL em São Paulo Carlos Giannazi. Embora teça elogios pessoais ao psolista, sentimos que a ideia da “carta” é mais um esforço de tentar colar em Giannazi a pecha de “bom político, mas incapaz de governar” e assim indiretamente ocultar as imensas contradições da candidatura Haddad que você defende.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Mídia e a CPI do Cachoeira
Por Roberto Robaina - PSOL/RS
O Brasil é um país em que a mídia esconde o essencial. A Rede Globo está tentando vender a ideia de que a CPI do Carlinhos Cachoeira não tem mais razão de ser e que está perdendo qualquer produtividade na briga entre o PSDB e o PT.

segunda-feira, 9 de julho de 2012


Eu sou carioca e fecho com Marcelo Freixo
Jingle de Caetano Veloso para Marcelo Freixo PSOL 50 Prefeito
Por Roberto Robaina
"pois a cidade está vendida
e o povo está vendado
alegria de mentira
passa no noticiário
mas eu não sou otário
e eu quero entender
a verdade que se passa
mas não passa na TV
Então eu não aceito
Eu não me rebaixo
O buraco está ficando 
cada vez mais para baixo"


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Caetano Veloso - Nanda e Freixo

 (Marcelo) Freixo se impôs por sua capacidade de mudar o tom do ambiente político do Rio

 

Fernanda Torres, um fenômeno de talento cênico, impressiona também pela lucidez com que pensa, fala e escreve. Eu, que aqui exponho tão repetidas vezes os males de uma tradição retórica fincada no barroco do Padre Antônio Vieira, invejo a clareza dela. Num artigo seu que acabo de ler na “Folha de S.Paulo”, Nanda fecha a lúcida apreciação que fez do encontro em torno de Marcelo Freixo, pré-candidato à Prefeitura do Rio, a que ela foi convidada, com a constatação de que “o problema é que a política não tem centro”. Ela estava se referindo à dificuldade de se decidir por um candidato que parece recusar-se a se abrir ao interesse privado, quando os que não temem parecer presa destes se mostram dinâmicos e positivos. Em suma, ela (que descrê da força da opinião de artistas sobre os eleitores) compara a reunião com Freixo a outra a que também compareceu e que se dava em torno de Sérgio Cabral. Ficou-lhe a impressão de que Freixo representaria a militância imaculada e o isolamento, ao passo que Cabral (“apesar de e por causa de Paris”) seria mais realista.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Feliz 2012 
Amigos do Centro Histórico de Planaltina
2011 foi um ano valoroso para os Amigos do Centro Histórico. Escolhemos duas fotos representativas do ano que se finda e do que vai começar. A primeira é de uma criança que em visita a exposição “Objetos de uma Folia” identificou a mãe no mural de fotos. Esse é o presente idealizado por nós quanto ao MHAP-Museu Histórico e Artístico de Planaltina: que todo cidadão de Planaltina se sinta representado quanto ao seu valor na história da cidade. A segunda é das obras de coleta de material para exame do solo ao redor da Igrejinha para avaliar a sua estrutura. Esse é o futuro: lutar pela restauração da Igrejinha São Sebastião assim como de todo o patrimônio arquitetônico de Planaltina como forma de manter todo o contexto histórico passado, presente e futuro. É dever de todo cidadão preservar seu patrimônio. Planaltina é um lugar nobre, mas esquecido, mutilado e nossa memória dilapidada. Precisamos mudar nossas cabeças e vislumbrar um futuro próximo, com Planaltina vista pela sua tendência natural que é o turismo seja cívico, histórico, de aventura, religioso, etc. Obrigada aos parceiros, sigamos juntos... Feliz 2012...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Via Campesina ocupa Ministério da Fazenda em Brasília
A Via Campesina Brasil ocupou, na manhã desta terça-feira (23/08), o Ministério da Fazenda em Brasília, com quatro mil trabalhadores rurais.
As principais pautas trabalhadas pelo Movimento refere-se à questão das dívidas dos pequenos agricultores, cujo valor chega a R$ 30 bilhões, de acordo com o Ministério da Fazenda, e o contingenciamento do orçamento do Incra, em que os R$ 530 milhões destinados para promover desapropriações de terras para este ano já foram totalmente executados. O cenário para 2012 é ainda pior: está previsto um corte de R$ 65 milhões, segundo dados do próprio Incra, com o orçamento despencando para R$ 465 milhões.