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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Notas sobre Líbia, o imperialismo e a revolução árabe
Por Pedro Fuentes (*)
Os combatentes rebeldes líbios, já apoiados por uma grande parte da população de Trípoli, estão acabando com os últimos focos de resistência de Gaddafi. Trata-se de um novo triunfo, mais um da revolução que se desenvolveu no mundo árabe a partir do começo do ano e que seguramente se estenderá a Síria, Iêmen, Marrocos, Argélia. Nosso partido não pode se confundir de maneira nenhuma dando apoio – mesmo que crítico – a Gaddafi ou Bashar al Asad. Nós, que defendemos as bandeiras do “socialismo e da liberdade” ficaríamos do lado oposto às revoluções democráticas, que estão comovendo o mundo e a dominação imperialista.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Giddens e Kaddafi

Se o Estado é braço armado do capital (este não se sustenta um dia sem o apoio daquele), a universidade é seu braço ideológico.

Um dia Stanley Aronowitz ('The kowledge factory', 2000) disse que economistas, assim como sociólogos e cientistas políticos são, com poucas exceções, servos intelectuais do poder e técnicos de controle social na medida em que dão legitimidade científica a políticas.
Antes, Charles Wright Mills ('The sociological imagination', 1959) dissera que eles podem fazê-lo porque suas teorias servem de várias formas à justificação ideológica da autoridade; pesquisas com fins burocráticos tornam a autoridade mais efetiva e mais eficiente ao provê-la com informação.
Sir Anthony Giddens e seus 'fellows' parecem ter dado um passo a mais nessa direção já estabelecida.

Por Daniel Bin

Da terceira Via ao beco sem saída: Anthony Giddens e a London School of Economics se enrolam no apoio à família Kaddafi

De CartaCapital - Gianni Carta, 14 de março de 2011 às 10:34h