As jornadas de junho, a repressão e as provocações anarquistas (sobre a defesa de Lucas)
Por Roberto Robaina
As jornadas de junho mudaram o Brasil. Já tem se falado muito sobre isso e continuaremos falando, debatendo, escrevendo. No nosso caso, mais do que isso, buscaremos ser fieis a estas jornadas, ao que denominamos a revolta de junho. Sua importância foi histórica. Tanto é assim que uma hipótese de trabalho é que tenha se aberto no país uma situação pré-revolucionária ou pelo menos tenha se fortalecido as tendências nesta direção. O certo é que toda a situação inevitavelmente se transforma com uma razoável intensidade quando milhões de pessoas irrompem na cena pública, quando ruas e praças são tomadas por marchas, passeatas e protestos.
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Congresso do PSOL - Participe!
Para derrotar Randolfe e a velha política que ele tenta impor ao PSOL-DF, com PDT e PSB, Cristóvam, Rollemberg e Reguffe.
Este modelo de PSOL não nos representa e nem o Junho do povo brasileiro!
Por candidato próprio do PSOL para o GDF.
Plenária Ceilândia
Data: 08/Set/2013 - domingo
Local: Escola Classe 22 Ceilândia – QNN 06/08 Ceilândia Sul – Guariroba – Estação do metrô Ceilândia Sul – Próximo ao Supermercado Guarapari.
Horário: das 9h às 12h
Documento para participar: Identidade com foto.
Este modelo de PSOL não nos representa e nem o Junho do povo brasileiro!
Por candidato próprio do PSOL para o GDF.
Plenária Ceilândia
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domingo, 18 de agosto de 2013
Bloco de Esquerda do PSOL lança manifesto para disputa do 4o Congresso
Por um PSOL sintonizado com o avanço das lutas da juventude, das trabalhadoras, dos trabalhadores e do povo
- Manifesto do Bloco de Esquerda do PSOL
O Brasil assistiu às espetaculares manifestações populares e da juventude nas Jornadas de Junho, contra os podres poderes da República, contra o aumento de tarifas, a repressão policial, os suntuosos gastos públicos com a Copa do Mundo.
Questionando os governos, os parlamentos e todas as opressões, milhões de pessoas ocuparam as ruas, bloquearam estradas, enfrentaram a polícia. Produziu-se, pela ação massiva, uma jornada de manifestações espetaculares que mexeram nas relações de força da sociedade e abriram uma nova conjuntura mais favorável aos movimentos combativos e à oposição político-partidária de esquerda como o PSOL.
A ira de centenas de milhares de jovens atinge governos em todos os níveis e, de lá para cá, o processo não se encerrou. Continua, pois as demandas se multiplicam, a ira contra o corte nos gastos públicos e benefícios aos grandes capitalistas produz novas manifestações, greves e paralisações, lutas nas periferias e ocupações de câmaras municipais e assembleias legislativas.
Por um PSOL sintonizado com o avanço das lutas da juventude, das trabalhadoras, dos trabalhadores e do povo
- Manifesto do Bloco de Esquerda do PSOL
O Brasil assistiu às espetaculares manifestações populares e da juventude nas Jornadas de Junho, contra os podres poderes da República, contra o aumento de tarifas, a repressão policial, os suntuosos gastos públicos com a Copa do Mundo.
Questionando os governos, os parlamentos e todas as opressões, milhões de pessoas ocuparam as ruas, bloquearam estradas, enfrentaram a polícia. Produziu-se, pela ação massiva, uma jornada de manifestações espetaculares que mexeram nas relações de força da sociedade e abriram uma nova conjuntura mais favorável aos movimentos combativos e à oposição político-partidária de esquerda como o PSOL.
A ira de centenas de milhares de jovens atinge governos em todos os níveis e, de lá para cá, o processo não se encerrou. Continua, pois as demandas se multiplicam, a ira contra o corte nos gastos públicos e benefícios aos grandes capitalistas produz novas manifestações, greves e paralisações, lutas nas periferias e ocupações de câmaras municipais e assembleias legislativas.
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sábado, 6 de julho de 2013
Primeiras conclusões sobre o levante que mudou o Brasil e nossas tarefas políticas
De Movimento Esquerda Socialista, em Luciana Genro
1) Vivemos duas semanas de um grande levante juvenil e popular no qual o povo mostrou sua força. Tivemos mobilizações em quase todas as cidades do país. Os números foram impressionantes. Na segunda-feira, 17 de Junho, mais de 150 mil pessoas marcharam em São Paulo, pela redução da tarifa e contra a repressão policial. Na quinta seguinte, dia 20, a imprensa falou em quase dois milhões de pessoas, com epicentro no Rio de Janeiro, com mais de 700 mil presentes (algumas fontes sérias falam em mais de 1 milhão). Na semana seguinte, apesar de manifestações menores, ainda tivemos 120 mil pessoas em Belo Horizonte, 70 mil em Fortaleza, bem como dezena de milhares em várias capitais. As cidades do interior em todo o país não quiseram ficar de fora. Vários setores populares se somaram ao movimento: passeatas na Zona Leste e Sul de São Paulo, na Região de Guarulhos e ABC, nas caminhadas na Rocinha, Maré e Vidigal, no Rio de Janeiro. Este acontecimento histórico altera de modo qualitativo a situação política nacional, produzindo uma mudança de consciência de massas e colocando o ascenso das lutas sociais e políticas no centro da situação nacional. O “povo unido, jamais será vencido!”, deixou de ser uma palavra de ordem da vanguarda e virou uma conclusão evidente. Estamos mais fortes e confiantes para os próximos embates. Este é o grande saldo positivo do movimento.
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Casamento civil igualitário é legalizado pelo CNJ
Grande luta, parabéns a tod@s @s que sentem dia-a-dia a "dor e a delícia de ser o que é".
Grande luta, parabéns a tod@s @s que sentem dia-a-dia a "dor e a delícia de ser o que é".
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Teses do Movimento Esquerda Socialista (Tendência Interna do PSOL) – Maio de 2013
Este texto explicita algumas das teses centrais do MES sobre a situação política mundial, latino-americana e nacional. Trata-se, é claro, de uma aproximação, uma primeira síntese geral cujo objetivo principal é desenvolver a discussão entre os militantes do MES e abrir o debate com todos militantes do PSOL. Acreditamos que a maior garantia de que teremos uma elaboração correta é que a mesma se desenvolva de modo coletivo, envolvendo todo o partido, com a riqueza de todas as suas particularidades e refletindo o conjunto da intervenção de sua militância.
Este texto explicita algumas das teses centrais do MES sobre a situação política mundial, latino-americana e nacional. Trata-se, é claro, de uma aproximação, uma primeira síntese geral cujo objetivo principal é desenvolver a discussão entre os militantes do MES e abrir o debate com todos militantes do PSOL. Acreditamos que a maior garantia de que teremos uma elaboração correta é que a mesma se desenvolva de modo coletivo, envolvendo todo o partido, com a riqueza de todas as suas particularidades e refletindo o conjunto da intervenção de sua militância.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Grã Bretanha: Chamamento a criar um partido de esquerda
Por Ken Loach, Kate Hudson, Gilbert Achcar, em Fundação Lauro Campos
The Spirit of ´45 (O espírito de 45), o novo filme de Ken Loach é um documentário, baseado em imagens de arquivo, que relata o nascimento do Estado de bem-estar social no Reino Unido no fim da guerra, sob o mandato do governo laborista de Clement Attlee. Aquele período esteve marcado por uma onda de nacionalizações sem precedentes – e sem equivalência nos países ocidentais – assim como pela criação do NHS, (o sistema público de saúde), entre outras coisas.
Por Ken Loach, Kate Hudson, Gilbert Achcar, em Fundação Lauro Campos
The Spirit of ´45 (O espírito de 45), o novo filme de Ken Loach é um documentário, baseado em imagens de arquivo, que relata o nascimento do Estado de bem-estar social no Reino Unido no fim da guerra, sob o mandato do governo laborista de Clement Attlee. Aquele período esteve marcado por uma onda de nacionalizações sem precedentes – e sem equivalência nos países ocidentais – assim como pela criação do NHS, (o sistema público de saúde), entre outras coisas.
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terça-feira, 7 de maio de 2013
Como o diabo gosta
Por APS, CSOL, CST, CRS, Ecossol, Enlace, LSR, MES, TLS, TR
CAMPO DE ESQUERDA NO DNPSOL PEDE SAÍDA DE RANDOLFE DO BLOCO DO GOVERNO NO SENADO. Oposição Programática de Esquerda em níveis Federal, Estadual e Municipal.
Veja o projeto de resolução que o Campo de Esquerda do PSOL apresentou ao Diretório Nacional do PSOL em 27 e 28 de abril. Entre outras propostas de luta, defendemos a saída do senador Randolfe Rodrigues da base governista no Senado, da qual ele faz parte junto com PT, PCdoB, PDT, PSB e o PRB.
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CAMPO DE ESQUERDA NO DNPSOL PEDE SAÍDA DE RANDOLFE DO BLOCO DO GOVERNO NO SENADO. Oposição Programática de Esquerda em níveis Federal, Estadual e Municipal.
Veja o projeto de resolução que o Campo de Esquerda do PSOL apresentou ao Diretório Nacional do PSOL em 27 e 28 de abril. Entre outras propostas de luta, defendemos a saída do senador Randolfe Rodrigues da base governista no Senado, da qual ele faz parte junto com PT, PCdoB, PDT, PSB e o PRB.
sábado, 2 de março de 2013
A FAVOR DO PSOL - Um diálogo com os militantes
Por Luciana Genro
Neste ano completa-se 10 anos da expulsão dos parlamentares “radicais” do PT e, portanto, do processo que iniciou a criação do PSOL. Nosso partido já não é mais novato, embora ainda tenha um longo processo de amadurecimento pela frente. Temos muitos debates a fazer, divergências e polêmicas, muitas vezes duras, pois somos um partido vivo. Um partido que ao crescer depara-se com pressões e dilemas que a luta de classes nos impõe. Nosso partido caminha para um Congresso no final deste ano, no qual precisamos reafirmar as idéias que nortearam o projeto fundacional do nosso Partido. Não se trata de separar fundadores de não fundadores, ao contrário, trata-se de unir todos os que compartilham a visão do PSOL como uma alternativa às práticas nefastas que fazem da velha política um instrumento de defesa dos interesses do capital. Precisamos de RADICALIDADE para enfrentar a direita, a velha esquerda a ser superada e as falsas alternativas no meio deste caminho.
Neste Congresso vamos reafirmar o PSOL SOCIALISTA E DE ESQUERDA. Não tergiversamos em torno destes conceitos fundamentais. Temos a convicção de que a única forma de impedir que a barbárie capitalista aniquile a humanidade é derrotar este sistema de exploração. Por isto não usamos de meias palavras. O socialismo é não só uma opção ética pela justiça social, mas também uma necessidade que se impõe pois o capitalismo produz contradições que colocam a sua superação como uma necessidade histórica.
Por Luciana Genro
Neste ano completa-se 10 anos da expulsão dos parlamentares “radicais” do PT e, portanto, do processo que iniciou a criação do PSOL. Nosso partido já não é mais novato, embora ainda tenha um longo processo de amadurecimento pela frente. Temos muitos debates a fazer, divergências e polêmicas, muitas vezes duras, pois somos um partido vivo. Um partido que ao crescer depara-se com pressões e dilemas que a luta de classes nos impõe. Nosso partido caminha para um Congresso no final deste ano, no qual precisamos reafirmar as idéias que nortearam o projeto fundacional do nosso Partido. Não se trata de separar fundadores de não fundadores, ao contrário, trata-se de unir todos os que compartilham a visão do PSOL como uma alternativa às práticas nefastas que fazem da velha política um instrumento de defesa dos interesses do capital. Precisamos de RADICALIDADE para enfrentar a direita, a velha esquerda a ser superada e as falsas alternativas no meio deste caminho.
Neste Congresso vamos reafirmar o PSOL SOCIALISTA E DE ESQUERDA. Não tergiversamos em torno destes conceitos fundamentais. Temos a convicção de que a única forma de impedir que a barbárie capitalista aniquile a humanidade é derrotar este sistema de exploração. Por isto não usamos de meias palavras. O socialismo é não só uma opção ética pela justiça social, mas também uma necessidade que se impõe pois o capitalismo produz contradições que colocam a sua superação como uma necessidade histórica.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Não dá para perder: conferências de Slavoj Zizek e David Harvey
Por Roberto Robaina, Presidente da Fundação Lauro Campos
Um amigo de Zizek, mais velho que ele, e creio que um dos muitos inspiradores de sua obra, o filósofo marroquino-francês Alain Badiou, falava em quatro dimensões que uniam o desejo da filosofia e o desejo da revolução. Ele dizia, citando Rimbaud, que a filosofia era uma revolta lógica. Uma revolta lógica porque combina o desejo da revolução com o desejo da racionalidade. Uma revolução no pensamento e na existência, individual e coletiva. As quatro dimensões citadas por Badiou são o desejo da revolta, o desejo da lógica, o da universalidade e o do risco. Um revolucionário deseja que o povo se levante, se erga, mas quer que isso seja feito de modo racional e eficaz, não quer a barbárie e a mera fúria. Neste sentido exige uma forma de lógica histórica. Ele quer que seja um processo universal, internacional, não fechado em objetivos nacionais, raciais e religiosos. Por fim ele assume o risco de sua posição. Então, na ligação com a revolução, a filosofia não é um mero exercício abstrato. Já com Platão tratava-se de defender o diálogo, a linguagem, o direito à argumentação. Com Hegel e Marx a dimensão da revolução ganha escala. Quem puder ir, não pode perder a conferência de Zizek “ De Hegel a Marx…e de volta a Hegel! A tradição dialética em tempos de crise”.
Por Roberto Robaina, Presidente da Fundação Lauro Campos
Um amigo de Zizek, mais velho que ele, e creio que um dos muitos inspiradores de sua obra, o filósofo marroquino-francês Alain Badiou, falava em quatro dimensões que uniam o desejo da filosofia e o desejo da revolução. Ele dizia, citando Rimbaud, que a filosofia era uma revolta lógica. Uma revolta lógica porque combina o desejo da revolução com o desejo da racionalidade. Uma revolução no pensamento e na existência, individual e coletiva. As quatro dimensões citadas por Badiou são o desejo da revolta, o desejo da lógica, o da universalidade e o do risco. Um revolucionário deseja que o povo se levante, se erga, mas quer que isso seja feito de modo racional e eficaz, não quer a barbárie e a mera fúria. Neste sentido exige uma forma de lógica histórica. Ele quer que seja um processo universal, internacional, não fechado em objetivos nacionais, raciais e religiosos. Por fim ele assume o risco de sua posição. Então, na ligação com a revolução, a filosofia não é um mero exercício abstrato. Já com Platão tratava-se de defender o diálogo, a linguagem, o direito à argumentação. Com Hegel e Marx a dimensão da revolução ganha escala. Quem puder ir, não pode perder a conferência de Zizek “ De Hegel a Marx…e de volta a Hegel! A tradição dialética em tempos de crise”.
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
Venha para o PSOL – Um partido necessário
Atualmente em nossa sociedade uma ínfima minoria de milionários e poderosos vive explorando e oprimindo a maioria de nosso povo. Controla a economia e a política para manter e reproduzir sua vida de privilégios e de luxo. Creem que tudo tem preço, que tudo pode ser convertido em mercadoria. E todos os aparelhos do Estado, das Forças Armadas passando pelo parlamento e chegando até os grandes meios de comunicação, estão a serviço desta minoria. Não é diferente a situação dos partidos políticos. Distintas siglas defendem a mesma classe dominante. Seus líderes, deputados, senadores ou ministros defendem os interesses do capital e na maioria dos casos aceitam que até mesmo a honra seja mercantilizada.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
A conversão política também tem impacto moral
Por Roberto Robaina, em Fundação Lauro Campos
O governador Tarso Genro escreveu um longo artigo sobre as relações entre a moral, a ética e a política. Começa suas considerações mencionando as experiências de Robespierre e dos bolcheviques russos. Como qualquer pessoa que acompanha a política hoje sabe que o PT atualmente não tem absolutamente nada que ver com as ricas experiências da revolução francesa, tampouco com a revolução russa, vou me poupar de acompanhar Tarso em suas andanças por outros tempos. Concentro-me na parte para a qual ele realmente quer nos levar em seu esforço. Diz claramente:
“ Um dos debates morais, de influência direta na política, que se trava aqui no Brasil no momento, está aberto pelo moralismo udenista, tanto promovido pela extrema esquerda anti-Lula, como pelo conglomerado demo-tucano. Trata-se da questão relacionada com a política de alianças, ou seja, a demonização do PT pela sua “abertura” na política de alianças. O ataque centra-se, principalmente, na consideração que o PT relaciona-se – para sermos delicados – com grupos e pessoas que tem métodos não republicanos de participação na gestão do Estado”.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
De qué estamos hablando:
Chávez y el liderazgo de la Revolución Bolivariana
Por Stalin Pérez Borge, Gonzalo Gómez, Juan García, Zuleika Méndez, Alexander Marín, Carlos Carcione - Militantes de Marea Socialista, Venezuela
Son tiempos de reflexión y debate. Todavía perdura el impacto de la Cadena de Radio y Televisión de la noche del 8 de diciembre y todo lo derivado de la intervención quirúrgica del presidente Chávez. Hoy estamos todos pendientes de la evolución de la salud del Comandante y sin embargo es necesario que además de acompañarlo con toda la energía, espiritualidad y en la acción política electoral, como lo está haciendo su pueblo, nos preparemos para dar cumplimiento a los desafíos que la historia nos pone delante. Este tiempo de incertidumbres es un tiempo que no buscamos. Que no queríamos. Pero tenemos que avanzar hacia los caminos que nos ayuden a encontrar salidas a la encerrona difícil en la que la realidad ha puesto a nuestro país y a Nuestra América toda.
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
PSOL encontra esquerda anticapitalista grega
Por Fundação Lauro Campos, em 18 de dezembro de 2012
No dia 17 de dezembro, em São Paulo, aconteceu o encontro de delegações entre o PSOL e a Syriza- Esquerda radical grega, para discutir iniciativas e projetos comuns. A reunião foi parte do esforço que Syriza faz de ampliar seu leque de relações internacionais, especialmente na América Latina, destino prioritário desta sua agenda. No Brasil, foram marcados encontros institucionais com Partidos, Movimentos, Centrais Sindicais, dentre esses o PSOL.
Por Fundação Lauro Campos, em 18 de dezembro de 2012
No dia 17 de dezembro, em São Paulo, aconteceu o encontro de delegações entre o PSOL e a Syriza- Esquerda radical grega, para discutir iniciativas e projetos comuns. A reunião foi parte do esforço que Syriza faz de ampliar seu leque de relações internacionais, especialmente na América Latina, destino prioritário desta sua agenda. No Brasil, foram marcados encontros institucionais com Partidos, Movimentos, Centrais Sindicais, dentre esses o PSOL.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Um Diretório Nacional que não reflete a maioria da militância do PSOL.
Informe do Diretório Nacional construído pelo Bloco de Esquerda do PSOL.
O Diretório Nacional do PSOL se reuniu no último final de semana em São Paulo. Foi sua primeira reunião depois das eleições, e a segunda reunião em todo o ano. O seu funcionamento precário ficou evidente já no atraso da reunião, que começou apenas às 18 horas da tarde de sábado, quando a esmagadora maioria dos dirigentes já se encontrava no local, prontos para reunir, desde a manhã do sábado. Da mesma forma, a Executiva reuniu-se apenas às 15:30 horas da tarde de sábado, quando estava convocada para a noite de sexta-feira e novamente convocada para o sábado às 10:30. Os membros do DN que assinam esta nota esperavam desde as 10:30 da manhã. Estes atrasos, contudo, não foram sem motivo.
Informe do Diretório Nacional construído pelo Bloco de Esquerda do PSOL.
O Diretório Nacional do PSOL se reuniu no último final de semana em São Paulo. Foi sua primeira reunião depois das eleições, e a segunda reunião em todo o ano. O seu funcionamento precário ficou evidente já no atraso da reunião, que começou apenas às 18 horas da tarde de sábado, quando a esmagadora maioria dos dirigentes já se encontrava no local, prontos para reunir, desde a manhã do sábado. Da mesma forma, a Executiva reuniu-se apenas às 15:30 horas da tarde de sábado, quando estava convocada para a noite de sexta-feira e novamente convocada para o sábado às 10:30. Os membros do DN que assinam esta nota esperavam desde as 10:30 da manhã. Estes atrasos, contudo, não foram sem motivo.
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sábado, 17 de novembro de 2012
Luciana Genro fala para militância: por um PSOL de luta, independente, classista, democrático e socialista.
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Luciana Genro escreve para jornalista Fernando Rodrigues, que entrevistou Clécio Luís.
Por Luciana Genro, em Facebook.
- Compartilho com vocês a carta que enviei ao jornalista Fernando Rodrigues, da Folha de São Paulo, que recentemente entrevistou o Clécio Luís, com algumas considerações,
Prezado Fernando Rodrigues,
Gostaria de fazer algumas considerações sobre a entrevista que o prefeito eleito Clécio Luís lhe concedeu no programa Poder e Política. Antes de mais nada registro minha avaliação de que o PSOL obteve uma grande vitória política e eleitoral. Nosso partido está ligado ao povo para poder cumprir seu dever de impulsionar as lutas sociais pelas demandas necessárias para melhorar a vida. Num momento em que o capitalismo encontra-se em crise e despejando sobre os trabalhadores, jovens e aposentados o peso desta crise, é decisivo avançar na mesma direção pela qual fundamos o PSOL: organizar um partido por uma nova política, conectada com as lutas anticapitalistas, independente, democrático e socialista.
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Proposta de Resolução que contou com 7 votos na Executiva do PSOL*
As eleições de 2012 foram um momento de vitória política e eleitoral para o PSOL. Obteve 2,39 milhões de votos para candidatos a prefeito no primeiro turno, superando partidos tradicionais como PV e PCdoB. Saiu politicamente mais respeitado, ampliou sua bancada de veradores/as, elegeu seu primeiro prefeito no primeiro turno e foi ao segundo turno em duas capitais. Isto foi viabilizado tanto pela ação do próprio partido como por uma conjuntura mais favorável que a de 2008. Ainda que tenha havido diversidade nas campanhas, elas em geral foram feitas pela esquerda, diferenciando o PSOL tanto dos partidos da direita tradicional quanto dos partidos do bloco de sustentação do governo federal. A visibilidade do PSOL cresceu muito, e ele se tornou um partido atrativo para uma parcela importante da população, especialmente uma grande parte da juventude. Ao mesmo tempo em que isto abre boas possibilidades para a construção do PSOL como partido socialista e para o desenvolvimento de um projeto de socialismo, impõe também novas responsabilidades. As ações do PSOL passam a estar muito mais sob o escrutínio da população.
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Informações da Grécia
Por Syriza, traduzido por Luciana Genro
Traduzo para todos o informe que acabo de receber direto da Grécia, dos companheiros da Syriza, sobre a luta em curso!
Hoje à noite, e depois de um “processo expresso” completamente anti-constitucional , que durou menos de 24 horas, o Parlamento grego votou a favor das novas medidas de austeridade prescritas nos 800 páginas (!) Do Memorando (3 cortes de 13,5 mil milhões de euros ).
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Elementos para um balanço preliminar do PSOL
As recentes eleições municipais reconfiguram o mapa político do país. E como veremos neste texto há uma clara inflexão à esquerda. A votação do PSOL é um fato objetivo que demonstra uma inclinação à esquerda de uma parcela de massas, embora ainda minoritária, da sociedade brasileira. O que vemos é que assim como o PT tem ocupado uma parte do espaço que antes era do PSDB, do PMDB e até do DEM (entre outros partidos burgueses tradicionais), o PSOL tem ocupado um espaço que antes era do PT. Neste caso, em particular um espaço de esquerda que o PT abandonou.
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