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quarta-feira, 19 de junho de 2013
Todo apoio e solidariedade do PSOL às manifestações populares de protesto no Distrito Federal e no Brasil
PSOL
Os protestos e as reivindicações populares que tomam conta do país são mais do que justas, diante de um quadro de sucateamento e precariedade do transporte público, onde o trabalhador brasileiro paga as mais altas tarifas por um péssimo serviço prestado. Esse é o estopim da crise e da presença de milhares de pessoas nas manifestações de ruas. Também são justas as reivindicações de mais investimentos e políticas sociais, deixados de lado em nome da Copa do Mundo. A insatisfação popular com os rumos da economia e da política fez com que a Presidente Dilma fosse vaiada no Estádio Mané Garrincha no último sábado, diante de um público de 70 mil pessoas na abertura do jogo entre o Brasil e o Japão.
As vaias também serviram para repudiar a truculência como agiu a tropa de choque da Polícia Militar, sob o comando direto do governador Agnelo Queiroz, contra os manifestantes que protestavam pacificamente do lado de fora do Mané Garrincha, já que as informações sobre o que acontecia nas imediações circularam rapidamente entre os torcedores que se encontravam dentro do Estádio, além do forte cheiro do gás lacrimogêneo das bombas jogadas pela PM contra os manifestantes, sentido por grande parte da torcida.
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terça-feira, 26 de março de 2013
Fim da humilhação já!
Linha 616.6 (Arapoanga / L2 norte-Sul): Assim não dá!
Por Tatyana Luz
A população do Arapoanga e Planaltina/DF exige fiscalização e punição às vencedoras da Dispensa Emergencial para 80 ônibus em Planaltina, quando no último dia 18/03/2013 a TCB colocou mais 10 ônibus no Arapoanga do Grupo Amaral. Será o nosso único refúgio, pois isso abre para as outras empresas continuarem a piratear em outras linhas onde já existem empresas que cumprem com suas obrigações.
Linha 616.6 (Arapoanga / L2 norte-Sul): Assim não dá!
Por Tatyana Luz
A população do Arapoanga e Planaltina/DF exige fiscalização e punição às vencedoras da Dispensa Emergencial para 80 ônibus em Planaltina, quando no último dia 18/03/2013 a TCB colocou mais 10 ônibus no Arapoanga do Grupo Amaral. Será o nosso único refúgio, pois isso abre para as outras empresas continuarem a piratear em outras linhas onde já existem empresas que cumprem com suas obrigações.
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segunda-feira, 18 de março de 2013
Passageiros enfrentam longas filas no terminal de ônibus do Arapoanga
Por Tatyana Luz
Mais uma vez questão do Arapoanga em Planaltina/DF é divulgada, há mais de 5 anos todos os veículos de informação divulgam e nada é feito, posso até estar sendo rude, mas solicito compreensão à má qualidade de vida que minha comunidade tem em relação ao Transporte Público. Pra ilustrar a situação e hoje aqui vai o link da reportagem da Rede Globo, acerca do problema cotidiano que vivemos. Ressalto que a Grande Brasília teria sim, onibus suficiente pra não estarmos nesta situação, mas não colocam, pirateiam em outras linhas e nos deixam desatendidos. O presidente desta cooperativa Marcos José Alves Pinto ao que consta por fontes não oficiais é genro do senhor Campanella, então se isso for verdade está explicado porque nenhuma reclamação que fiz até hoje atingiu esta empresa que faz o que quer. Segue o extrato de contrato publicado no DODF 16/07/2012, pois venceram 3 lotes da Dispensa de Licitação Emergencial para 80 ônibus em Planaltina, muito solicitada por mim. Aí é mencionada como Cootransp, onde para associação formaram o Grupo Grande Brasília para terem mais veículos e conseguirm atender os contratos. Onde nunca todos estes veículos operaram em sua totalidade nas linhas as quais correspondem o contrato.
Por Tatyana Luz
Mais uma vez questão do Arapoanga em Planaltina/DF é divulgada, há mais de 5 anos todos os veículos de informação divulgam e nada é feito, posso até estar sendo rude, mas solicito compreensão à má qualidade de vida que minha comunidade tem em relação ao Transporte Público. Pra ilustrar a situação e hoje aqui vai o link da reportagem da Rede Globo, acerca do problema cotidiano que vivemos. Ressalto que a Grande Brasília teria sim, onibus suficiente pra não estarmos nesta situação, mas não colocam, pirateiam em outras linhas e nos deixam desatendidos. O presidente desta cooperativa Marcos José Alves Pinto ao que consta por fontes não oficiais é genro do senhor Campanella, então se isso for verdade está explicado porque nenhuma reclamação que fiz até hoje atingiu esta empresa que faz o que quer. Segue o extrato de contrato publicado no DODF 16/07/2012, pois venceram 3 lotes da Dispensa de Licitação Emergencial para 80 ônibus em Planaltina, muito solicitada por mim. Aí é mencionada como Cootransp, onde para associação formaram o Grupo Grande Brasília para terem mais veículos e conseguirm atender os contratos. Onde nunca todos estes veículos operaram em sua totalidade nas linhas as quais correspondem o contrato.
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Manoel Neto é acusado de irregularidades que levaram a TCB à pior crise
Por Renato Alves, do Correio:
Nepotismo, abuso de poder, desvio de dinheiro público. Práticas comandadas por Manoel Neto no gabinete da mulher, a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN), eram comuns na gestão dele à frente da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), irregularidades que levaram a estatal de ônibus a viver a pior crise financeira dos seus 50 anos.
Quando assumiu a presidência da TCB, em janeiro de 1999, a empresa era a quarta do setor no Distrito Federal, com 210 ônibus. Sua dívida não passava dos R$ 10 milhões. Neto deixou a estatal três anos depois, com apenas 44 veículos em operação, em oitavo lugar no ranking do transporte coletivo e cerca de R$ 60 milhões em débitos.
Derrotado na disputa por uma cadeira na Câmara Legislativa, Manoel Neto assumiu a TCB no primeiro mês da penúltima gestão de Joaquim Roriz (1999-2002). Na campanha eleitoral, Roriz prometeu reerguer a sucateada estatal. Ao tomar posse na presidência da empresa, Neto reuniu os funcionários e disse que compraria até novos ônibus. Não cumpriram a promessa.
Por Renato Alves, do Correio:
Nepotismo, abuso de poder, desvio de dinheiro público. Práticas comandadas por Manoel Neto no gabinete da mulher, a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN), eram comuns na gestão dele à frente da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), irregularidades que levaram a estatal de ônibus a viver a pior crise financeira dos seus 50 anos.Quando assumiu a presidência da TCB, em janeiro de 1999, a empresa era a quarta do setor no Distrito Federal, com 210 ônibus. Sua dívida não passava dos R$ 10 milhões. Neto deixou a estatal três anos depois, com apenas 44 veículos em operação, em oitavo lugar no ranking do transporte coletivo e cerca de R$ 60 milhões em débitos.
Derrotado na disputa por uma cadeira na Câmara Legislativa, Manoel Neto assumiu a TCB no primeiro mês da penúltima gestão de Joaquim Roriz (1999-2002). Na campanha eleitoral, Roriz prometeu reerguer a sucateada estatal. Ao tomar posse na presidência da empresa, Neto reuniu os funcionários e disse que compraria até novos ônibus. Não cumpriram a promessa.
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