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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Venha dar um basta à política traidora do Randolfe para o PSOL.
No próximo domingo o PSOL realiza a 3a plenária do Congresso do partido no DF. Participe e dê um basta à política que o senador Randolfe Rodrigues vem impondo ao PSOL, como verdadeira traição não apenas ao partido, mas também ao povo trabalhador e ao levante juvenil e popular de Junho.

Enquanto o povo brasileiro dizia NÃO nas ruas e redes ao governo da esquerda traidora (PT e "frente popular" de mentira, com PSB, PDT, PCdoB), Randolfe ia se encontrar com a presidenta Dilma e dar-lhe apoio. Basta de traição!

Clique para ler: Manifesto do Bloco de Esquerda com 8 Teses do Congresso do PSOL.

Participe: Congresso do PSOL - Plenária Santa Maria
Data: 01/Set/2013 - domingo
Local: Centro Educacional 310 Santa Maria – QR 310 Área Especial
Horário: das 9h às 12h
Documento para participar: Documento com identificação que tenha foto.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Nota da TLS em apoio à pré-candidatura de Luciana Genro.
LUCIANA GENRO É NOSSA PRÉ - CANDIDATA À PRESIDENCIA DA REPÚBLICA!
No ano de 2013 o Brasil, a exemplo das grandes manifestações que vem ocorrendo no mundo (Occupy Wall Street, Primavera Árabe, os indignados da Espanha, as manifestações dos estudantes do Chile por educação pública e de qualidade) questionando a “ordem” existente, tem sido palco de muitas mobilizações. Essas mobilizações têm sido construídas, muitas vezes a partir das redes sociais com pauta extremamente difusa. Mesmo assim, percebemos que os gritos das ruas vão ao encontro de nossas bandeiras de lutas: seja pelo passe livre para estudantes e desempregados, contra a corrupção, os gastos com a Copa do Mundo de 2014, as remoções de casas de moradores pobres, o Fora Feliciano, por mais investimento em Saúde e Educação entre outras políticas básicas. É nesse cenário de efervescência das mobilizações sociais e de grande potencial de transformação social que o PSOL tem que encontrar seu caminho e se firmar como uma ferramenta a serviço da luta da classe trabalhadora.

domingo, 18 de agosto de 2013

PSOL terá candidato próprio a governador no DF?
O que acontecerá em 2014? O PSOL terá candidato próprio a governador no DF? Quem será esse candidato?
Amanhã será realizada a primeira plenária do Congresso do PSOL em Brasília. Após os levantes de junho no Brasil - que chegaram a colocar 70 mil brasilienses nas ruas, para os cerca de 20 milhões em todo Brasil, este número apurado em pesquisa da CNT- Confederação Nacional do Transporte – é um momento de definições para o Partido Socialismo e Liberdade no DF.
O Congresso é o órgão máximo do partido, em que todos os filiados têm o direito de participar do debate e decidir a política do PSOL até 2015. É o maior momento da vida interna do partido, incorrendo naquilo que os indignados chamam de democracia real. Neste modelo de democracia, qualquer filiado tem a mesma força de um deputado, senador ou presidente do partido, ou seja, cada pessoa corresponde a um voto.
Bloco de Esquerda do PSOL lança manifesto para disputa do 4o Congresso
Por um PSOL sintonizado com o avanço das lutas da juventude, das trabalhadoras, dos trabalhadores e do povo
- Manifesto do Bloco de Esquerda do PSOL
O Brasil assistiu às espetaculares manifestações populares e da juventude nas Jornadas de Junho, contra os podres poderes da República, contra o aumento de tarifas, a repressão policial, os suntuosos gastos públicos com a Copa do Mundo.

Questionando os governos, os parlamentos e todas as opressões, milhões de pessoas ocuparam as ruas, bloquearam estradas, enfrentaram a polícia. Produziu-se, pela ação massiva, uma jornada de manifestações espetaculares que mexeram nas relações de força da sociedade e abriram uma nova conjuntura mais favorável aos movimentos combativos e à oposição político-partidária de esquerda como o PSOL.

A ira de centenas de milhares de jovens atinge governos em todos os níveis e, de lá para cá, o processo não se encerrou. Continua, pois as demandas se multiplicam, a ira contra o corte nos gastos públicos e benefícios aos grandes capitalistas produz novas manifestações, greves e paralisações, lutas nas periferias e ocupações de câmaras municipais e assembleias legislativas.

sábado, 6 de julho de 2013

Primeiras conclusões sobre o levante que mudou o Brasil e nossas tarefas políticas


De Movimento Esquerda Socialista, em Luciana Genro 

1) Vivemos duas semanas de um grande levante juvenil e popular no qual o povo mostrou sua força. Tivemos mobilizações em quase todas as cidades do país. Os números foram impressionantes. Na segunda-feira, 17 de Junho, mais de 150 mil pessoas marcharam em São Paulo, pela redução da tarifa e contra a repressão policial. Na quinta seguinte, dia 20, a imprensa falou em quase dois milhões de pessoas, com epicentro no Rio de Janeiro, com mais de 700 mil presentes (algumas fontes sérias falam em mais de 1 milhão). Na semana seguinte, apesar de manifestações menores, ainda tivemos 120 mil pessoas em Belo Horizonte, 70 mil em Fortaleza, bem como dezena de milhares em várias capitais. As cidades do interior em todo o país não quiseram ficar de fora. Vários setores populares se somaram ao movimento: passeatas na Zona Leste e Sul de São Paulo, na Região de Guarulhos e ABC, nas caminhadas na Rocinha, Maré e Vidigal, no Rio de Janeiro. Este acontecimento histórico altera de modo qualitativo a situação política nacional, produzindo uma mudança de consciência de massas e colocando o ascenso das lutas sociais e políticas no centro da situação nacional. O “povo unido, jamais será vencido!”, deixou de ser uma palavra de ordem da vanguarda e virou uma conclusão evidente. Estamos mais fortes e confiantes para os próximos embates. Este é o grande saldo positivo do movimento.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Levante juvenil e popular no Brasil: O povo venceu o primeiro Round!
Documento da Coordenação Nacional do MES- Corrente Interna do PSOL

Seguir mobilizados para arrancar nossas reivindicações
Quando publicávamos este texto era noticiada a vitória da luta contra o aumento das passagens em SP e no Rio. A grande vitória que a juventude e o povo arrancaram mostrou que nosso país nunca mais será o mesmo. Apresentamos algumas das nossas posições, após este primeiro triunfo. Este é um texto inicial, incompleto, escrito no calor da luta e de seus desdobramentos.

O dia 17 de junho de 2013, a segunda-feira desta semana, entrou na história do Brasil. Foi o maior levante juvenil dos últimos 21 anos. Centenas de milhares de jovens tomaram as ruas do país. Um acontecimento que quebrou a normalidade burguesa, deixou perplexa a burguesia e sua mídia, paralisou o governo federal e grande parte dos governos estaduais, desestabilizou a democracia do capital abrindo uma nova conjuntura. É claro que esta situação é excepcional. Estamos em pleno auge deste acontecimento, escrevendo esta minuta entre a segunda-feira histórica, data do início do levante, e quinta-feira, dia 20, onde novamente o gigante, o imenso povo brasileiro vai tomar as ruas, expressando com toda força o peso do seu número, de suas demandas, de sua consciência. Uma consciência marcada, sobretudo, pelo descontentamento com as condições econômicas e sociais de existência e pela negação da política atual com sua superestrutura burguesa e burocrática, expressa, entre outras instituições, pelo Congresso Nacional e os governantes de modo geral.