NÃO PASSARÃO: militares expulsam comerciantes da Rodoviária com cassetetes e gás pimenta
Por Tony Gigliotti Bezerra, militante do Juntos! no Distrito Federal, publicado originalmente em Juntos!
Esta é uma denúncia de violação dos direitos humanos que ocorreu no dia 19 de agosto de 2013, aproximadamente às 19 horas, na Rodoviária do Plano Piloto, no centro de Brasília. Vendedores ambulantes de frutas foram violentamente expulsos da rodoviária pela polícia militar. Eu comecei a filmar logo depois que os policiais avançaram contra os comerciantes, destruindo os alimentos e apreendendo os pertences pessoais dos vendedores. Um policial saiu correndo atrás de um dos vendedores, que conseguiu fugir em direção ao Conic.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
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sábado, 16 de junho de 2012
O enigma da “nova classe média”
Por Ruy Braga, no blog da Boitempo
Na semana passada, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) aprovou a nova definição de “classe média” que orientará a criação das políticas públicas do governo federal para os próximos anos. Em suma, trata-se da simples determinação de algumas faixas de renda que localizam os novos grupos recém saídos do pauperismo em relação àqueles indivíduos extremamente pobres e em relação à chamada “classe alta”. Ao fim e ao cabo, para o governo federal, fariam parte da classe média brasileira todos aqueles que recebem uma renda mensal per capita entre R$ 291 e R$ 1.019,00, ou seja, aproximadamente, 54% da População Economicamente Ativa (PEA) do país. (Não deixa de ser curioso que um governo liderado pelo Partido dos Trabalhadores tenha apagado conceitualmente a classe “trabalhadora” de seus assuntos estratégicos. Mas este não é o problema aqui…)
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sábado, 3 de setembro de 2011
Metade do que você paga de imposto vai para os bancos: sem perguntarem o que você acha disso.
Por Auditoria cidadã da dívida
Importantes jornais de hoje repercutiram o alerta divulgado na última edição deste Boletim, sobre a destinação de 48% do orçamento federal de 2012 para juros e amortizações da dívida. Os jornais “Monitor Mercantil” e “A Hora do Povo” de hoje mostram estes dados, ressaltando que os servidores públicos ficarão com apenas 9,59%, todas as demais áreas sociais com 36% e os investimentos apenas com 2,73%.
Os jornais também repercutem a discussão sobre uma nova CPMF para financiar a área da saúde, conforme defende a Presidente Dilma, que finalmente reconhece a denúncia feita várias vezes por este boletim: que a antiga CPMF era desviada da saúde para outras áreas. Além deste problema, a CPMF possui uma única alíquota, que é repassada para os preços dos produtos e paga pelos consumidores, especialmente os mais pobres, que gastam toda sua renda em consumo.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Apoie esta luta! Feira em Planaltina, todo apoio à luta da comunidade de Planaltina e das mulheres trabalhadoras
No blog Projeto Mulher Artesã
Feira do dia 21 de agosto na Praça da administração de Planaltina: não perca!
Com desfile na cidade e apoio à luta da comunidade por alguma fonte de renda.
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sábado, 30 de julho de 2011
Chávez, o câncer e o futuro da Venezuela
Por Breno Mendes*
Neste sábado, 23 de julho, o presidente venezuelano Hugo Chávez voltou à Caracas, após concluir a primeira fase de quimioterapia realizada em Havana, Cuba. Ao chegar ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar, o líder disse em transmissão ao vivo por rede nacional de televisão, que havia ¨voltado melhor do que tinha ido e que os exames aos quais foi submetido não detectaram nenhuma célula cancerígena em seu organismo¨.
Por Breno Mendes*
Neste sábado, 23 de julho, o presidente venezuelano Hugo Chávez voltou à Caracas, após concluir a primeira fase de quimioterapia realizada em Havana, Cuba. Ao chegar ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar, o líder disse em transmissão ao vivo por rede nacional de televisão, que havia ¨voltado melhor do que tinha ido e que os exames aos quais foi submetido não detectaram nenhuma célula cancerígena em seu organismo¨.
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
O Degradante Trabalho Policial
“Pela Melhoria das Condições de Salário e Trabalho nas Polícias“
*Heloísa Helena
Uma preliminar: minha total solidariedade às vítimas da brutalidade policial e minha repulsa ao policial infrator, torturador e que estabelece a condenável promiscuidade com o crime organizado. Eu mesma já fui vítima... seja, na minha adolescência, com o assassinato do meu irmão Cosme Luiz - com vários tiros de espingarda 12 – seja contra o meu próprio corpo e minha dignidade pessoal e política. Mas explicito da mesma forma e intensidade a minha solidariedade aos policiais que perderam suas vidas ou foram mutilados na tentativa de exercer com dignidade as suas atribuições em precárias condições de trabalho.
“Pela Melhoria das Condições de Salário e Trabalho nas Polícias“
*Heloísa Helena
Uma preliminar: minha total solidariedade às vítimas da brutalidade policial e minha repulsa ao policial infrator, torturador e que estabelece a condenável promiscuidade com o crime organizado. Eu mesma já fui vítima... seja, na minha adolescência, com o assassinato do meu irmão Cosme Luiz - com vários tiros de espingarda 12 – seja contra o meu próprio corpo e minha dignidade pessoal e política. Mas explicito da mesma forma e intensidade a minha solidariedade aos policiais que perderam suas vidas ou foram mutilados na tentativa de exercer com dignidade as suas atribuições em precárias condições de trabalho.
domingo, 1 de maio de 2011
História do 1º de maio
Da Fundação Lauro Campos
"Um dia de rebelião, não de descanso! Um dia não ordenado pelos indignos porta-vozes das instituições, que trazem os trabalhadores encadeados! Um dia no qual o trabalhador faça suas próprias leis e tenha o poder de executá-las! Tudo sem o consentimento nem a aprovação dos que oprimem e governam. Um dia no qual com tremenda força o exército unido dos trabalhadores se mobilize contra os que hoje dominam o destino dos povos de todas as nações.
Um día de protesto contra a opressão e a tirania, contra a ignorância e as guerras de todo tipo. Um día para começar a desfrutar de oito horas de trabalho, oito horas de descanso e oito horas para o que nos der gana." (Panfleto que circulava em Chicago em 1885)
A cada ano, o 1o de Maio rememora o assassinato de cinco sindicalistas norte-americanos, em 1886, numa das maiores mobilizações operárias celebradas naquele país, reivindicando a jornada laboral de oito horas.
Em julho de 1889, o I Congresso da II Internacional acordou celebrar o 1o de Maio como jornada de luta do proletariado de todo o mundo e adotou a seguinte resolução histórica: “Deve organizar-se uma grande manifestação internacional numa mesma data de tal maneira que os trabalhadores de cada um dos países e de cada uma das cidades exijam simultaneamente das autoridades públicas limitar a jornada laboral a oito horas e cumprir as demais resoluções deste Congresso Internacional de Paris”.
Como em outras partes do mundo, a situação dos trabalhadores nos Estados Unidos no final do século XIX era muito difícil. Sem embargo, emigrantes de diversos países europeus iam para lá em busca de uma melhor situação econômica. Em 1886, um escritor estrangeiro retratou Chicago assim: “Um manto abrumador de fumo; ruas cheias de gente ocupada, em rápido movimento; um grande conglomerado de vias ferroviárias, barcos e tráfico de todo tipo; una dedicação primordial ao Dólar Todo-poderoso”. Era uma cidade com um proletariado de imigrantes, arrastado pelo capitalismo para a periferia duma cidade industrial. A grande maioria dos proletários, especialmente em cidades como Chicago, eram da Alemanha, da Irlanda, da Boêmia, da França, da Polônia ou da Rússia. Ondas de operários lançados uns contra os outros, comprimidos em tugúrios e açodados por guerras étnicas. Muitos eram camponeses analfabetos, mas outros já estavam temperados pelas lutas de classes.
Clique aqui para texto completo.
Da Fundação Lauro Campos
"Um dia de rebelião, não de descanso! Um dia não ordenado pelos indignos porta-vozes das instituições, que trazem os trabalhadores encadeados! Um dia no qual o trabalhador faça suas próprias leis e tenha o poder de executá-las! Tudo sem o consentimento nem a aprovação dos que oprimem e governam. Um dia no qual com tremenda força o exército unido dos trabalhadores se mobilize contra os que hoje dominam o destino dos povos de todas as nações.
Um día de protesto contra a opressão e a tirania, contra a ignorância e as guerras de todo tipo. Um día para começar a desfrutar de oito horas de trabalho, oito horas de descanso e oito horas para o que nos der gana." (Panfleto que circulava em Chicago em 1885)
A cada ano, o 1o de Maio rememora o assassinato de cinco sindicalistas norte-americanos, em 1886, numa das maiores mobilizações operárias celebradas naquele país, reivindicando a jornada laboral de oito horas.
Em julho de 1889, o I Congresso da II Internacional acordou celebrar o 1o de Maio como jornada de luta do proletariado de todo o mundo e adotou a seguinte resolução histórica: “Deve organizar-se uma grande manifestação internacional numa mesma data de tal maneira que os trabalhadores de cada um dos países e de cada uma das cidades exijam simultaneamente das autoridades públicas limitar a jornada laboral a oito horas e cumprir as demais resoluções deste Congresso Internacional de Paris”.
Como em outras partes do mundo, a situação dos trabalhadores nos Estados Unidos no final do século XIX era muito difícil. Sem embargo, emigrantes de diversos países europeus iam para lá em busca de uma melhor situação econômica. Em 1886, um escritor estrangeiro retratou Chicago assim: “Um manto abrumador de fumo; ruas cheias de gente ocupada, em rápido movimento; um grande conglomerado de vias ferroviárias, barcos e tráfico de todo tipo; una dedicação primordial ao Dólar Todo-poderoso”. Era uma cidade com um proletariado de imigrantes, arrastado pelo capitalismo para a periferia duma cidade industrial. A grande maioria dos proletários, especialmente em cidades como Chicago, eram da Alemanha, da Irlanda, da Boêmia, da França, da Polônia ou da Rússia. Ondas de operários lançados uns contra os outros, comprimidos em tugúrios e açodados por guerras étnicas. Muitos eram camponeses analfabetos, mas outros já estavam temperados pelas lutas de classes.
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domingo, 24 de abril de 2011
Transparência. Lei de acesso a informações públicas diminuirá distância entre população e governo
Em países em que a norma já funciona, pessoas pobres puderam impedir a corrupção em programas sociais ao solicitarem dados do governo
Adriana Caitano, da Veja
“O único risco que pode acontecer é de os atos dos governos, de políticos ou de agentes públicos serem descobertos mais rapidamente e terem uma punição" - Georgete Medleg Rodrigues, professora de Ciência da Informação da UnB
O Brasil está prestes a ter sua primeira lei efetiva dando direito à população de acessar informações que deveriam ser públicas. Se isso acontecer, entrará na lista de mais de 90 países do mundo em que há essa possibilidade. Em boa parte deles, muito além de facilitar a vida de jornalistas, a criação da lei diminuiu a distância entre cidadãos e governo, deu a pessoas pobres a chance de mudar de vida e reduziu a corrupção e a burocracia. No entanto, nem todas as normas são condizentes com o que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera ideal, nem mesmo a brasileira.
Em países em que a norma já funciona, pessoas pobres puderam impedir a corrupção em programas sociais ao solicitarem dados do governo
Adriana Caitano, da Veja
“O único risco que pode acontecer é de os atos dos governos, de políticos ou de agentes públicos serem descobertos mais rapidamente e terem uma punição" - Georgete Medleg Rodrigues, professora de Ciência da Informação da UnB
O Brasil está prestes a ter sua primeira lei efetiva dando direito à população de acessar informações que deveriam ser públicas. Se isso acontecer, entrará na lista de mais de 90 países do mundo em que há essa possibilidade. Em boa parte deles, muito além de facilitar a vida de jornalistas, a criação da lei diminuiu a distância entre cidadãos e governo, deu a pessoas pobres a chance de mudar de vida e reduziu a corrupção e a burocracia. No entanto, nem todas as normas são condizentes com o que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera ideal, nem mesmo a brasileira.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Cooperativas X qualidade no serviço
Por Tatyana Luz
Por Tatyana Luz
Não defendo Governo e muito menos Cooperativa, como usuária e moradora do DF (sofredora com os maus serviços prestados pela Coopatram), compreendo que foi dada oportunidade ao transporte clandestino (vans pirata) em legalização acerca dos seus seviços legalizandos e maior segurança aos usuários. A pirataria no DF, era um verdadeiro caos, os prestadores de serviço não tinham nenhuma responsabilidade com seus clientes, afinal eram clandestino.
Quando passamos para as cooperativas o que nós usuários sentimos é que a reclamação acerca de "rentabilidade das linhas" é acerca do pagamento de impostos, então o dinheiro arrecadado não é o mesmo de quando eram clandestinos. Quanto ao que o Governo prometeu, prefiro não entrar nos méritos, porque desconheço o acordo efetuado. Conheço apenas os maus serviços prestados por estas cooperativas.
Quando passamos para as cooperativas o que nós usuários sentimos é que a reclamação acerca de "rentabilidade das linhas" é acerca do pagamento de impostos, então o dinheiro arrecadado não é o mesmo de quando eram clandestinos. Quanto ao que o Governo prometeu, prefiro não entrar nos méritos, porque desconheço o acordo efetuado. Conheço apenas os maus serviços prestados por estas cooperativas.
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Revolta em Jirau reflete superexploração
Eduardo Sales de Lima, de Brasil de Fato
Em 15 de março, parte dos cerca de 22 mil trabalhadores da Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, levantaram-se contra as péssimas condições de trabalho em que viviam. Mais do que isso. Muitos compreenderam que o consórcio Energia Sustentável do Brasil, formado pelas empresas Camargo Corrêa, Suez e Eletro, está lucrando às custas de sua exploração.
Na ocasião, dezenas de veículos foram incendiados e algumas instalações do canteiro de obras, depredadas. Praticamente todos os alojamentos foram incendiados. As obras estão paralisadas por tempo indeterminado. Uma assembleia já havia sido marcada para o dia 27 de março. Segundo os trabalhadores, o estopim foi a agressão, por parte de um motorista da empresa que transporta os funcionários, a um operário que fora impedido de embarcar porque não possuía autorização para deixar o canteiro. A situação, então, tornou-se incontornável. Por causa da manifestação, cerca de 35 trabalhadores foram presos.
Eduardo Sales de Lima, de Brasil de Fato
Em 15 de março, parte dos cerca de 22 mil trabalhadores da Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, levantaram-se contra as péssimas condições de trabalho em que viviam. Mais do que isso. Muitos compreenderam que o consórcio Energia Sustentável do Brasil, formado pelas empresas Camargo Corrêa, Suez e Eletro, está lucrando às custas de sua exploração.
Na ocasião, dezenas de veículos foram incendiados e algumas instalações do canteiro de obras, depredadas. Praticamente todos os alojamentos foram incendiados. As obras estão paralisadas por tempo indeterminado. Uma assembleia já havia sido marcada para o dia 27 de março. Segundo os trabalhadores, o estopim foi a agressão, por parte de um motorista da empresa que transporta os funcionários, a um operário que fora impedido de embarcar porque não possuía autorização para deixar o canteiro. A situação, então, tornou-se incontornável. Por causa da manifestação, cerca de 35 trabalhadores foram presos.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Kit conflito trabalhista: Quem vai querer?
Por Jorge Luis Martins - militante do PSOL e membro da Coordenação da Intersindical - Advogado Trabalhista
Ao ler o jornal de hoje, não resisti à tentação e resolvi escrever por conta e risco sobre a palhaçada da reunião promovida entre o Ministro Gilberto Carvalho e as Centrais sindicais para discutir a situação dos trabalhadores de Jirau e de Santo Antônio, em Rondônia.
No Script fotos para jornal, imagens para TV, poses de ministros e dirigentes sindicais preocupados com a situação de barbárie que se instalou nos canteiros de obras do PAC.
Depois de certo tempo de reunião, enfim saiu uma grande solução: “Vamos montar uma Comissão tripartite entre Governo, Empresários e representantes das Centrais sindicais” para (pasmem) verificar as condições de trabalho nas obras do PAC. Como se não fosse público e notório a situação de barbárie nas condições de trabalho, em especial e não só da construção civil no país.
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