Mostrando postagens com marcador povo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador povo. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de julho de 2013

Primeiras conclusões sobre o levante que mudou o Brasil e nossas tarefas políticas


De Movimento Esquerda Socialista, em Luciana Genro 

1) Vivemos duas semanas de um grande levante juvenil e popular no qual o povo mostrou sua força. Tivemos mobilizações em quase todas as cidades do país. Os números foram impressionantes. Na segunda-feira, 17 de Junho, mais de 150 mil pessoas marcharam em São Paulo, pela redução da tarifa e contra a repressão policial. Na quinta seguinte, dia 20, a imprensa falou em quase dois milhões de pessoas, com epicentro no Rio de Janeiro, com mais de 700 mil presentes (algumas fontes sérias falam em mais de 1 milhão). Na semana seguinte, apesar de manifestações menores, ainda tivemos 120 mil pessoas em Belo Horizonte, 70 mil em Fortaleza, bem como dezena de milhares em várias capitais. As cidades do interior em todo o país não quiseram ficar de fora. Vários setores populares se somaram ao movimento: passeatas na Zona Leste e Sul de São Paulo, na Região de Guarulhos e ABC, nas caminhadas na Rocinha, Maré e Vidigal, no Rio de Janeiro. Este acontecimento histórico altera de modo qualitativo a situação política nacional, produzindo uma mudança de consciência de massas e colocando o ascenso das lutas sociais e políticas no centro da situação nacional. O “povo unido, jamais será vencido!”, deixou de ser uma palavra de ordem da vanguarda e virou uma conclusão evidente. Estamos mais fortes e confiantes para os próximos embates. Este é o grande saldo positivo do movimento.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Levante juvenil e popular no Brasil: O povo venceu o primeiro Round!
Documento da Coordenação Nacional do MES- Corrente Interna do PSOL

Seguir mobilizados para arrancar nossas reivindicações
Quando publicávamos este texto era noticiada a vitória da luta contra o aumento das passagens em SP e no Rio. A grande vitória que a juventude e o povo arrancaram mostrou que nosso país nunca mais será o mesmo. Apresentamos algumas das nossas posições, após este primeiro triunfo. Este é um texto inicial, incompleto, escrito no calor da luta e de seus desdobramentos.

O dia 17 de junho de 2013, a segunda-feira desta semana, entrou na história do Brasil. Foi o maior levante juvenil dos últimos 21 anos. Centenas de milhares de jovens tomaram as ruas do país. Um acontecimento que quebrou a normalidade burguesa, deixou perplexa a burguesia e sua mídia, paralisou o governo federal e grande parte dos governos estaduais, desestabilizou a democracia do capital abrindo uma nova conjuntura. É claro que esta situação é excepcional. Estamos em pleno auge deste acontecimento, escrevendo esta minuta entre a segunda-feira histórica, data do início do levante, e quinta-feira, dia 20, onde novamente o gigante, o imenso povo brasileiro vai tomar as ruas, expressando com toda força o peso do seu número, de suas demandas, de sua consciência. Uma consciência marcada, sobretudo, pelo descontentamento com as condições econômicas e sociais de existência e pela negação da política atual com sua superestrutura burguesa e burocrática, expressa, entre outras instituições, pelo Congresso Nacional e os governantes de modo geral.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Consórcio metropolitano compreende as empresas COOTRANSP, Transporte Cidade Brasília, MCS e Rota do Sol
Por Tatyana Luz

Então... a era do coronelismo de Wagner Canhedo Filho parece ter chegado ao fim, pois nasce uma nova era com tendências muito PIORES,  apresentando MARCOS JOSE ALVES PINTO (novo coronel e promete mandar no transporte do DF e inclusive do Entorno). Muito pior, porque é genro do Direto do DFTRANS Marco Antonio Campanella, além disso a cooperativa a qual preside trabalha com um sistema totalmente inovador: Rodoviário ganha por cabeça que carrega (comissão), passageiro é considerado como Gado; quanto mais cabeças no ônibus mais lucro, pra que conforto? Não deveria nem ter banco, afinal pra que o passageiro quer pagar e ainda sentar pra ser transportado?; horários de ônibus não precisa, quanto mais gente aglomerada nas paradas mais lucro em uma única viagem... Infelizmente se este indivíduo com este consórcio, ganhar 3 Bacias como pretende... o Brasiliense irá chorar lágrimas de sangue e ainda pedir para o sistema atual "pirata irregular" retornar... POVO!!! O PIOR AINDA ESTÁ POR VIR!!! AGUARDEM: A INÉRCIA DA POPULAÇÃO SERÁ A RESPONSÁVEL!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O mundo dos indignos parindo a luta dos indignados
Por Bernardo Corrêa, militante do MES-PSOL (Presidente do PSOL-Porto Alegre)

A burguesia, porém, não forjou somente as armas que lhe darão morte; produziu também os homens que manejarão essas armas – os operários modernos, os proletários.
Com o desenvolvimento da burguesia, isto é, do capital, desenvolve-se também o proletariado, a classe dos operários modernos, que só podem viver se encontrarem trabalho, e que só encontram trabalho na medida em que este aumenta o capital.

- K. Marx e F. Engels

O mais recente impulso à reprodução ampliada de capital dos últimos trinta anos, que é a descoberta da microeletrônica e a utilização da internet para além de âmbitos militares, se converte, no presente, em uma arma na mão de novas gerações “indignadas” com suas condições de vida. A alta capacidade de comunicação que estas novas tecnologias poduziram, trouxeram dois fenômenos novos (contraditórios e marcados objetivamente por condições distintas) para o conjunto da sociedade que merecem ser observados.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Falta de vergonha. Arapoanga sem ônibus, de novo!
Por Tatyana Luz

Cada vez mais me assusto quanto ao rumo do Transporte Público de Planaltina/DF, pois o descaso de nosso executivo bota cada dia mais evidente que não possui respeito algum para com os cidadãos de Planaltina/DF.
A cooperativa Grande Brasília não possui compromisso algum com o contrato de Dispensa Emergencial para 80 ônibus.
Fato: não honram nem as calças que vestem.

sábado, 19 de janeiro de 2013


Un pueblo que se hizo “Chávez”
Por Marea Socialista, em Aporrea
Decenas de miles de militantes chavistas se “juramentaron” Presidente el 10 de enero en Caracas. Asumieron el nuevo mandato en nombre de su comandante imposibilitado de hacerlo por la enfermedad. En una nueva muestra de lo que viene sucediendo desde el pasado 4 de octubre, día de cierre de campaña electoral de Hugo Chávez, ese jueves pudo volverse a ver la intervención activa de un pueblo que está recuperando masivamente su participación política. 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Povo brasileiro já paga a conta da crise de Estados Unidos e Europa (crise do capitalismo)
Por Auditoria cidadã da dívida
A Folha Online mostra que a Presidente Dilma pediu ao Congresso que não aprove nenhum projeto que aumente os gastos públicos, nesta conjuntura de crise mundial. Em outras palavras: a crise global já está se traduzindo em pesados custos para o povo brasileiro, que continuará sofrendo com a manutenção de pesados cortes de gastos sociais, e com a recusa governamental a qualquer reajuste para o funcionalismo público. Também ficam obstruídas diversas propostas legislativas como a Proposta de Emenda à Constituição nº 300 (que poderia aliviar o arrocho salarial dos bombeiros e da polícia), da regulamentação da Emenda Constitucional 29 (que poderia gerar mais recursos para a saúde), ou do aumento dos recursos da Educação para 10% do PIB.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

"Salvaram" a Grécia ou seus credores?

Foi um título um tanto impreciso dados às duas postagens anteriores, "A Grécia será ‘salva’! E o seu povo?" e "A Grécia será ‘salva’! E o seu povo?".
Ao invés de “A Grécia”, deveria ter dito “Os credores da Grécia”, como faz concluir análise intitulada “Plan for Greece Favors Creditors”, publicada no The New York Times de ontem.




quinta-feira, 7 de julho de 2011

O povo não é bobo, fora Rede Globo
Caco Barcellos é surpreendido durante sua visita à Marcha da Liberdade. O povo, em coro grita: "Ei, Globo vai tomar no cu"

sexta-feira, 1 de julho de 2011

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Gregos em protesto contínuo contra novas medidas de austeridade 

Este sábado, milhares de pessoas responderam às convocatórias sindicais para protestar contra as novas medidas de austeridade incluídas no novo acordo alcançado pelo Governo grego e a troika. Pelo 12.º dia consecutivo, 10 mil concentram-se em frente ao Parlamento em protesto. 

Pelo 12.º dia consecutivo, 10 mil concentram-se em frente ao Parlamento em protesto. Foto de Orestis Panagiotou, EPA/Lusa.Pelo 12.º dia consecutivo, 10 mil concentram-se em frente ao Parlamento em protesto. Foto de Orestis Panagiotou, EPA/Lusa.
 Os dois principais sindicatos gregos, a GSEE, que representa o sector privado, e a ADEDY, ligada à função pública, apelaram à realização da manifestação para “resistir à barbárie social”, após o anúncio de novos sacrifícios para a população como contrapartida para a Grécia receber a quinta tranche do empréstimo da União Europeia e do FMI. Milhares responderam ao apelo e desfilaram pela capital, Atenas.Neste domingo, 10 mil manifestantes reúnem-se em frente ao Parlamento grego, num 12 º dia consecutivo de protesto, contestando as medidas de austeridade e exigindo o não pagamento da dívida que dizem ser ilegítima. 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Islândia não paga dívida
A Folha Online mostra que a Islandia decidiu, com base em um Referendo eleitoral, não pagar a dívida externa, gerada pela irresponsabilidade de bancos que faliram na crise. Conforme mostra o jornal, os executivos de um banco islandês aplicaram dinheiro de clientes ingleses e holandeses em fundos que se mostraram podres, sendo que os governos da Inglaterra e Holanda reembolsaram as perdas a seus cidadãos. Imaginando que o governo da Islândia seria mais um que concordaria em usar dinheiro público para salvar bancos falidos, os governos inglês e holandês mandaram a conta para o governo Islandês pagar.
Inicialmente, os deputados aprovaram este arranjo, porém, o Presidente vetou a medida e consultou a população sobre o pagamento da dívida: 60% dos islandeses disseram não ao pagamento, mostrando que o povo não pagará pela crise provocada pelos próprios bancos.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Funcionários da Coopatram decidem em assembleia encerrar greve de 27 dias
Com o fim da greve, com apenas 60 ônibus dos oitenta, aptos a rodar, ou seja, frota reduzida; além de remanejamento para linhas "mais rentáveis"... isso significa o que?
Significa que as empresas que estam dando suporte à população durante a greve sairão da região na próxima semana, significa situação muito pior do que já tínhamos e que com a greve por incrível que pareça estava melhor, tínhamos mais ônibus (concorrênicia), mas o futuro é incerto...
Remanejamento de algumas linhas da cooperativa para linhas "mais rentáveis", as linhas de Planaltina sempre lotadas com 130 passageiros em um veículo que era pra carregar 80 não é rentável... mas isso não vem ao caso... O que merece atenção é... Serão remanejadas outras empresas para retirar o monopólio da Coopatram, já que reduzirão a frota na região??
Violência, Barbárie e Descaso governamental, até Quando? 
No dia de Hoje 7/4/2011, completa 1 (um) ano da tragédia do Morre do Bumba, ocorrida na cidade de Niterói RJ; em que um deslizamento culminou com a morte de 165 pessoas, ferindo outras dezenas, sendo que até hoje parte dos moradores ainda estão sem casas e há graves denúncias de corrupção do dinheiro público destinado a solucionar o problema da população.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

População do Arapoanga e Vale do Amanhecer vai continuar sofrendo...
Tatyana Luz

Por um olhar de quem acompanha e sofre como infeliz usuária, na trajetória da Coopatram ao longo destes dois penosos anos, vejo que nada vai mudar. Semana que vem ouço rumores de que esta irresponsável cooperativa voltará à circular sozinha na região, os horários continuarão a serem descumpridos, atrasos, falta de ônibus, filas imensas, ônibus superlotados com mais de 130 passageiros. Então daqui a dois meses voltaremos a ir para a parada e não ter ônibus. Ficaremos mais uma vez dependendo de realocação de outras empresas, e os funcionários da Coopatram sem receber novamente. Caso a população não se manifeste, este círculo vicioso tendo como "fantoche" os usuários do transporte coletivo do DF jamais terá fim.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Comunidade da Estrutural reclama de campo de futebol que virou lixão 
Leilane Menezes, do Correio:
As faixas penduradas em frente à Associação Viver, na Quadra 15 da Estrutural, demonstram indignação com o fim de um dos únicos espaços de lazer da comunidade, um campo de futebol que ficava ao lado da instituição e acabou transformado em lixão. O terreno, de acordo com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), pertence ao órgão e era usado sem permissão. Ali, pessoas de todas as idades jogavam bola, em um dos projetos sociais comandados pela entidade. Agora, nas paredes, há frases de protesto: “Nosso direito ao lazer não é lixo!” e “Queremos nosso campo de volta!”

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Rede Globo: mais uma vez veicula fatos sem análises
Por Tatyana Luz, administradora e moradora do Arapoanga
Decepção! Esta é a palavra que resume o sentimento de quem vive o caos do transporte público no DF e principalmente os moradores dos bairros Arapoanga e Vale do Amanhecer em Planaltina/DF ao ver um meio de comunicação tão conceituado como a Rede Globo, publicar informações sem antes averiguar a veracidade dos fatos.
Favor não confundir Coopatram com as empresas de microônibus que são empresas que operam em linhas de circulares, onde a passagem é inferior realmente, pois são linhas curtas e carregam passageiros a todo momento.
Isso é desculpa para aumentar o valor das passagens e o usuário do DF que já paga a passagem mais cara do mundo, viver só para pagar passagem.

Se as coopertivas não dão conta de linhas pequenas, possuem competência para atuar em linhas grandes? A Coopatram é um exemplo disso.
Em primeiro lugar a situação da Coopatram é a pior por causa da falta de gestão, discernimento e comprometimento das obrigações por parte dos seus gestores. Esta cooperativa assumiu as linhas da Viplan (empresa de grande porte), que não quis renovar a frota e então foi aberta licitação para a melhoria do transporte público. Falar que uma linha onde uma meia viagem em um único ônibus, que em horário de pico carrega 130 passageiros a um valor de R$3,00, não é rentável é um absurdo. Se não é rentável pra esta cooperativa, não é por culpa da linha e sim por falta de gestão por parte da diretoria da mesma.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Moradores enfrentam fiscais da Agefis em operação de derrubada
De DFTV:

Pneus, madeira e um carro foram queimados para tentar impedir a passagem dos fiscais. 30 PMs participaram da ação. As construções, na região do Engenho das Lajes, estão em área pública.
Durante toda a manhã desta terça-feira (29), fiscais da Agencia de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) tentaram negociar a saída dos moradores, mas enfrentaram resistência. As famílias correram para dentro das casas para impedir a derrubada. “Nós não vamos deixar derrubar, só se passar por cima da comunidade”, disse um dos moradores.

domingo, 27 de março de 2011

A sujeira não pára de aparecer em Brasília: agora é Alírio Neto, secretário de Justiça para quem?

Acusado de receber R$ 90 mil de Durval, Alírio diz que não deixará o cargo
De Correio:
Luísa Medeiros



O atual secretário de Justiça do GDF, o distrital licenciado Alírio Neto (PPS), acusado pelo delator da Caixa de Pandora, Durval Barbosa, de receber mesada mensal de R$ 90 mil na gestão do ex-governador José Roberto Arruda, afirmou ontem que não pretende deixar o cargo. Ele disse que conversou com o governador Agnelo Queiroz (PT), na última sexta-feira, para esclarecer o que estava acontecendo. “Fui ao Buriti esclarecer a denúncia, que é mentirosa. Estou num cargo que o governador pode tirá-lo a hora que quiser. Mas não dá para parar o trabalho de Brasília porque Durval decidiu atacar todas as pessoas”, argumentou.
Manifestação popular em Londres
 Foto: Lefteris Pitarakis/AP

Clique para a matéria do Jornal Nacional.