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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Revolta estudantil ganha adesões no Chile
Mais de 10 mil pessoas vão às ruas em Santiago para apoiar protestos contra o enfraquecido governo de Sebastián Piñera
Manifestações recebem impulso depois de a Presidência proibir marchas utilizando um decreto da ditadura
Por Lucas Ferraz, em Santiago, publicado em Folha de S. Paulo
Foto: Felipe Trueba/Efe
Jovem com máscara onde se lê ‘huelga’ (greve) participa de ‘protesto familiar’ realizado no centro de Santiago, ontem
Os estudantes da primavera chilena ganharam amplo respaldo popular e agora desafiam com ainda mais força o debilitado governo de Sebastián Piñera.
Numa atípica comemoração do Dia das Crianças, ontem, mais de 10 mil pessoas saíram às ruas de Santiago numa marcha de apoio aos protestos estudantis, que se iniciaram há quase três meses em prol de uma reforma no sistema de educação.
Numa pacífica manifestação com balões, pipocas e muitas críticas ao governo, crianças, jovens, pais, avós e professores repudiaram a violenta repressão policial da última semana, que terminou com um saldo de quase 900 detidos e 90 policiais feridos.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Kit conflito trabalhista: Quem vai querer?

Por Jorge Luis Martins - militante do PSOL e membro da Coordenação da Intersindical - Advogado Trabalhista
 

Ao ler o jornal de hoje, não resisti à tentação e resolvi escrever por conta e risco sobre a palhaçada da reunião promovida entre o Ministro  Gilberto Carvalho e  as Centrais sindicais para discutir a situação dos trabalhadores de Jirau e de Santo Antônio, em Rondônia.
No Script fotos para jornal, imagens para TV, poses de ministros e dirigentes sindicais preocupados com a situação de barbárie que se instalou nos canteiros de obras do PAC.
Depois de certo tempo de reunião, enfim saiu uma grande solução: “Vamos montar uma Comissão tripartite entre Governo, Empresários e representantes das Centrais sindicais” para (pasmem) verificar as condições de trabalho nas obras do PAC. Como se não fosse público e notório a situação de barbárie nas condições de trabalho, em especial e não só da construção civil no país.