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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Um país sem qualidade: PAC, PNBL e ProUni #PareBeloMonte #RemocoesNao
Algo fácil de notar e em comum entre vários dos programas iniciados por Lula e continuados por Dilma é a falta de qualidade em suas execuções ou no resultado dos mesmos.
ProUni, PAC (Belo Monte, Transposição, dentre outras) e PNBL são exemplos de programas do governo aparentemente feitos nas coxas, sem qualquer preocupação com qualidade ou com os direitos humanos.


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Energia Sim, Belo Monte Não!
Por Anderson Castro* (anndinho), publicado em Megafonadores
Antes de debatermos questões que dizem respeito aos impactos sócio-ambientais, precisamos desconstruir algumas inverdades ditas pelos grandes interessados em garantir com que a Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte saia do papel, a saber, governo federal, empresas eletro-intenisivas empreiteiras entre outros.
Para tal, é válido lembrar do tema “ENERGIA SIM, BELO MONTE NÃO!” usado em uma vídeo-matéria do Green Peace, onde os ativistas colocam um “Belo Monte de estrume”, na entrada principal do prédio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em Brasília (DF) durante o leilão das obras referentes a Belo “Monstro”, mostrando o que acham no que vai dar o referido projeto.

sábado, 16 de abril de 2011

Greves operárias nos canteiros das usinas do PAC no Rio Madeira, Pecém, Suape e São Domingos
Por Hugo R C Souza e Mário Lúcio de Paula, de A nova democracia (AND)
80 mil operários se rebelam contra escravidão nas obras do PAC
"Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem". A célebre frase do poeta e teatrólogo revolucionário alemão Bertolt Brecht descreve com exatidão o quadro atual das revoltas operárias nas obras de construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, Rondônia; na usina de São Domingos, no Mato Grosso do Sul;  na termelétrica de Pecém, no Ceará, e no complexo industrial petroquímico de Suape, em Pernambuco.

Revolta em Jirau: operários incendeiam instalações da empreiteira Camargo Corrêa
Numa terça-feira, dia 15 de março, explodiu uma revolta operária no gigantesco canteiro de obras da usina hidrelétrica de Jirau, onde se concentram aproximadamente 22 mil trabalhadores. O monopólio das comunicações vendeu a notícia de que a revolta em Jirau começou com uma briga entre operários e motoristas de ônibus. Os fatos e denúncias que se seguiram desmontaram a patranha e revelam a existência de verdadeiros cativeiros de operários submetidos a condições desumanas de trabalho.
As obras da usina hidrelétrica Jirau estão situadas a cerca de 150 km da capital de Rondônia, Porto Velho. Segundo denúncias de trabalhadores e moradores da região, para lá se dirigem milhares de operários arregimentados por aliciadores conhecidos como "gatos", recrutados em vários estados, principalmente no Nordeste, atraídos pelas promessas de bons salários e de excelentes condições de vida e de trabalho. Chegando lá, eles são postos em alojamentos precários, submetidos a todo tipo de humilhações nos canteiros de obras, havendo inclusive denúncias de castigos físicos, péssima alimentação, jornada de trabalho extenuante, regime de "barracão", entre outras arbitrariedades. As obras da usina hidrelétrica de Jirau são realizadas pelo chamado Consórcio Energia Sustentável do Brasil, composto por Suez Energy, Camargo Correa Investimentos, Eletrosul Centrais Elétricas e Companhia Hidro Elétrica do São Francisco.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Revolta em Jirau reflete superexploração
Eduardo Sales de Lima, de Brasil de Fato

Em 15 de março, parte dos cerca de 22 mil trabalhadores da Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, levantaram-se contra as péssimas condições de trabalho em que viviam. Mais do que isso. Muitos compreenderam que o consórcio Energia Sustentável do Brasil, formado pelas empresas Camargo Corrêa, Suez e Eletro, está lucrando às custas de sua exploração.
Na ocasião, dezenas de veículos foram incendiados e algumas instalações do canteiro de obras, depredadas. Praticamente todos os alojamentos foram incendiados. As obras estão paralisadas por tempo indeterminado. Uma assembleia já havia sido marcada para o dia 27 de março. Segundo os trabalhadores, o estopim foi a agressão, por parte de um motorista da empresa que transporta os funcionários, a um operário que fora impedido de embarcar porque não possuía autorização para deixar o canteiro. A situação, então, tornou-se incontornável. Por causa da manifestação, cerca de 35 trabalhadores foram presos.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Cresce adesão de trabalhadores à greve em obra de Eike Batista
Mais 300 trabalhadores cruzaram os braços nas obras do Complexo do Porto de Açu, mega empreendimento que está zsendo erguido pelo empresário Eike Batista na cidade de São João da Barra, no norte do Rio de Janeiro.
Com isso, já são 1.500 operários em greve, segundo o sindicato dos trabalhadores da construção civil de Campos. A paralisação foi iniciada ontem, e os trabalhadores recusaram a proposta da LLX, empresa responsável pela construção do complexo.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Kit conflito trabalhista: Quem vai querer?

Por Jorge Luis Martins - militante do PSOL e membro da Coordenação da Intersindical - Advogado Trabalhista
 

Ao ler o jornal de hoje, não resisti à tentação e resolvi escrever por conta e risco sobre a palhaçada da reunião promovida entre o Ministro  Gilberto Carvalho e  as Centrais sindicais para discutir a situação dos trabalhadores de Jirau e de Santo Antônio, em Rondônia.
No Script fotos para jornal, imagens para TV, poses de ministros e dirigentes sindicais preocupados com a situação de barbárie que se instalou nos canteiros de obras do PAC.
Depois de certo tempo de reunião, enfim saiu uma grande solução: “Vamos montar uma Comissão tripartite entre Governo, Empresários e representantes das Centrais sindicais” para (pasmem) verificar as condições de trabalho nas obras do PAC. Como se não fosse público e notório a situação de barbárie nas condições de trabalho, em especial e não só da construção civil no país.
Aumento das bolsas JÁ! 
A corrupção de prioridades do governo Dilma Rousseff
Por João Telésforo Medeiros Filho, de Brasil e desenvolvimento:

A querida Presidenta Dilma (querida da grande imprensa, ao menos, neste início de mandato…) está procedendo a corte de 15% no orçamento da CAPES, além de 10% no do Ministério da Educação.
Cortar investimentos em educação, ciência e tecnologia para quê?
A) Gastos crescentes com juros da dívida pública (decorrentes do aumento da taxa SELIC), de modo a aumentar ainda mais a concentração de renda no país
B) Gastos bilionários com a Copa do Mundo, incluindo a construção de estádios que se tornarão “elefantes brancos“
C) Construir o trem-bala ligando São Paulo ao Rio de Janeiro (certamente muito mais estratégico para o país do que escolas e universidades)
D) Aumentar os salários dos parlamentares
E) Todas as respostas anteriores estão corretas…
Só nos restam a indignação e a luta.
PS: Não deixe de subscrever o abaixo-assinado pelo reajuste do valor das bolsas de mestrado e doutorado, parte essencial de uma política de valorização da pesquisa e humanização das bolsas: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=anpg
Cortes orçamentários emperram o desenvolvimento
 

Nota do DCE da UnB
Logo no início do governo Dilma foi anunciado um corte orçamentário de 50 bilhões de reais. Argumentando-se que deveríamos alcançar metas de superávit primário e retirar os incentivos por meio da diminuição da demanda estatal para “manter a inflação sob controle”, foram cortados investimentos necessários para o desenvolvimento do país.
Este corte atinge, dentre outras áreas, as universidades públicas, que sofrerão redução de 10% em seu orçamento. Segundo notícia recente da UnB Agência, o corte na Universidade de Brasília pode chegar a 12 milhões de reais.
Mulheres atingidas por barragens participam de encontro nacional em Brasília
Entre os dias 4 e 7 de abril, cerca de 600 mulheres atingidas por barragens de todo o país estarão reunidas, em Brasília, para o Encontro Nacional das Mulheres – em luta por direitos e pela construção de um novo projeto energético popular. O evento, organizado pelo MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), será realizado no Parque da Cidade.
O Encontro terá o objetivo de discutir e analisar a realidade e as conseqüências da construção das barragens na vida das mulheres, traçar um plano de ação para que cada vez mais elas sejam ativas na luta e na organização e denunciar a violação dos direitos humanos das mulheres atingidas no processo de construção de barragens. Além disso, o Encontro culminará numa festa simbólica dos 20 anos de organização nacional do MAB.

segunda-feira, 28 de março de 2011

O PAC de Dilma escraviza trabalhadores em construção de hidrelétrica de Rondônia

Depois de cortar mais 50 bilhões do orçamento público da União para continuar encher a pança de rentistas, especuladores, banqueiros e corruptos. O governo Dilma experimenta em Porto Velho, o enfrentamento de trabalhadores com a miséria promovida por Dilma. Em Rondônia - Diferente do que informou a imprensa, a empresa Camargo Corrêa, e outras gatas, como chamam os trabalhadores, empresas que participam do consórcio da construção da hidrelétrica. O clima ficou tenso no canteiro de obras da Usina de Jirau, no rio Madeira, a 100 km de Porto Velho, quando milhares de trabalhadores foram abandonados pelo Sindicato da Construção Civil de Rondônia e a CUT, por ordens do Ministro da Casa Civil do Governo Dilma, o aviso foi repassada as direções pelegas pelo Sr. Gilberto Carvalho, enquanto os peões se aglomeravam na entrada da usina, em protesto, no canteiro da obra permaneciam apenas os que estavam alojados.
Revolta dos operários na Usina de Jirau
Nota do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) sobre a revolta dos operários na Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia


Nesta semana acompanhamos a revolta dos operários na Usina Hidrelétrica de Jirau contra as empresas que controlam a barragem. Existem informações de que os mais de 15 mil operários da obra estão em situação de superexploração, com salários extremamente baixos, longas jornadas e péssimas condições de trabalho, que existe epidemia de doenças dentro da usina e não existe atendimento adequado de saúde, que o transporte dos operários é de péssima qualidade, sofrem com a falta de segurança e que mais de 4.500 operários estão ameaçados de demissão. Esta é a realidade da vida dos operários.