Mostrando postagens com marcador Edleuzo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Edleuzo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de julho de 2011

Edleuzo fala sobre tráfego aéreo na TV Senado
TV Senado

O presidente da Associação Brasileira de Controladores de Tráfego Aéreo, Edileuzo Cavalcante, adverte para as precárias condições do controle do tráfego aéreo nos aeroportos brasileiros. Ele se queixa das condições de trabalho vividas pela categoria, ressalta que o número de controladores continua insuficiente. Exibição 25/06/2011.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Edleuzo Cavalcante representa Brasil em infra-estrutura de transporte
A aviação é uma questão internacional e torna-se um assunto ainda mais global por ocasião de grandes eventos como a Copa do Mundo e Olimpíadas, a serem sediados pelo Brasil. A Associação Brasileira dos Controladores de Tráfego Aéreo (ABCTA) recebeu o convite para participar da conferência Air Traffic Management Latin America, nos dias 22 e 23 de novembro de 2011. O tema é a infra-estrutura de transporte. Edleuzo Cavalcante, presidente desta categoria de luta, representará os controladores. Esses são trabalhadores que zelam cuidadosamente dos voos nas rotas e procedimentos dos aviões, garantindo a segurança de milhões de brasileiros, além da geração de riquezas.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Quase acontece de novo - Com entrevista de Edleuzo Cavalcante
Jato faz manobra de emergência para evitar colisão em Brasília e reaviva o temor de tragédias
Matéria da Revista Veja, edição 2219, de 1º de junho de 2011.
Foto: Sebastião Moreira/AE
Desastre no ar - Cinco anos depois do acidente da Gol, que deixou 154 mortos, persistem as deficiências no controle aéreo

O choque entre um avião da Gol e um jatinho nos céus da Amazônia, em setembro de 2006, ceifou 154 vidas e expôs as mazelas do sistema de controle aéreo brasileiro: falta de controladores, sobrecarga de trabalho e a existência das chamadas zonas cegas, áreas do território nacional que não contam com cobertura de radar. Passados cinco anos, os perigos de voar continuam os mesmos. Na segunda-feira passada, os passageiros de um voo da TAM entre São Paulo e Brasília viram-se próximos de uma nova tragédia. Cerca de quinze minutos antes do pouso, o piloto assustou os passageiros ao fazer uma manobra brusca para cima. A explicação veio pouco depois: o comandante informou que o sistema anticolisão do Airbus A319 detectara outro avião no caminho. Ao longo da semana, VEJA apurou as causas do incidente e descobriu que foi a negligência de um controlador que pôs as duas aeronaves em perigo. Ele simplesmente havia se esquecido da descida do Airbus e autorizou o monomotor a subir. Um descuido que poderia ter custado a vida dos mais de 100 passageiros a bordo. Esse tipo de episódio tem se tornado mais comum na rotina do tráfego aéreo brasileiro do que parece tolerável.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Continuamos em rota de colisão - Matéria com Edleuzo Cavalcante
Por Humberto Maia Junior, Leonel Rocha e Letícia Fenil, de Revista Época
Quase cinco anos após o acidente do voo 1907, três pessoas foram condenadas por negligência. Mas o ambiente que permitiu a tragédia pouco mudou
Uma das maiores tragédias da aviação comercial brasileira, a queda do Boeing da Gol que fazia o voo 1907 em setembro de 2006, recebeu na semana passada dois aguardados julgamentos da Justiça. Na segunda-feira 16, os pilotos americanos do jato Legacy que se chocou com o avião sobre a Amazônia foram condenados a quatro anos e quatro meses de prisão. A pena dada a Joseph Lepore e Jan Paul Paladino foi substituída por serviços comunitários, que poderão ser prestados nos Estados Unidos, onde ambos vivem. Três dias depois, o juiz federal Murilo Mendes, de Sinop, Mato Grosso, condenou o controlador Lucivando Tiburcio a três anos e dois meses de prisão por imperícia. No mesmo julgamento, o controlador de tráfego aéreo e ex-sargento da Aeronáutica Jomarcelo Fernandes dos Santos foi absolvido da acusação de negligência.