Mostrando postagens com marcador Inglaterra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inglaterra. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Grã Bretanha: Chamamento a criar um partido de esquerda
Por Ken Loach, Kate Hudson, Gilbert Achcar, em Fundação Lauro Campos
 

The Spirit of ´45 (O espírito de 45), o novo filme de Ken Loach é um documentário, baseado em imagens de arquivo, que relata o nascimento do Estado de bem-estar social no Reino Unido no fim da guerra, sob o mandato do governo laborista de Clement Attlee. Aquele período esteve marcado por uma onda de nacionalizações sem precedentes – e sem equivalência nos países ocidentais – assim como pela criação do NHS, (o sistema público de saúde), entre outras coisas.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Um outro olhar sobre os distúrbios de Londres
Quem são as "bestas selvagens" inglesas?
Por Marcelo Justo*
Tradução: Katarina Peixoto
Com mais de 2.300 prisões e mais de 1.200 processados por roubo ou violência, o desfile pelos tribunais não mostrou nenhuma “besta selvagem”. Ao invés disso, o perfil dos acusados surpreendeu os britânicos que tiveram que enterrar a primeira caracterização simplista – negros, afrocaribenhos, pobres e excluídos. Designers gráficos, estudantes universitários, professores, adolescentes, púberes, desempregados, marginais, um aspirante a entrar no exército, uma modelo: a variedade desafia qualquer estereótipo. O artigo é de Marcelo Justo, direto de Londres.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Auditoria da dívida é alternativa à crise
Por Auditoria cidadã da dívida
A Revista inglesa “Red Pepper” traz a reportagem “Behind the Bankers` Mask”, mostrando que a auditoria da dívida tem sido uma alternativa cada vez mais procurada pelos movimentos sociais em vários países para o enfrentamento da crise. A revista traz entrevista com Maria Lucia Fattorelli, falando sobre a experiência brasileira da Auditoria Cidadã da Dívida, e também mostra a auditoria do Equador e as articulações pela auditoria na Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha, e agora na Inglaterra.
Conforme mostra a reportagem, “The economic crisis has led activists in countries such as Greece and Ireland to look to developing countries for models of how to fight an all-powerful, self-serving financial system that forces ordinary people to pay the price for its failures. From Dublin to Harare, the call for ‘debt audits’ is being taken up as a vital first step towards educating and mobilising people against an unjust financial system that benefits the few at the expense of the many.”

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Crise financeira mostra regime em beco sem saída, diz Chesnais
Por Eleonora de Lucena, em Folha - entrevista completa

A crise financeira não tem final à vista. O modelo de crescimento baseado em endividamento, seguido nos países ricos, está num beco sem saída. E o calcado em exportações de insumos --como o do Brasil-- pode não funcionar por muito tempo.
A análise é do economista marxista francês François Chesnais, 77, professor emérito da Universidade de Paris 13 e autor de "A Mundialização do Capital" (1996) e organizador de "A Finança Mundializada" (2005).

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Revolta da juventude inglesa. Muro de Berlim do capitalismo está caindo
Veja o vídeo e tire suas próprias conclusões sobre a revolta social dos jovens pobres na Inglaterra e a cobertura da Globo.
Entrevista com o sociólogo Silvio Caccia Bava

domingo, 27 de março de 2011

Manifestação popular em Londres
 Foto: Lefteris Pitarakis/AP

Clique para a matéria do Jornal Nacional.

500 mil ingleses manifestam-se contra medidas de austeridade 

De Jornal de Notícias (português adaptado):

Milhares de pessoas participaram, este sábado, em Londres, de manifestação contra os cortes de gastos e medidas de austeridade promovidas pelo governo conservador britânico. A "Marcha para a Alternativa" já foi considerada a maior da última década.

 
foto CARL COURT/AFP
500 mil ingleses manifestam-se contra medidas de austeridade

 
As centrais sindicais estimaram uma adesão de cerca de 500 mil pessoas. Mais de 800 ônibus e dez três foram colocados à disposição para levar pessoas de outras cidades até Londres. O protesto decorreu sob vigilância de 4500 policiais que, apesar disso, não conseguiram evitar os confrontos.
A marcha, inicialmente anunciada como pacífica, foi convocada pelos principais sindicatos britânicos em Outubro para coincidir com a semana da apresentação do orçamento (apresentado há três dias) e também com a altura em que muitos cortes orçamentais começaram a surtir efeito. O desfile começou na estação de Victoria Embankment e foi até ao Hyde Park, local escolhido para o comício.

quinta-feira, 24 de março de 2011

A revolução árabe e a política do imperialismo: um debate necessário.
Por Pedro Fuentes, Secretário de Relações Internacionais do PSOL
 
1. A intervenção das potências imperialistas para fazer a zona de exclusão e desta maneira intervir na guerra civil da Líbia suscitou um legítimo debate (sobretudo entre socialistas e anti-imperialistas da América Latina) a respeito de qual deve ser a posição da esquerda diante da revolução árabe a partir desta intervenção. Uma parte muito importante destes setores haviam apoiado as revoluções democráticas na Tunísia e Egito com certo receio, e agora passaram a dizer que a política deve ser essencialmente a luta contra a intervenção imperialista. Em algumas declarações surgiu até a idéia de que caso não se derrote o imperialismo na Líbia, este vai avançar sobre Cuba e Venezuela. Neste sentido, criticou-se a resolução votada por unanimidade na Executiva Nacional do PSOL, porque seguimos defendendo a centralidade da luta contra Khadaffi, sem ignorar o perigo da intervenção imperialista no processo revolucionário árabe como um todo.