Mostrando postagens com marcador Europa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Europa. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Grã Bretanha: Chamamento a criar um partido de esquerda
Por Ken Loach, Kate Hudson, Gilbert Achcar, em Fundação Lauro Campos
 

The Spirit of ´45 (O espírito de 45), o novo filme de Ken Loach é um documentário, baseado em imagens de arquivo, que relata o nascimento do Estado de bem-estar social no Reino Unido no fim da guerra, sob o mandato do governo laborista de Clement Attlee. Aquele período esteve marcado por uma onda de nacionalizações sem precedentes – e sem equivalência nos países ocidentais – assim como pela criação do NHS, (o sistema público de saúde), entre outras coisas.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O mundo dos indignos parindo a luta dos indignados
Por Bernardo Corrêa, militante do MES-PSOL (Presidente do PSOL-Porto Alegre)

A burguesia, porém, não forjou somente as armas que lhe darão morte; produziu também os homens que manejarão essas armas – os operários modernos, os proletários.
Com o desenvolvimento da burguesia, isto é, do capital, desenvolve-se também o proletariado, a classe dos operários modernos, que só podem viver se encontrarem trabalho, e que só encontram trabalho na medida em que este aumenta o capital.

- K. Marx e F. Engels

O mais recente impulso à reprodução ampliada de capital dos últimos trinta anos, que é a descoberta da microeletrônica e a utilização da internet para além de âmbitos militares, se converte, no presente, em uma arma na mão de novas gerações “indignadas” com suas condições de vida. A alta capacidade de comunicação que estas novas tecnologias poduziram, trouxeram dois fenômenos novos (contraditórios e marcados objetivamente por condições distintas) para o conjunto da sociedade que merecem ser observados.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Informações da Grécia
Por Syriza, traduzido por Luciana Genro

Traduzo para todos o informe que acabo de receber direto da Grécia, dos companheiros da Syriza, sobre a luta em curso!

Hoje à noite, e depois de um “processo expresso” completamente anti-constitucional , que durou menos de 24 horas, o Parlamento grego votou a favor das novas medidas de  austeridade  prescritas nos 800 páginas (!) Do Memorando (3 cortes de 13,5 mil milhões de euros ).

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Entrevista a Alexis Tsipras: "O dracma não é opção"
A política de austeridade extrema está a levar a União Europeia pela rua abaixo em direção ao desastre, diz Alexis Tsipras, líder da Syriza, e apenas uma mobilização popular ampla a pode parar.

Entrevista de George Gilson, do Athens News. Em Esquerda.net

"A Europa não deve continuar a ser mantida refém dos bancos", defende Alexis Tsipras.

Tsipras apela a uma solução inclusiva para a dívida da União Europeia (UE) do Sul, ligando o serviço da dívida ao crescimento, e insiste que os credores nunca recuperarão o seu dinheiro se o memorando for executado. Apoia uma reforma da administração pública com avaliações de desempenho, mas insiste que os despedimentos coletivos em massa destruirão a administração pública e que o governo vê as avaliações como um pretexto para esses despedimentos.

terça-feira, 17 de julho de 2012


Como os eurocratas adiam o ponto crítico
Por Slavoj Zizek, Folha de SP

O resultado das eleições gregas de 17 de junho a vitória apertada do partido conservador Nova Democracia sobre o esquerdista Syriza e a formação de um governo de coalizão pró-europeu suscitou, previsivelmente, um gigantesco suspiro de alívio em toda a Europa: a catástrofe tinha sido evitada por pouco, o euro e a unidade europeia prevaleceram...


O que aconteceu, na realidade, foi que se perdeu uma oportunidade única para a Europa finalmente encarar a profundidade de seu impasse econômico e político. O suspiro de alívio queria dizer: evitamos despertar, podemos continuar a sonhar. Recentemente, Richard Quest, da CNN, propôs uma metáfora adequada para descrever esse sonhar quando comparou as autoridades europeias aos proverbiais malabaristas do circo.

sábado, 16 de junho de 2012

A hora grega
Por Israel Dutra*, em Fundação Lauro Campos

GréciaAs eleições gregas do domingo dia 17 estão sendo acompanhadas com o mesmo interesse de uma eleição presidencial estadunidense. Editoriais e articulistas dos principais jornais do mundo tratam diariamente das pesquisas eleitorais, realizando prognósticos, discutindo seus desdobramentos, causas e efeitos. A coalizão da esquerda radical, Syriza, que lidera algumas pesquisas de opinião, é notícia por todo o planeta.A imagem de seu líder Alex Tsipras se tornou conhecida por milhões. Não apenas estudiosos em ciência política ou especialistas em relações internacionais estão discutindo a próxima eleição grega. E tem razão quem coloca este tema como central na pauta do mundo: o resultado eleitoral terá inevitável consequência para o futuro próximo da União Europeia, em meio à mais grave crise do Euro e do capitalismo no século XXI.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Compreenda a Syriza, o PSOL grego
Por Stathis Kovelakis, entrevistado por Philippe Marlière, em Mediapart
Traducción: Faustino Eguberri para Viento Sur

“Syriza es la expresión de una nueva radicalidad de izquierda”

Stathis Kovelakis es profesor de filosofía política en el King’s College de Londres y un intelectual muy conocido en la izquierda francesa y griega. Fue candidato (en una posición no elegible) en las listas de Syriza para las elecciones del 6 de mayo de 2012 y vuelve a serlo en los próximos comicios del 17 de junio. Pocos días antes de las nuevas elecciones legislativas, cuando la mayoría de los sondeos sitúan a Syriza por delante de Nueva Democracia (derecha), parece conveniente saber más cosas de Syriza, una formación de izquierda radical que es relativamente desconocida fuera de Grecia. En esta entrevista, Stathis Kuvelakis analiza Syriza y explica los orígenes de esta coalición de partidos, describiendo asimismo la sociología de su militancia y de su electorado y abordando sus referencias ideológicas. Detalla las razones del notable avance de Syriza el pasado mes de mayo, así como su postura ante la cuestión de la deuda y de los socios de la zona del euro.

quinta-feira, 14 de junho de 2012


Notas de Atenas (I): "Um governo de esquerdas deve existir agora porque depois pode ser demasiadamente tarde"
Por Jorge Costa, Bloco de esquerda
O dirigente bloquista Jorge Costa está em Atenas, onde tem participado na campanha da Syriza. Nestas “Notas de Atenas” relata ao esquerda.net as suas impressões acerca do momento político grego, em vésperas das eleições que podem trazer mudança à Europa asfixiada pela austeridade e o roubo.Artigo |14 Junho, 2012 – 09:53
Comício Syriza em Patras.
Mulheres com crianças, muitos reformados, poucos jovens. A Grécia acaba de perder com a República Checa e a noite cai sobre o jardim central de um subúrbio de Atenas – Kamatero. Uma carrinha carregada de polícias parece um exagero num comício de bairro. O aparato surpreende a própria Rena Dourou, deputada do Syriza cuja presença ali é a justificação dada pelo comandante para todo aquele aparato. Há uma semana, Rena foi atacada por um nazi do partido Aurora Dourada em directo na televisão. Antes de fugir do estúdio, o gangster ainda bateu numa deputada comunista e, desde então, anda a monte. Mas no jardim de Kamatero, os apoiantes do Syriza e a polícia olham-se com distância. Um estudo de opinião recente indica que, nas eleições do início de Maio, o partido nazi foi o mais votado entre os membros das forças especiais e de choque, muito aumentadas em número pelo Pasok nos últimos anos.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Democracia, o novo fantasma dos mercados 
Slavoj Žižek analisa: grande novidade na Grécia é chance de uma alternância real de políticas. Por isso, começou o terrorismo midiático

Por Slavoj Žižek, na London Review of Books | Tradução: Vila Vudu, em Outras palavras

“O sujeito que odeia os progressistas em Londres,
apresenta-se como progressista na África”
[Chesterton, 1808, loc. cit. (Nota 1) [NTs].

Imagine uma cena de um filme distópico que mostre nossa sociedade num futuro próximo. Guardas uniformizados patrulham ruas semivazias dos centros das cidades, à caça de imigrantes, criminosos e desocupados. Os que encontram, os guardas espancam. O que parece fantasia de Hollywood já é realidade hoje, na Grécia. Durante a noite, vigilantes uniformizados com as camisas negras do partido neofascista Golden Dawn [Aurora Dourada], de negadores do Holocausto –, que receberam 7% dos votos no segundo turno das eleições gregas e que contam com o apoio, como ouve-se pela cidade, de 50% da polícia de Atenas – patrulham as ruas, espancando todos os imigrantes que cruzem seu caminho: afegãos, paquistaneses, argelinos. É como a Europa defende-se hoje, na primavera de 2012.

quarta-feira, 23 de maio de 2012


Solidariedade com Syriza
PSOL

Na Grécia os trabalhadores e o povo em geral resistem bravamente com mobilizações em massa e greve geral desde 2009 aos planos de ajuste da crise ditados pelo capital financeiro e as classes dominantes européias. Pela primeira vez desde que a crise começou em 2007, há a possibilidade de se ter um governo que sirva aos interesses da população grega. A Grécia está falida e seu povo na miséria. Respondendo fielmente aos interesses da ditadura dos mercados de capitais financeiros os últimos governos gregos reduziram salários, elevaram as taxas de desemprego a mais de 20%, alcançando 50% entre os jovens, e uma dívida impagável com o capital internacional. Na prática privatizam os lucros e socializam os prejuízos.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Primeiro balanço da greve geral na Espanha.
Por Israel Dutra
Apesar dos pesados ataques da confederação patronal e do governo, a voz da classe se fez ouvir. A reforma trabalhista mais dura da história do país sofreu um golpe nas ruas. Com uma adesão de 85% do conjunto dos assalariados formais do país, a greve marcou o dia na Europa. Além dos transportes e dos serviços públicos paralisados, o peso da greve na indústria foi histórico. Para se ter uma ideia o consumo de energia caiu em 24, 8% em todo país.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Entre o desastre e o futuro — a luta do povo grego


* Por Nathalie Drumond e Israel Dutra, Grupo de Trabalho Nacional do Juntos! - Blog do Juntos
A pergunta que surge aos olhos dos milhões que assistem no mundo ao processo de desintegração da Grécia é clara: até quando? O país assiste a uma espoliação sem limites. Em resposta encontramos inúmeros embates nas ruas, fábricas, bairros e universidades.
Como na versão de Ésquilo de Prometeu, estaria a nação grega acorrentada, vendo se repetir o ocaso de uma águia lhe acossar o fígado, mais e mais vezes? Estaria a Grécia fadada a aceitar este ciclo de miséria? Ou ao contrário, o povo com a maior tradição de lutas na Europa, que derrotou a ocupação otomana, as tropas nazistas e o regime da ditadura dos coronéis vai vencer também a Troika, União Européia, BCE, FMI?
As batalhas do próximo período na Grécia devem responder a estas inquietações.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Onde vai parar as mobilizações populares na Europa?
Na Praça do Rossio, no coração de Lisboa, rodeado por bandeiras sindicais, pouco antes de iniciar a demonstração, Antonio Machado, 69, em vez de o poeta é como Sean Connery, disse: "Eu sou aposentado cobrando 1.400 €, não vai aumentar os anos de pensão, vou retirar o bônus, minha filha é 29 e está desempregado e vive em casa. E a minha história não é o pior. " Milhares de Português saíram às ruas ontem para protestar contra a situação económica que afoga o país e as medidas de austeridade do governo, de acordo com os manifestantes, sempre afogá-las.






A marcha culminou um dia de greve geral nos transportes públicos, que paralisou o país. Em Lisboa fechou o metro, o aeroporto e barcos entre as duas margens do estuário do Tejo foram aterrados. Os autocarros correm a metade do acelerador e escolas foram fechadas audiências adiadas e hospitais atrasaram a cirurgia e consultas regulares. O governo conservador de Pedro Passos Coelho desemprego minimizados, garantindo que apenas 10,5% dos trabalhadores do serviço público ficou em casa. Sindicatos levantou uma série de esse número, dizendo, por exemplo, que os enfermeiros destacados desemprego de 65% e da estrada de ferro chegou a 98%, houve vários hospitais que possuem apenas os serviços mínimos. Eles acrescentaram que o desemprego foi maior do que o célebre exatamente um ano atrás pelo mesmo motivo, mas contra o governo socialista de José Sócrates. E prometeu continuar a manifestação.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Auditoria da dívida é alternativa à crise
Por Auditoria cidadã da dívida
A Revista inglesa “Red Pepper” traz a reportagem “Behind the Bankers` Mask”, mostrando que a auditoria da dívida tem sido uma alternativa cada vez mais procurada pelos movimentos sociais em vários países para o enfrentamento da crise. A revista traz entrevista com Maria Lucia Fattorelli, falando sobre a experiência brasileira da Auditoria Cidadã da Dívida, e também mostra a auditoria do Equador e as articulações pela auditoria na Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha, e agora na Inglaterra.
Conforme mostra a reportagem, “The economic crisis has led activists in countries such as Greece and Ireland to look to developing countries for models of how to fight an all-powerful, self-serving financial system that forces ordinary people to pay the price for its failures. From Dublin to Harare, the call for ‘debt audits’ is being taken up as a vital first step towards educating and mobilising people against an unjust financial system that benefits the few at the expense of the many.”

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Professores entram em greve em todo o país
Por Auditoria cidadã da dívida
O Jornal Estado de São Paulo noticia a paralisação dos professores em 22 estados brasileiros, pelo cumprimento do piso salarial, que já foi confirmado até pelo Supremo Tribunal Federal. Ou seja: os governos estaduais não estão cumprindo uma ordem da Corte Suprema.
Sobre este tema, cabe ressaltar que, em 2010 o governo federal destinou 45% de seu orçamento para o pagamento da dívida pública e apenas 9,24% para as transferências a estados e municípios. Nas últimas décadas, a União tem aumentado a arrecadação das chamadas "contribuições", que não são repartidas entre os entes federados, e ainda nem são destinadas totalmente a suas finalidades originais, devido à existência de mecanismos como a DRU (Desvinculação das Receitas da União). No início do mês, o governo apresentou a Proposta de Emenda à Constituição nº 61/2011, que prorroga a DRU até dezembro de 2015, no sentido de continuar usando recursos da Seguridade Social e outras áreas sociais para o pagamento da dívida.

sábado, 13 de agosto de 2011

“Não é crise. É que não te quero mais”
Manuel Castells diz que, diante das novas turbulências financeiras, é preciso propor grandes mudanças — entre elas, reinvenção da democracia
Por Manuel Castells, La Vangardia | Tradução Cauê Seigner Ameni
- Publicado em Outras palavras
 
Quando milhares de [jovens] indignados, [que ocuparam as praças da Espanha], tiram de foco a “crise” e atacam diretamente o sistema que produz tantos desarranjos, estão sustentando algo importante. Querem dizer que é preciso ir à raiz dos problemas, olhar para suas causas. Porque se elas persistirem, continuarão produzindo as mesmas consequências.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Povo brasileiro já paga a conta da crise de Estados Unidos e Europa (crise do capitalismo)
Por Auditoria cidadã da dívida
A Folha Online mostra que a Presidente Dilma pediu ao Congresso que não aprove nenhum projeto que aumente os gastos públicos, nesta conjuntura de crise mundial. Em outras palavras: a crise global já está se traduzindo em pesados custos para o povo brasileiro, que continuará sofrendo com a manutenção de pesados cortes de gastos sociais, e com a recusa governamental a qualquer reajuste para o funcionalismo público. Também ficam obstruídas diversas propostas legislativas como a Proposta de Emenda à Constituição nº 300 (que poderia aliviar o arrocho salarial dos bombeiros e da polícia), da regulamentação da Emenda Constitucional 29 (que poderia gerar mais recursos para a saúde), ou do aumento dos recursos da Educação para 10% do PIB.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

300 mil 'indignados' realizam a maior manifestação da história de Israel
Mais de 300 mil “indignados” saíram no último sábado (06 de agosto) às ruas das principais cidades de Israel para protestar pelo alto custo da habitação, aluguéis e da vida em geral. A principal manifestação teve lugar em Tel Aviv, onde mais de 200 mil pessoas se concentraram em torno da praça Habima, próximo de onde foi levantado um acampamento de protesto.
“O povo quer justiça social” ou “Toda uma geração demanda um futuro”, coreavam os manifestantes, emulando as palavras de ordem popularizadas durante as revoltas árabes na Tunísia ou no Egito, e as manifestações de distintas cidades espanholas.

domingo, 7 de agosto de 2011

#Indignados - fotos da Espanha, M15
Por Jorge Antunes
A imprensa, como você deve imaginar, não publica muitas das fotos do movimento de Los Indignados (M 15).
Aqui estão algumas das fotos escondidas pela mídia burguesa conivente com a opressão dos donos do mundo.
Por favor, divulgue-as.


ESTAS SON LAS IMAGENES QUE NO SALEN POR LOS MEDIOS DE INCOMUNICACION

Para que el mundo conozca el movimiento que están generando nuestros hermanos españoles. Si puedes y estás de acuerdo, difunde estas fotos sino, elimínalas. Gracias

http://a8.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/250967_218411684844911_100000282423903_829822_6752447_n.jpg

http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/246663_1732303949777_1303861131_31535354_6425988_n.jpg

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Declaração da Conferência Nacional do NPA para a eleição presidencial
Na Grécia, Espanha e em todo o mundo árabe, milhões de manifestantes protestam contra a política das classes dominantes e dos Estados de fazer os trabalhadores e povos pagarem a crise. Na França, o patronato, Sarkozy e seu governo estão engajados em ataques violentos e reacionários contra os trabalhadores, as trabalhadoras, todas as mulheres, os jovens e os imigrantes. O NPA tem consistentemente, desde a sua criação, proposto a mais ampla unidade para o enfrentarmento a esses ataques, estimulado e participado de todos os quadros unitários que podem ser úteis nesse sentido.