O Distrito Federal não merece Agnelo!
Por PSOL, PSTU e PCB
O povo do Distrito Federal não suporta mais tantas denúncias de corrupção contra os políticos e governantes locais. Nos últimos anos, os governos de Roriz e de Arruda deixaram um rastro de fraudes e roubo do dinheiro público.
Agora, Agnelo Queiroz, o governador com o pior índice de desempenho medido pelos institutos de pesquisa do Brasil e citado em vários trechos das fitas da CPI do Cachoeira-Demóstenes, tem que se explicar diante dos Senadores e Deputados que investigam uma das maiores fraudes realizadas no Brasil com o dinheiro público.
Seu governo nada mais é do que a continuidade do rorizismo e do arrudismo. Um governo de unidade entre petistas e pemedebistas. É preciso lembrar que Tadeu Filipelli, que foi o homem forte de Joaquim Roriz, é atualmente o vice governador do Distrito Federal. Agnelo foi obrigado a demitir Claudio Monteiro, de sua extrema confiança, que foi chefe de gabinete, depois que teve seu nome citado nas fitas do esquema criminoso do bicheiro Cachoeira.
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terça-feira, 12 de junho de 2012
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
Juntos! pelo Fora Agnelo!
Por Juntos
O Juntos! vem há mais de um ano organizando e mobilizando a juventude indignada. Em todos os cantos do Brasil manifestações contra o aumento das passagens, em defesa da educação pública, dos direitos das mulheres, dos homossexuais, contra Belo Monte e as alterações no Código Florestal têm reunido milhares de jovens nas ruas e praças do país. É hora de também nos ocuparmos do que passa nos bastidores do Governo do Distrito Federal, construindo um amplo e sonoro movimento que clama pela saída de Agnelo!
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Madraçais, lixeiras e lamaçais: as distâncias conturbadas entre a ética, a moral e a lei
Ninguém é perfeito. Com o tempo, a gente vai evoluindo cada vez mais, superando e tentando corrigir os erros.
Essa reflexão me assalta, porque me lembrei de que em 1994 eu ainda era militante do PT e membro da Comissão de Cultura do partido. Portanto eu era, naquele ano, um apoiador da candidatura Cristóvam ao governo do DF. Na Comissão de Cultura havíamos estabelecido que, ao tomar posse em janeiro de 1995, Cristóvam realizaria auditoria interna na Fundação Cultural.
Vencemos as eleições. Ao tomar posse o governador Cristóvam se negou a cumprir com o que havia sido estabelecido pela Comissão de Cultura do PT. Cristóvam negou-se a realizar a auditoria. Tampouco quis promover qualquer averiguação interna.
O argumento de Cristóvam era o seguinte: "corremos o risco de não descobrir qualquer irregularidade e, com isso, passar um atestado de idoneidade e honestidade ao Roriz".
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Mais uma sujeira do Alírio Neto, do governo Agnelo e Arruda
Fernanda Odilla, Filipe Coutinho, da Folha:
Tribunal apura irregularidades em benefício dado pelo governo do DF
O atual secretário de Justiça do governo do petista Agnelo Queiroz no Distrito Federal é alvo de processo no Tribunal de Contas do DF, que apura se ele foi beneficiado de forma irregular por programa de incentivo fiscal e econômico do próprio Executivo.
A empresa de Alírio Neto (PPS) foi contemplada com um desconto de mais de 50% para comprar um lote público no Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico, Integrado e Sustentável do DF, o Pró-DF.
O benefício foi concedido em janeiro passado, durante a gestão do então governador José Roberto Arruda, que já era investigado por suspeita de comandar o mensalão do DEM. O secretário nega ter sido privilegiado.
Fernanda Odilla, Filipe Coutinho, da Folha:
Tribunal apura irregularidades em benefício dado pelo governo do DF
O atual secretário de Justiça do governo do petista Agnelo Queiroz no Distrito Federal é alvo de processo no Tribunal de Contas do DF, que apura se ele foi beneficiado de forma irregular por programa de incentivo fiscal e econômico do próprio Executivo.
A empresa de Alírio Neto (PPS) foi contemplada com um desconto de mais de 50% para comprar um lote público no Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico, Integrado e Sustentável do DF, o Pró-DF.
O benefício foi concedido em janeiro passado, durante a gestão do então governador José Roberto Arruda, que já era investigado por suspeita de comandar o mensalão do DEM. O secretário nega ter sido privilegiado.
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terça-feira, 29 de março de 2011
Ao Exmo. Procurador-Geral da República,
Sr. Roberto Monteiro Gurgel Santos
Procuradoria-Geral da República
SAF Sul Quadra 4 Conjunto C – Brasília/DF
FRANCISCO RODRIGUES DE ALENCAR FILHO, brasileiro, Deputado Federal pelo PSOL/RJ, Líder do Partido na Câmara dos Deputados, domiciliado em Brasília-DF, gabinete 848 do Anexo IV da Câmara dos Deputados; IVAN VALENTE, brasileiro, Deputado Federal pelo PSOL/SP, domiciliado em Brasília, no gabinete 716 do anexo IV da Câmara dos Deputados; JEAN WYLLYS DE MATOS SANTOS, brasileiro, Deputado Federal pelo PSOL/RJ, domiciliado em Brasília, gabinete 646 do Anexo IV da Câmara dos Deputados; MARINOR JORGE BRITO, brasileira, Senadora da República pelo PSOL/PA, Líder do Partido no Senado Federal, domiciliada em Brasília, gabinete 49 da Ala Tancredo Neves do Senado Federal; e RANDOLPH FREDERICH RODRIGUES ALVES, brasileiro, Senador da República pelo PSOL/AP, domiciliado em Brasília, gabinete 17 da Ala Teotônio Vilela do Senado Federal; vêm diante de Vossa Excelência, com fundamento no art. 127, caput e art. 129, II, III e VIII, ambos da Constituição Federal e nos termos da Lei Complementar nº 75, de 1993, destacadamente os dispositivos do art. 6º, VII, alíneas “a” e “b” e incisos XIV, “a” e “f”, XVII, do mesmo diploma, apresentar a sua preocupação com relação aos fatos a seguir delineados.
Sr. Roberto Monteiro Gurgel Santos
Procuradoria-Geral da República
SAF Sul Quadra 4 Conjunto C – Brasília/DF
FRANCISCO RODRIGUES DE ALENCAR FILHO, brasileiro, Deputado Federal pelo PSOL/RJ, Líder do Partido na Câmara dos Deputados, domiciliado em Brasília-DF, gabinete 848 do Anexo IV da Câmara dos Deputados; IVAN VALENTE, brasileiro, Deputado Federal pelo PSOL/SP, domiciliado em Brasília, no gabinete 716 do anexo IV da Câmara dos Deputados; JEAN WYLLYS DE MATOS SANTOS, brasileiro, Deputado Federal pelo PSOL/RJ, domiciliado em Brasília, gabinete 646 do Anexo IV da Câmara dos Deputados; MARINOR JORGE BRITO, brasileira, Senadora da República pelo PSOL/PA, Líder do Partido no Senado Federal, domiciliada em Brasília, gabinete 49 da Ala Tancredo Neves do Senado Federal; e RANDOLPH FREDERICH RODRIGUES ALVES, brasileiro, Senador da República pelo PSOL/AP, domiciliado em Brasília, gabinete 17 da Ala Teotônio Vilela do Senado Federal; vêm diante de Vossa Excelência, com fundamento no art. 127, caput e art. 129, II, III e VIII, ambos da Constituição Federal e nos termos da Lei Complementar nº 75, de 1993, destacadamente os dispositivos do art. 6º, VII, alíneas “a” e “b” e incisos XIV, “a” e “f”, XVII, do mesmo diploma, apresentar a sua preocupação com relação aos fatos a seguir delineados.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Arruda, Delúbio e Kassab no reino da pequena política
Por Léo Lince
José Roberto Arruda, ex-governador do Distrito Federal e figura central do bem documentado mensalão do DEM, soltou o verbo sobre sua experiência vivencial nos labirintos do financiamento privado de campanha eleitoral.
Diante da pergunta – o senhor é corrupto? - Arruda forneceu a seguinte e espantosa resposta: "infelizmente, joguei o jogo da política brasileira. As empresas e os lobistas ajudam nas campanhas para terem retorno, por meio de facilidades na obtenção de contratos com o governo ou outros negócios vantajosos. Ninguém se elege pela força de suas idéias, mas pelo tamanho do bolso. É preciso de muito dinheiro para aparecer bem no programa de TV. E as campanhas se reduziram a isso".
A entrevista explosiva na "Veja Online", estranhamente, não apareceu na edição em papel da revista. Os grandes jornais tocaram no assunto em páginas secundárias e notas pequenas. Entre os acusados de participação direta no esquema estão os presidentes anterior e atual do DEM, o presidente e o secretário geral do PSDB, além de cabeças coroadas destes e de outros partidos. Ninguém, nos partidos da ordem dominante, protestou indignado. É a lei do silêncio que decorre da "naturalização" da maracutaia.
Por Léo Lince
José Roberto Arruda, ex-governador do Distrito Federal e figura central do bem documentado mensalão do DEM, soltou o verbo sobre sua experiência vivencial nos labirintos do financiamento privado de campanha eleitoral.Diante da pergunta – o senhor é corrupto? - Arruda forneceu a seguinte e espantosa resposta: "infelizmente, joguei o jogo da política brasileira. As empresas e os lobistas ajudam nas campanhas para terem retorno, por meio de facilidades na obtenção de contratos com o governo ou outros negócios vantajosos. Ninguém se elege pela força de suas idéias, mas pelo tamanho do bolso. É preciso de muito dinheiro para aparecer bem no programa de TV. E as campanhas se reduziram a isso".
A entrevista explosiva na "Veja Online", estranhamente, não apareceu na edição em papel da revista. Os grandes jornais tocaram no assunto em páginas secundárias e notas pequenas. Entre os acusados de participação direta no esquema estão os presidentes anterior e atual do DEM, o presidente e o secretário geral do PSDB, além de cabeças coroadas destes e de outros partidos. Ninguém, nos partidos da ordem dominante, protestou indignado. É a lei do silêncio que decorre da "naturalização" da maracutaia.
sexta-feira, 25 de março de 2011
'Deputado do PT me pediu dinheiro', diz Arruda à Justiça
De IG:
Ex-governador diz em depoimento que Chico Leite pediu recursos para tentar concorrer ao SenadoAdriano Ceolin e Severino Motta, iG Brasília
O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (ex-DEM) afirmou à Justiça que o deputado distrital Chico Leite (PT) participou do esquema de corrupção revelado pela Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal. É o primeiro parlamentar petista citado no escândalo. O iG obteve acesso a trechos do depoimento do ex-governador, prestado depois da eleição de 2010.
Manifesto pelo congelamento de enredo de Ópera de Rua
Não aguento mais!
Minha ópera de rua Auto do Pesadelo de Dom Bosco já está com treze personagens principais.
A obra que, no ano passado, tinha 70 minutos de duração, agora já vai para 80 minutos.
Peço encarecidamente ao Arruda, ao Chico Leite, ao Agnelo, ao Durval, ao Cristovam e à Celina que façam um acordo e que abafem as novas revelações que começam a vir à tona.
Jorge Antunes
Não aguento mais!
Minha ópera de rua Auto do Pesadelo de Dom Bosco já está com treze personagens principais.
A obra que, no ano passado, tinha 70 minutos de duração, agora já vai para 80 minutos.
Peço encarecidamente ao Arruda, ao Chico Leite, ao Agnelo, ao Durval, ao Cristovam e à Celina que façam um acordo e que abafem as novas revelações que começam a vir à tona.
Jorge Antunes
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quinta-feira, 24 de março de 2011
PSOL cobra investigação das denúncias de Arruda
A bancada do PSOL protocolou, na manhã desta quinta-feira 24, na Procuradoria Geral da República ofício no qual pede investigação dos fatos de corrupção divulgados por José Roberto Arruda, envolvendo a alta cúpula dos Democratas.
A bancada do PSOL da Câmara dos Deputados e do Senado Federal apresentaram ofício, nesta quinta-feira 24, na Procuradoria Geral da República, solicitando investigação das denúncias de corrupção envolvendo a alta cúpula do Partido Democratas, entre eles senadores e deputados federais. Os fatos foram divulgados por José Roberto Arruda, ex-governador do Distrito Federal e expulso do DEM, ao site da Revista Veja.
A bancada do PSOL protocolou, na manhã desta quinta-feira 24, na Procuradoria Geral da República ofício no qual pede investigação dos fatos de corrupção divulgados por José Roberto Arruda, envolvendo a alta cúpula dos Democratas.
A bancada do PSOL da Câmara dos Deputados e do Senado Federal apresentaram ofício, nesta quinta-feira 24, na Procuradoria Geral da República, solicitando investigação das denúncias de corrupção envolvendo a alta cúpula do Partido Democratas, entre eles senadores e deputados federais. Os fatos foram divulgados por José Roberto Arruda, ex-governador do Distrito Federal e expulso do DEM, ao site da Revista Veja.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Agnelo, Arruda, Roriz...
"Arruda elegeu-se à base de acordos costurados com o que de pior havia em Brasília, uma máfia cujo núcleo de poder era centralizado na Câmara Distrital com ramificações no empresariado local e no ministério público. Deu no que deu: uma cidade, a Capital da República, assaltada por uma quadrilha suprapartidária que levou os setores de Saúde, Educação, Transportes e Infraestrutura à falência. E um governador deposto e preso". Assim escreveu João Bosco Rabello, colunista do Estado de São Paulo.
O jornalista denuncia deputados distritais "aliados envolvidos nas falcatruas anteriores". E cita "parlamentares-empresários" que têm "contratos milionários com o governo, caso da deputada Eliana Pedrosa".
O jornalista conclui falando sobre o desgoverno existente em Brasília: com "nenhuma medida saneadora anunciada, nem uma menção a perspectivas de mudança, nenhum sinal de luz no fim do túnel".
Para ler o texto completo clique aqui.
"Arruda elegeu-se à base de acordos costurados com o que de pior havia em Brasília, uma máfia cujo núcleo de poder era centralizado na Câmara Distrital com ramificações no empresariado local e no ministério público. Deu no que deu: uma cidade, a Capital da República, assaltada por uma quadrilha suprapartidária que levou os setores de Saúde, Educação, Transportes e Infraestrutura à falência. E um governador deposto e preso". Assim escreveu João Bosco Rabello, colunista do Estado de São Paulo.
O jornalista denuncia deputados distritais "aliados envolvidos nas falcatruas anteriores". E cita "parlamentares-empresários" que têm "contratos milionários com o governo, caso da deputada Eliana Pedrosa".
O jornalista conclui falando sobre o desgoverno existente em Brasília: com "nenhuma medida saneadora anunciada, nem uma menção a perspectivas de mudança, nenhum sinal de luz no fim do túnel".
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