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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
A conversão política também tem impacto moral
Por Roberto Robaina, em Fundação Lauro Campos
O governador Tarso Genro escreveu um longo artigo sobre as relações entre a moral, a ética e a política. Começa suas considerações mencionando as experiências de Robespierre e dos bolcheviques russos. Como qualquer pessoa que acompanha a política hoje sabe que o PT atualmente não tem absolutamente nada que ver com as ricas experiências da revolução francesa, tampouco com a revolução russa, vou me poupar de acompanhar Tarso em suas andanças por outros tempos. Concentro-me na parte para a qual ele realmente quer nos levar em seu esforço. Diz claramente:
“ Um dos debates morais, de influência direta na política, que se trava aqui no Brasil no momento, está aberto pelo moralismo udenista, tanto promovido pela extrema esquerda anti-Lula, como pelo conglomerado demo-tucano. Trata-se da questão relacionada com a política de alianças, ou seja, a demonização do PT pela sua “abertura” na política de alianças. O ataque centra-se, principalmente, na consideração que o PT relaciona-se – para sermos delicados – com grupos e pessoas que tem métodos não republicanos de participação na gestão do Estado”.
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Local:
Brazil
sábado, 7 de maio de 2011
Viva a União Homoafetiva!!!!!
Por Wellington Rainho
Foi “autorizado” pela justiça brasileira (Supremo Tribunal), apesar dos protestos das IGREJAS, e de setores homo fóbicos da sociedade a União Homoafetiva.
Se dependesse do PARLAMENTO, creio que nunca passaria, pois a hipocrisia e os interesses econômicos impediriam os falsos, corporativos e ilustres parlamentares a tomar qualquer decisão de avanço democrático e popular. Afinal, representam de forma
c a r i c a t a a MORAL e a FAMÍLIA brasileira.
O que a justiça aprovou, foi o fim do preconceito, o fim do Bullying, tão discutido hoje em dia, contra um setor da população, que para se preservar, fugir das chacotas, em muitos casos, até se “escondiam em armário”. Tinham que viver, negando seu “EU”.
Por Wellington Rainho
Foi “autorizado” pela justiça brasileira (Supremo Tribunal), apesar dos protestos das IGREJAS, e de setores homo fóbicos da sociedade a União Homoafetiva.
Se dependesse do PARLAMENTO, creio que nunca passaria, pois a hipocrisia e os interesses econômicos impediriam os falsos, corporativos e ilustres parlamentares a tomar qualquer decisão de avanço democrático e popular. Afinal, representam de forma
c a r i c a t a a MORAL e a FAMÍLIA brasileira.
O que a justiça aprovou, foi o fim do preconceito, o fim do Bullying, tão discutido hoje em dia, contra um setor da população, que para se preservar, fugir das chacotas, em muitos casos, até se “escondiam em armário”. Tinham que viver, negando seu “EU”.
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