O mundo dos indignos parindo a luta dos indignados
Por Bernardo Corrêa, militante do MES-PSOL (Presidente do PSOL-Porto Alegre)
A burguesia, porém, não forjou somente as armas que lhe darão morte; produziu também os homens que manejarão essas armas – os operários modernos, os proletários.
Com o desenvolvimento da burguesia, isto é, do capital, desenvolve-se também o proletariado, a classe dos operários modernos, que só podem viver se encontrarem trabalho, e que só encontram trabalho na medida em que este aumenta o capital.
- K. Marx e F. Engels
O mais recente impulso à reprodução ampliada de capital dos últimos trinta anos, que é a descoberta da microeletrônica e a utilização da internet para além de âmbitos militares, se converte, no presente, em uma arma na mão de novas gerações “indignadas” com suas condições de vida. A alta capacidade de comunicação que estas novas tecnologias poduziram, trouxeram dois fenômenos novos (contraditórios e marcados objetivamente por condições distintas) para o conjunto da sociedade que merecem ser observados.
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quinta-feira, 25 de abril de 2013
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Não dá para perder: conferências de Slavoj Zizek e David Harvey
Por Roberto Robaina, Presidente da Fundação Lauro Campos
Um amigo de Zizek, mais velho que ele, e creio que um dos muitos inspiradores de sua obra, o filósofo marroquino-francês Alain Badiou, falava em quatro dimensões que uniam o desejo da filosofia e o desejo da revolução. Ele dizia, citando Rimbaud, que a filosofia era uma revolta lógica. Uma revolta lógica porque combina o desejo da revolução com o desejo da racionalidade. Uma revolução no pensamento e na existência, individual e coletiva. As quatro dimensões citadas por Badiou são o desejo da revolta, o desejo da lógica, o da universalidade e o do risco. Um revolucionário deseja que o povo se levante, se erga, mas quer que isso seja feito de modo racional e eficaz, não quer a barbárie e a mera fúria. Neste sentido exige uma forma de lógica histórica. Ele quer que seja um processo universal, internacional, não fechado em objetivos nacionais, raciais e religiosos. Por fim ele assume o risco de sua posição. Então, na ligação com a revolução, a filosofia não é um mero exercício abstrato. Já com Platão tratava-se de defender o diálogo, a linguagem, o direito à argumentação. Com Hegel e Marx a dimensão da revolução ganha escala. Quem puder ir, não pode perder a conferência de Zizek “ De Hegel a Marx…e de volta a Hegel! A tradição dialética em tempos de crise”.
Por Roberto Robaina, Presidente da Fundação Lauro Campos
Um amigo de Zizek, mais velho que ele, e creio que um dos muitos inspiradores de sua obra, o filósofo marroquino-francês Alain Badiou, falava em quatro dimensões que uniam o desejo da filosofia e o desejo da revolução. Ele dizia, citando Rimbaud, que a filosofia era uma revolta lógica. Uma revolta lógica porque combina o desejo da revolução com o desejo da racionalidade. Uma revolução no pensamento e na existência, individual e coletiva. As quatro dimensões citadas por Badiou são o desejo da revolta, o desejo da lógica, o da universalidade e o do risco. Um revolucionário deseja que o povo se levante, se erga, mas quer que isso seja feito de modo racional e eficaz, não quer a barbárie e a mera fúria. Neste sentido exige uma forma de lógica histórica. Ele quer que seja um processo universal, internacional, não fechado em objetivos nacionais, raciais e religiosos. Por fim ele assume o risco de sua posição. Então, na ligação com a revolução, a filosofia não é um mero exercício abstrato. Já com Platão tratava-se de defender o diálogo, a linguagem, o direito à argumentação. Com Hegel e Marx a dimensão da revolução ganha escala. Quem puder ir, não pode perder a conferência de Zizek “ De Hegel a Marx…e de volta a Hegel! A tradição dialética em tempos de crise”.
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
Venha para o PSOL – Um partido necessário
Atualmente em nossa sociedade uma ínfima minoria de milionários e poderosos vive explorando e oprimindo a maioria de nosso povo. Controla a economia e a política para manter e reproduzir sua vida de privilégios e de luxo. Creem que tudo tem preço, que tudo pode ser convertido em mercadoria. E todos os aparelhos do Estado, das Forças Armadas passando pelo parlamento e chegando até os grandes meios de comunicação, estão a serviço desta minoria. Não é diferente a situação dos partidos políticos. Distintas siglas defendem a mesma classe dominante. Seus líderes, deputados, senadores ou ministros defendem os interesses do capital e na maioria dos casos aceitam que até mesmo a honra seja mercantilizada.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Rede Globo: mais uma vez veicula fatos sem análises
Por Tatyana Luz, administradora e moradora do Arapoanga
Decepção! Esta é a palavra que resume o sentimento de quem vive o caos do transporte público no DF e principalmente os moradores dos bairros Arapoanga e Vale do Amanhecer em Planaltina/DF ao ver um meio de comunicação tão conceituado como a Rede Globo, publicar informações sem antes averiguar a veracidade dos fatos.
Favor não confundir Coopatram com as empresas de microônibus que são empresas que operam em linhas de circulares, onde a passagem é inferior realmente, pois são linhas curtas e carregam passageiros a todo momento.
Isso é desculpa para aumentar o valor das passagens e o usuário do DF que já paga a passagem mais cara do mundo, viver só para pagar passagem.
Se as coopertivas não dão conta de linhas pequenas, possuem competência para atuar em linhas grandes? A Coopatram é um exemplo disso.
Em primeiro lugar a situação da Coopatram é a pior por causa da falta de gestão, discernimento e comprometimento das obrigações por parte dos seus gestores. Esta cooperativa assumiu as linhas da Viplan (empresa de grande porte), que não quis renovar a frota e então foi aberta licitação para a melhoria do transporte público. Falar que uma linha onde uma meia viagem em um único ônibus, que em horário de pico carrega 130 passageiros a um valor de R$3,00, não é rentável é um absurdo. Se não é rentável pra esta cooperativa, não é por culpa da linha e sim por falta de gestão por parte da diretoria da mesma.
Favor não confundir Coopatram com as empresas de microônibus que são empresas que operam em linhas de circulares, onde a passagem é inferior realmente, pois são linhas curtas e carregam passageiros a todo momento.
Isso é desculpa para aumentar o valor das passagens e o usuário do DF que já paga a passagem mais cara do mundo, viver só para pagar passagem.
Se as coopertivas não dão conta de linhas pequenas, possuem competência para atuar em linhas grandes? A Coopatram é um exemplo disso.
Em primeiro lugar a situação da Coopatram é a pior por causa da falta de gestão, discernimento e comprometimento das obrigações por parte dos seus gestores. Esta cooperativa assumiu as linhas da Viplan (empresa de grande porte), que não quis renovar a frota e então foi aberta licitação para a melhoria do transporte público. Falar que uma linha onde uma meia viagem em um único ônibus, que em horário de pico carrega 130 passageiros a um valor de R$3,00, não é rentável é um absurdo. Se não é rentável pra esta cooperativa, não é por culpa da linha e sim por falta de gestão por parte da diretoria da mesma.
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