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quinta-feira, 12 de abril de 2012


IFB larga estudantes ao abandono e humilhações por conta do transporte coletivo
Por Rick Pereira, Tiago Evangelista, Carla Geane, Sueli Souza, Letícia, Elmar Fonseca, Mariana Maria, Namuhell Oliveira, Isaias Costa, Heitler, Carlos Mandrado, Thiago Martins, Gustavo Meneses, Camila Mariana, Juana de Carvalho, Ana Paula, Katrine Lopes, Joice Chaves, Deuber Severo, Antônio Vieira, Luiz Wagener, Fernando Soares, Camila Reis, Eder Alves, Wilsso Fonseca, Leinede Daiani, Maycon Silva, José Nilton, Gerivam Pereira, Douglas Santos, Anderson Moreira, André Melo, Natália Alves, Charlote Emanuele, Juliano Medeiros, Ismar Alves, Weder fernandes, Leunice Gozaga,Daniel Souza, Josué Teófilo, Eduard Dutra,JoaoVitor, Maria Raimunda,Altamir Antonio, Carlos Alberto, Marcus Fretes, Amanda Giovania, Juliana Santos, Maria Oliveira, Gabriela Bezerra, Liliana Fereira, Joao Paulo, Vitor Hugo, Michelli Ribeiro,Ana Maria, Daniel Francisco, Debora Gomes, Maria Mirtis, Guilherme Viana, Roberto da Silva,Jorge Lacerda, Diogo Kaiser.
 

O IFB é uma instituição FEDERAL que fica na zona rural de Planaltina-DF. Portanto, já dá para se imaginar a tremenda dificuldade que os estudantes enfrentam para chegarem ao IFB. São estudantes de diversas cidades-satélites que ficam bem distantes dali. A maioria dos estudantes acorda às 4 da madrugada para conseguirem pegar o ônibus na rodoviária do Plano Piloto exatamente às 6 da manhã. Mas o ônibus da linha 622, que é conhecido pelo nome de Colégio Agrícola, simplesmente não passa!

O maior problema é que só tem esta linha como opção para deixar os estudantes no IFB, mas nem com identificação o ônibus está vindo. Quando vem, está escrito com tinta branca de ENGRACHAR SAPATO!...  Cai a chuva, apaga tudo, não dá para ver nada. O ônibus atrasa e muitas vezes não passa mesmo, deixando os estudantes literalmente no pé, porque quando se perde este ônibus, os estudantes precisam pegar outros ônibus que não vão até o IFB. Por este motivo, os estudantes têm que andar 2 km de distância. Isto é uma humilhação e ao mesmo tempo um grande descaso com todos os estudantes do IFB, que chegam muito cansados por causa do estresse do ônibus. Mantenha-se calmo: o pesadelo não acabou! Quando chegam ao IFB são barrados no refeitório para não tomarem o café da manhã só porque não são residentes.





IFB, mas que vergonha! Estudante que não se alimenta direito também não rende direito em sala de aula.

Todas estas questões concernentes ao ônibus já foram levadas à coordenação. E, sabe o que fez a direção do IFB? ABSOLUTAMENTE NADA e só repetem que isto é um problema do DF-Trans. Mas nós sabemos que a Reitoria tem como dialogar e mudar esta história. Mas porque não tomam uma atitude, qual é o problema? Então, nós os estudantes do IFB exigimos aqui, por este meio de comunicação social do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) que, pelo menos, a Reitoria libere os ônibus que estão parados nos estacionamentos do IFB, no total de 3 ônibus, 1 micro-ônibus e 1 van, ou seja, 5 veículos disponíveis para pegar jovens que só querem estudar. É muito fácil resolver, pois se o governo corrupto do Agnelo, que é o governo do PT, o mesmo da Dilma, não quiser resolver o caos do transporte coletivo do DF, então liberem os ônibus que estão parados e sem função no IFB.

Que vergonha IFB, que vergonha governo federal: até na hora de sair ônibus do IFB às 18:00, ainda saindo às 20:00 da noite. Estudantes tiveram que acender até uma fogueira para não passarem frio na parada de ônibus! Diretores do IFB até foram conversar com um motorista, mas NADA FOI RESOLVIDO e continua tudo do mesmo jeito. Dilma, Agnelo, Direção do IFB, Coordenação e Reitoria do IFB e DF-Trans, nós não somos palhaços, somos estudantes, queremos estudar!

Educação não é favor, é direito!

Lutar para estudar, estudar para lutar!

Publicado em 12 de abril, às 17h18. Atualizado em 16 de abril, às 16h29.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Hasta la Vitoria!
Por Thalie Drumond, em Juntos. Publicado em 26 de agosto de 2011
Ontem foi um dia muito importante para os chilenos. Em todo o país ocorreu a maior marcha em 30 anos, desde a queda da ditadura de Pinochet. Aqui em Santiago se quer pude chegar ao ponto de concentração. Era impossível superar a quantidade de pessoas que ocupava as principais ruas da capital. Assim, era também difícil calcular o total de indignados reunidos. Porque uma única rua era insuficiente para todo mundo. Ocupávamos as vias principais, suas travessas, as avenidas paralelas.
Há milhões tomando as ruas de Santiago, hoje o Chile não vai dormir!
Por Thalie Drumond, em Juntos - juventude em luta! - Publicado originalmente em 25 de agosto de 2011
“Vamos compañeros, hay que poner un poco màs de empeño,salimos a la calle nuevamente,la educacion chilena no se vende, se defiende!”
Tentei por duas vezes escrever esta breve nota. Mas, há poucas horas fui interrompida duas vezes por enormes cacerolazos que aconteciam bem em frente à casa onde estou hospedada. Sem pestanejar, fui me juntar a eles. Cerca de uma hora depois, o cacerolazo ainda continua e passo a escrever o relato das últimas 24 horas sem poder ouvir direito o bater das teclas do computador. Enfim, melhor assim.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

UCB é pintada por todas as cores
Por Mariana Resende* com a colaboração de Jardel Santana**



Durante toda a semana passada, foram realizadas intensas atividades de debate e esclarecimento à comunidade acadêmica da Universidade Católica de Brasília. Estas atividades dizem respeito à I semana de Gênero da UCB, organizada pelo DIV’GÊ - Núcleo Discente de Diálogo em Gênero e Diversidades. Para fechar esta semana de muito trabalho, foi realizado um ato contra a homofobia no campus da universidade, quinta-feira, dia 11/08/2011.
Com mais de 200 estudantes presentes, o ato foi uma grande vitória para todo o movimento estudantil da Católica. Na noite de ontem, os mesmos ventos que sopram boas novas à juventude grega, que inspira esperança e a luta por direitos na juventude chilena, que fez com que o povo espanhol fosse às ruas lutar por melhores condições de vida, e responsável pelos levantes populares nos países árabes, soprou na UCB. Soprou, e soprou forte. Um ato que já não se via há algum tempo na universidade, entoava, em uníssono  “Aqui está presente o movimento estudantil”.

Boa surpresa no #foraricardoteixeira paulista

por Luiz Carlos Azenha, em Viomundo

Eu estava dentro do Pacaembu, treinando, quando o #foraricardoteixeira passou.
Parei para ver.
Menos gente que o esperado, mas ainda assim não é fácil juntar quatrocentas pessoas num sábado ensolarado em São Paulo para protestar.
Muito bem organizada a passeata.

domingo, 14 de agosto de 2011

Galeano afirma que estudiantes chilenos "están dando una lección de dignidad democrática"
De Telesur
El escritor uruguayo Eduardo Galeano expresó este martes su solidaridad y admiración con el movimiento estudiantil de Chile que desde hace meses está exigiendo en ese país suramericano una educación pública incluyente y de calidad. El literato afirmó que los jóvenes “demuestran que hay otro país posible” y que “están dando una lección de dignidad”.
En una carta publicada a través de la Asociación General de Autores del Uruguay (Agadu), Galeano enfatizó que los estudiantes chilenos están demostrando valentía y agradeció el coraje con el que los jóvenes luchan en defensa del derecho a la enseñanza.

sábado, 13 de agosto de 2011

“Não é crise. É que não te quero mais”
Manuel Castells diz que, diante das novas turbulências financeiras, é preciso propor grandes mudanças — entre elas, reinvenção da democracia
Por Manuel Castells, La Vangardia | Tradução Cauê Seigner Ameni
- Publicado em Outras palavras
 
Quando milhares de [jovens] indignados, [que ocuparam as praças da Espanha], tiram de foco a “crise” e atacam diretamente o sistema que produz tantos desarranjos, estão sustentando algo importante. Querem dizer que é preciso ir à raiz dos problemas, olhar para suas causas. Porque se elas persistirem, continuarão produzindo as mesmas consequências.

sábado, 23 de julho de 2011

O que é a Juventude Indignada?
Por Mariano Ernesto Tavosnaska
A juventude indignada faz o caráter intrínseco da mesma. Uma juventude calada, passiva, em um partido revolucionário, traz como resultado o conservadorismo no seio do partido. A juventude revolucionária é a vanguarda do partido e da revolução em uma sociedade determinada. Os jovens comunistas devem abraçar como guia,a práxis revolucionária e o materialismo dialético e devem priorizar nessa práxis, que contém dialeticamente: A teoria filosófica e a teoria política junto com a prática concreta em uma sociedade determinada. Esta ferramenta vai lhe permitir combater o revisionismo na teoria e na prática.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Mobilização na Espanha contra os políticos, empresários e banqueiros
Por Armando G. Tejeda - Correspondente de La Jornada
Tradução:  Marcello Barra
- No final do protesto em Madrid a polícia dispersou os manifestantes com balas de borracha.
- Redes
sociais na Internet são vitais para a divulgação das marchas em 50 cidades.
- Descontentamento em Madrid com o aumento da pobreza, o desemprego e a falta de oportunidades para os jovens.
 Milhares de pessoas, a maioria jovens, foram mobilizadas em 50 cidades espanholas no domingo para repudiar os políticos", "empregadores"e "banqueiros" ; denunciar as medidas financeiras dos governos e organizações internacionais que destroem as pessoas "comuns "; exigir "mais democracia", rejeitar o modelo econômico neoliberal e o atual modelo de ditadura partidocrática".

domingo, 15 de maio de 2011

A revolução árabe e um giro histórico também na juventude: vamos Juntos!
Por Gustavo Rego*
Desde o início do ano, o mundo parece ter se voltado para a região árabe. Onipresente na mídia, nas universidades, nos debates de boteco, a “Revolução Árabe” parece ter chacoalhado nossa realidade. O destaque que recebeu, e a denominação “revolução” não são por acaso. Esta é a maior mobilização política que a geração nascida entre os 80-90 já viu. Pela primeira vez, vimos a hegemonia do imperialismo sendo golpeada de forma significativa. Em meio à constante apatia e conformismo que vivemos, em que a participação política é vista com indiferença ou repulsa, presenciamos milhões de jovens e trabalhadores indo às ruas lutar por melhores condições de vida e por um mundo mais justo.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sindicatos e jovens foram os protagonistas
Tribuna do Norte
 

Em Porto Alegre, durante a última quinta-feira (14), o dirigente sindical tunisiano Amami Nizar, da Federação de Correios e Telégrafos da Tunísia e integrante da Liga de Esquerda Operária, explicou como ocorreu, por dentro, a primeira das revoltas populares que vem mudando o cenário político nos países árabes do Norte da África e Oriente Médio. Nizar participou de palestra na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, promovida pela Fundação Lauro Campos com apoio da Secretaria de Relações Internacionais do PSol.
Amami Nizar atua politicamente desde os anos 70, quando era estudante secundarista. Ajudou a fundar a Liga Comunista Revolucionária, no início dos anos 80, entidade filiada à Quarta Internacional. Passou a atuar no meio sindical a partir de 1990, quando ingressou nos correios e acabou tornando-se secretário-geral do sindicato da categoria. Nessa época, lutou contra a privatização dos correios na Tunísia e contra a precarização das condições de trabalho de vários setores.

terça-feira, 22 de março de 2011

As razões para o protesto Palestino do dia 15 de março

Por  Rawan Abu Shahla, pertence ao Grupo “ Jovens de Gaza Estouram” e vive em Gaza.

Do site Rebelión.org



Somos um grupo de jovens palestinos que nos unimos com o único propósito de deixar para trás nossas identidades e filiações políticas e decidimos colocar nossos melhores interesses comuns acima de tudo, e através da nossa bandeira da Palestina. Fizemos um chamado para manifestações pacíficas na terça feira dia 15 de março por toda nação Palestina: na Faixa de Gaza e Cisjordânia, nos territórios de 1948 e na diáspora palestina, convocando todo o nosso povo sob o mesmo lema: “O povo quer acabar com a divisão!”.

Convocamos a ação pacífica em apoio a unidade política palestina sob o mesmo símbolo: a Organização pela Libertação da Palestina (OLP).

terça-feira, 15 de março de 2011

As revoltas populares face ao neoliberalismo: do Egito ao Wisconsin, EUA

Vicenç Navarro  
Qui, 10 de Março de 2011 12:00

"Para nós, admitir que deixamos um pequeno grupo roubar praticamente toda a riqueza que faz andar nossa economia, é o mesmo que admitir que aceitamos, humilhados, a ideia de que, de fato, entregamos sem luta a nossa preciosa democracia à elite endinheirada. Wall Street, os bancos, os 500 da revista Fortune governam hoje essa República – e, até o mês passado, todos nós, o resto, os milhões de norte-americanos, nos sentíamos impotentes, sem saber o que fazer. Ninguém saiu às ruas. Não houve revolta. Até que...começou! Em Wisconsin!" -- Michael Moore