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terça-feira, 17 de julho de 2012
Como os eurocratas adiam o ponto crítico
Por Slavoj Zizek, Folha de SP
O resultado das eleições gregas de 17 de junho a vitória apertada do partido conservador Nova Democracia sobre o esquerdista Syriza e a formação de um governo de coalizão pró-europeu suscitou, previsivelmente, um gigantesco suspiro de alívio em toda a Europa: a catástrofe tinha sido evitada por pouco, o euro e a unidade europeia prevaleceram...
O que aconteceu, na realidade, foi que se perdeu uma oportunidade única para a Europa finalmente encarar a profundidade de seu impasse econômico e político. O suspiro de alívio queria dizer: evitamos despertar, podemos continuar a sonhar. Recentemente, Richard Quest, da CNN, propôs uma metáfora adequada para descrever esse sonhar quando comparou as autoridades europeias aos proverbiais malabaristas do circo.
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
Estado máximo, só para os bancos
Em meio a insistentes ataques da grande mídia à
"corrupção" de autoridades dos três poderes institucionais, uma verdadeira
corrupção institucional está ocorrendo no campo financeiro e patrimonial
do país, destacando-se: privatização da previdência dos servidores
públicos, privatização de jazidas de petróleo — inclusive do pré-sal –,
privatização dos aeroportos mais movimentados do país, privatização de
rodovias, privatização de hospitais universitários, privatização de
florestas, privatização da saúde, educação, segurança…
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
* Por Nathalie Drumond e Israel Dutra, Grupo de Trabalho Nacional do Juntos! - Blog do Juntos
Como na versão de Ésquilo de Prometeu, estaria a nação grega
acorrentada, vendo se repetir o ocaso de uma águia lhe acossar o fígado,
mais e mais vezes? Estaria a Grécia fadada a aceitar este ciclo de
miséria? Ou ao contrário, o povo com a maior tradição de lutas na
Europa, que derrotou a ocupação otomana, as tropas nazistas e o regime
da ditadura dos coronéis vai vencer também a Troika, União Européia,
BCE, FMI?
As batalhas do próximo período na Grécia devem responder a estas inquietações.
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
Crise financeira mostra regime em beco sem saída, diz Chesnais
Por Eleonora de Lucena, em Folha - entrevista completa
A crise financeira não tem final à vista. O modelo de crescimento baseado em endividamento, seguido nos países ricos, está num beco sem saída. E o calcado em exportações de insumos --como o do Brasil-- pode não funcionar por muito tempo.
A análise é do economista marxista francês François Chesnais, 77, professor emérito da Universidade de Paris 13 e autor de "A Mundialização do Capital" (1996) e organizador de "A Finança Mundializada" (2005).
Por Eleonora de Lucena, em Folha - entrevista completa
A crise financeira não tem final à vista. O modelo de crescimento baseado em endividamento, seguido nos países ricos, está num beco sem saída. E o calcado em exportações de insumos --como o do Brasil-- pode não funcionar por muito tempo.
A análise é do economista marxista francês François Chesnais, 77, professor emérito da Universidade de Paris 13 e autor de "A Mundialização do Capital" (1996) e organizador de "A Finança Mundializada" (2005).
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
República dos rentistas e insatisfação popular
Por Auditoria cidadã da dívida
Os jornais mostram a queda na aprovação da Presidente Dilma Rousseff, segundo a pesquisa CNI/IBOPE, realizada nos dias 28 a 31 de julho. Os aspectos econômicos foram os que mais perderam popularidade, como no caso da política de juros, cuja desaprovação aumentou nada menos que 20 pontos percentuais apenas no período de março a julho (de 43% para 63%).
Ou seja: a população já não está mais aceitando o velho argumento oficial – sempre criticado por este boletim - de que as contínuas altas na taxa Selic seriam necessárias para combater a inflação. Até porque a própria política de combate à inflação também sofreu séria queda: a sua desaprovação subiu de 42% para 56% de abril a julho.
Tais dados mostram que grande parte da população já entendeu que a inflação de alimentos e de preços administrados pelo governo (como os combustíveis) não pode ser combatida pela alta de juros, que ocasiona a explosão do endividamento.
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sábado, 6 de agosto de 2011
A crise da dívida dos EUA
Por Maria Lúcia Fattorelli, em Caros Amigos
“Não é de hoje que estudos, auditorias e investigações denunciam que a dívida pública, ao invés de aportar recursos ao Estado, vem desviando recursos (que deveriam se destinar a áreas sociais) para o pagamento de juros e amortizações de uma dívida cuja contrapartida não se conhece, pois não existe a devida transparência.”
A crise da dívida dos Estados Unidos da América do Norte, maior economia do planeta, escancara a usurpação do instrumento de endividamento público e a sua utilização em benefício do setor financeiro bancário.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
No Norte, o improvável calote; aqui, também!
Por Daniel Bin
Há algo aparentemente inusitado acontecendo nestes últimos dias.
Nos EUA, segue a indefinição sobre a forma de elevar o teto da dívida pública. Creio que a não elevação é um tanto improvável, pois sem a possibilidade de o governo dos EUA continuar se endividando, creio que os banqueiros de lá e de todo o mundo não ficarão. Como serão eles a dar o tom do desfecho desse imbróglio, temo que os republicanos verão a sua tese de corte de gastos sociais colocada em prática. Torço para estar eu enganado.
Digno de comentário é que os republicanos falam em austeridade apenas quando é um democrata que está no governo (sugiro ver “How the deficit got this big”).
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Negociaciones presupuestarias dirigidas contra el Seguro Social y Medicare
Wall Street y los ricos logran lo que quieren
Por Fred Goldstein
Traducción de Workers World/Mundo Obrero
Hasta los más furiosos recortadores de presupuesto en Wall Street están presionando por un aumento en el tope de la deuda. Los banqueros y los patronos estaban contentos de ver a la extrema derecha republicana jugar con el incumplimiento con el fin de obtener reducciones en el Seguro Social, el Medicare y el Medicaid. Ya han logrado que el Presidente Barack Obama ponga los recortes al Seguro Social y otras prestaciones en la mesa de negociaciones.
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sábado, 23 de julho de 2011
Juros fazem dívida explodir: quem paga é você trabalhador
O Portal G1 mostra que a dívida pública federal (interna e externa) subiu R$ 111 bilhões no primeiro semestre de 2011, principalmente devido aos juros – os mais altos do mundo - que fizeram o endividamento crescer em R$ 97,8 bilhões. Ou seja: mesmo com pesados cortes de gastos sociais para viabilizar o pagamento da dívida, esta continua crescendo fortemente.
Outro fator de crescimento da dívida foi a tomada de empréstimos para a obtenção de recursos a serem disponibilizados ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para financiamentos a empresas privadas a juros subsidiados. Segundo o governo, a dívida pública federal (interna e externa) atingiu R$ 1,8 trilhão em junho.
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terça-feira, 5 de julho de 2011
Grécia à venda perde soberania
De Auditoria cidadã da dívida
O Jornal Estado de São Paulo mostra que a Grécia perderá completamente a sua soberania e será obrigada a privatizar massivamente seu patrimônio público, para viabilizar o pagamento da dívida. Conforme diz o jornal, “autoridades europeias deixaram claro que a intervenção sobre a Grécia será total e que Atenas será tratada de forma equivalente ao que a Alemanha Oriental passou quando o comunismo caiu e a região integrou-se à Alemanha Ocidental há 20 anos.”
terça-feira, 28 de junho de 2011
Mais uma da Revista Veja - Mobilização contra o Superávit Primário
Por Rodrigo Pereira*
Companheiros,
A Veja iniciou uma campanha pesada contra nós no debate sobre o fim do superávit primário por conta da emenda que aprovamos na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
Vejam abaixo a nota de um dos colunista da Veja, super-agressiva contra nós e o nosso projeto.
Como todos sabem a maioria dos leitores dessa revista é conservador e de direita, porém, esse debate está dando um caldo em outros espaços da mídia e das redes sociais.
Desta forma, peço aos nossos/nossas camaradas que postem comentários na coluna desse Jornalista Ricardo Setti e que possamos fazer o contraponto necessário defendendo o fim do superávit primário e a auditoria da dívida pública.
Saudações Partidárias,
* Da Executiva Nacional do PSOL
Pss.: Peço que esta mensagem seja retransmitida para as lista que vocês tenham acesso.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
A relação carnal de Palocci com os banqueiros. FORA PALOCCI!
Como ele aprendeu, com desenvoltura, a pedir dinheiro aos grandes financistas
Por Hugo Studart, de Brasil 247
É preciso voltar dez anos no tempo para compreender a incrível, fantástica, inacreditável e extraordinária força de Antônio Palocci na política brasileira. Era Novembro de 2000 quando um banco espanhol, o Santander, aparece por essas bandas, as Índias Ocidentais, e arremata, por R$ 7,05 bilhões, o Banespa. Na época, o PT ainda era um partido que se dizia socialista e que tinha entre suas bandeiras a luta contra a corrupção e, principalmente, contra as privatizações que vinham sendo promovidas pelos tucanos. Contra as vendas federais, por FHC. E contra as privatizações paulistas, promovidas por Mário Covas e, depois, por Geraldo Alckmin.
No caso do Banespa, um pouco mais de 50 prefeitos petistas, reeleitos ou recém-eleitos, ameaçavam retirar suas contas do banco, agora sob administração espanhola. Prefeituras grandes, algumas delas as maiores do País, como e São Paulo, Bernardo do Campo, Santos, Campinas e Ribeirão Preto. Achavam um pecado mortal movimentar as contas correntes das prefeituras em um banco privado, pior, privatizado, pior ainda, multinacional. Na maior das ameaças, queriam retirar as folhas de pagamento (o file mignon) do Santander. Seria um início desastroso para os espanhóis no Brasil. Mas os espanhóis tinham uma excelente carta na manga, um executivo, então vice-presidente do Santander, que conhecia muito bem o prefeito de Ribeirão Preto, Antônio Palocci. O nome do executivo, a esta altura aposentado, não é essencial conhecer.
Como ele aprendeu, com desenvoltura, a pedir dinheiro aos grandes financistas
Por Hugo Studart, de Brasil 247
É preciso voltar dez anos no tempo para compreender a incrível, fantástica, inacreditável e extraordinária força de Antônio Palocci na política brasileira. Era Novembro de 2000 quando um banco espanhol, o Santander, aparece por essas bandas, as Índias Ocidentais, e arremata, por R$ 7,05 bilhões, o Banespa. Na época, o PT ainda era um partido que se dizia socialista e que tinha entre suas bandeiras a luta contra a corrupção e, principalmente, contra as privatizações que vinham sendo promovidas pelos tucanos. Contra as vendas federais, por FHC. E contra as privatizações paulistas, promovidas por Mário Covas e, depois, por Geraldo Alckmin.No caso do Banespa, um pouco mais de 50 prefeitos petistas, reeleitos ou recém-eleitos, ameaçavam retirar suas contas do banco, agora sob administração espanhola. Prefeituras grandes, algumas delas as maiores do País, como e São Paulo, Bernardo do Campo, Santos, Campinas e Ribeirão Preto. Achavam um pecado mortal movimentar as contas correntes das prefeituras em um banco privado, pior, privatizado, pior ainda, multinacional. Na maior das ameaças, queriam retirar as folhas de pagamento (o file mignon) do Santander. Seria um início desastroso para os espanhóis no Brasil. Mas os espanhóis tinham uma excelente carta na manga, um executivo, então vice-presidente do Santander, que conhecia muito bem o prefeito de Ribeirão Preto, Antônio Palocci. O nome do executivo, a esta altura aposentado, não é essencial conhecer.
sábado, 21 de maio de 2011
Novas e inéditas mobilizações na Espanha
Uma praça do Tahir na Europa?
Pedro Fuentes, Secretaria de Relações Internacionais do PSOL
Indignados. Fartos. Dezenas de milhares de pessoas se manifestaram, dia 15 de maio – último domingo – em mais de 50 cidades espanholas. A manifestação foi convocada sob a plataforma cidadã “Democracia Real Já!”. A concentração de maior envergadura ocorreu em Madri, onde milhares de pessoas conseguiram parar o centro da cidade.
“As críticas aos políticos, partidos e banqueiros, ao resgate das entidades financeiras, ao trabalho precário, aos cortes nos gastos sociais, e à atual lei eleitoral eram os lemas estampados nos cartazes”.
“Violência é cobrar 600 euros” dizia um cartaz.
“Não é uma crise, é um roubo.” lia-se num cartaz carregado por muitos manifestantes. “Foram também constantes as referências à Islândia, onde a população, em referendo, recusou-se, por duas vezes, a pagar pela falência de seus bancos.”, escreveu Ana Requena Aguilar no Diário “Público”.
Segundo a plataforma “Democracia Real Já”, responsável pela convocação da manifestação através do facebook – seguindo o exemplo de Egito e Tunísia – havia mais de 50 mil pessoas nas ruas de Madri, 15 mil em Barcelona e 10 mil em Sevilha. O número informado pela polícia apontada uma participação menor. Mas de qualquer maneira, não há como negar que se passou algo inédito na Espanha. Por fora das organizações políticas e dos sindicatos, plataformas juvenis e cidadãs ganham as ruas e ameaçam permanecer.
Em que pese a repressão do governo de Zapatero e da resolução da justiça proibindo novas manifestações, um grande contingente segue acampado na Praça Puerta del Sol em Madrid e se propõe a ficar por vários dias, até a eleição prevista para o próximo domingo (22 de maio).
terça-feira, 17 de maio de 2011
Mobilização na Espanha contra os políticos, empresários e banqueiros
Por Armando G. Tejeda - Correspondente de La Jornada
- No final do protesto em Madrid a polícia dispersou os manifestantes com balas de borracha.
- Redes sociais na Internet são vitais para a divulgação das marchas em 50 cidades.
Por Armando G. Tejeda - Correspondente de La Jornada
Tradução: Marcello Barra
- No final do protesto em Madrid a polícia dispersou os manifestantes com balas de borracha.- Redes sociais na Internet são vitais para a divulgação das marchas em 50 cidades.
- Descontentamento em Madrid com o aumento da pobreza, o desemprego e a falta de oportunidades para os jovens.
Milhares de pessoas, a maioria jovens, foram mobilizadas em 50 cidades espanholas no domingo para repudiar os “políticos", "empregadores"e "banqueiros" ; denunciar as medidas financeiras dos governos e organizações internacionais que destroem as pessoas "comuns "; exigir "mais democracia", rejeitar o modelo econômico neoliberal e o atual modelo de “ditadura partidocrática".
Milhares de pessoas, a maioria jovens, foram mobilizadas em 50 cidades espanholas no domingo para repudiar os “políticos", "empregadores"e "banqueiros" ; denunciar as medidas financeiras dos governos e organizações internacionais que destroem as pessoas "comuns "; exigir "mais democracia", rejeitar o modelo econômico neoliberal e o atual modelo de “ditadura partidocrática".
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Portugal – Duas troikas: A exigência de 4 banqueiros mais um empresário
4 banqueiros impuseram a troika externa ao país, o grupo Jerónimo Martins tratou de lançar o marketing da troika interna, composta por PS, PSD e CDS.
Por Carlos Santos Lead, dirigente do Bloco de Esquerda – www.esquerda.net
Desde o 25 de Abril que não temos umas eleições assim. Vamos votar, mas o resultado já está decidido: teremos um programa único imposto pelo FMI, pela Comissão Europeia e pelo BCE. No entanto, no dia 5 de Junho o povo português votará e poderá recusar o diktat da troika do FMI.
4 banqueiros impuseram a troika externa ao país, o grupo Jerónimo Martins tratou de lançar o marketing da troika interna, composta por PS, PSD e CDS.
Por Carlos Santos Lead, dirigente do Bloco de Esquerda – www.esquerda.net
Desde o 25 de Abril que não temos umas eleições assim. Vamos votar, mas o resultado já está decidido: teremos um programa único imposto pelo FMI, pela Comissão Europeia e pelo BCE. No entanto, no dia 5 de Junho o povo português votará e poderá recusar o diktat da troika do FMI.
quarta-feira, 30 de março de 2011
A necessidade da jornada de seis horas para bancários
Por Lourenço Prado, presidente da Contec, da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito
Trabalhar com dinheiro, valores e responsabilidades financeiras de terceiros gera uma tensão desumana. Várias pesquisas alertam para as conseqüências desse estilo de vida frenético dos profissionais bancários. Segundo levantamentos, a categoria está entre as que mais sofrem com doenças graves como cânceres de pulmão, de próstata e de estômago, além de diabetes e as doenças cerebrovasculares.
Ser bancário é estar estressado permanentemente. Isto porque, este profissional tem de administrar diariamente as cobranças do patrão ao seu dia a dia repleto de situações perigosas como assaltos, golpes de estelionatários. Sem contar nos riscos permanentes de ser responsabilizado por erros no fechamento do caixa.
Por Lourenço Prado, presidente da Contec, da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito
Trabalhar com dinheiro, valores e responsabilidades financeiras de terceiros gera uma tensão desumana. Várias pesquisas alertam para as conseqüências desse estilo de vida frenético dos profissionais bancários. Segundo levantamentos, a categoria está entre as que mais sofrem com doenças graves como cânceres de pulmão, de próstata e de estômago, além de diabetes e as doenças cerebrovasculares.
Ser bancário é estar estressado permanentemente. Isto porque, este profissional tem de administrar diariamente as cobranças do patrão ao seu dia a dia repleto de situações perigosas como assaltos, golpes de estelionatários. Sem contar nos riscos permanentes de ser responsabilizado por erros no fechamento do caixa.
Aumento das bolsas JÁ!
A corrupção de prioridades do governo Dilma Rousseff
Por João Telésforo Medeiros Filho, de Brasil e desenvolvimento:
A querida Presidenta Dilma (querida da grande imprensa, ao menos, neste início de mandato…) está procedendo a corte de 15% no orçamento da CAPES, além de 10% no do Ministério da Educação.
Cortar investimentos em educação, ciência e tecnologia para quê?
A) Gastos crescentes com juros da dívida pública (decorrentes do aumento da taxa SELIC), de modo a aumentar ainda mais a concentração de renda no país
B) Gastos bilionários com a Copa do Mundo, incluindo a construção de estádios que se tornarão “elefantes brancos“
C) Construir o trem-bala ligando São Paulo ao Rio de Janeiro (certamente muito mais estratégico para o país do que escolas e universidades)
D) Aumentar os salários dos parlamentares
E) Todas as respostas anteriores estão corretas…
Só nos restam a indignação e a luta.
PS: Não deixe de subscrever o abaixo-assinado pelo reajuste do valor das bolsas de mestrado e doutorado, parte essencial de uma política de valorização da pesquisa e humanização das bolsas: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=anpg
A corrupção de prioridades do governo Dilma Rousseff
Por João Telésforo Medeiros Filho, de Brasil e desenvolvimento:
A querida Presidenta Dilma (querida da grande imprensa, ao menos, neste início de mandato…) está procedendo a corte de 15% no orçamento da CAPES, além de 10% no do Ministério da Educação.
Cortar investimentos em educação, ciência e tecnologia para quê?
A) Gastos crescentes com juros da dívida pública (decorrentes do aumento da taxa SELIC), de modo a aumentar ainda mais a concentração de renda no país
B) Gastos bilionários com a Copa do Mundo, incluindo a construção de estádios que se tornarão “elefantes brancos“
C) Construir o trem-bala ligando São Paulo ao Rio de Janeiro (certamente muito mais estratégico para o país do que escolas e universidades)
D) Aumentar os salários dos parlamentares
E) Todas as respostas anteriores estão corretas…
Só nos restam a indignação e a luta.
PS: Não deixe de subscrever o abaixo-assinado pelo reajuste do valor das bolsas de mestrado e doutorado, parte essencial de uma política de valorização da pesquisa e humanização das bolsas: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=anpg
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Cortes orçamentários emperram o desenvolvimento
Nota do DCE da UnB
Logo no início do governo Dilma foi anunciado um corte orçamentário de 50 bilhões de reais. Argumentando-se que deveríamos alcançar metas de superávit primário e retirar os incentivos por meio da diminuição da demanda estatal para “manter a inflação sob controle”, foram cortados investimentos necessários para o desenvolvimento do país.
Este corte atinge, dentre outras áreas, as universidades públicas, que sofrerão redução de 10% em seu orçamento. Segundo notícia recente da UnB Agência, o corte na Universidade de Brasília pode chegar a 12 milhões de reais.
Nota do DCE da UnB
Logo no início do governo Dilma foi anunciado um corte orçamentário de 50 bilhões de reais. Argumentando-se que deveríamos alcançar metas de superávit primário e retirar os incentivos por meio da diminuição da demanda estatal para “manter a inflação sob controle”, foram cortados investimentos necessários para o desenvolvimento do país.
Este corte atinge, dentre outras áreas, as universidades públicas, que sofrerão redução de 10% em seu orçamento. Segundo notícia recente da UnB Agência, o corte na Universidade de Brasília pode chegar a 12 milhões de reais.
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