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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Contra a demissão dos terceirizados no Senado
COM A MOBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES TERCEIRIZADOS DOS TRANSPORTES DO SENADO FEDERAL NA TARDE DE HOJE NO SALÃO NEGRO, QUE ESTAVAM SENDO DEMITIDOS DEVIDO À PRIVATIZAÇÃO DA FROTA DE CARROS DOS SENADORES, E APÓS ARTICULAÇÕES ENVOLVENDO OS SENADORES JOSÉ SARNEY, ANA AMÉLIA, CRISTOVAM BUARQUE, ÁLVARO DIAS, RANDOLFE RODRIGUES E MARINOR BRITO, O PRESIDENTE DO SENADO FIRMOU COMPROMISSO EM GARANTIR O EMPREGO DOS TERCEIRIZADOS. 

PARA ISSO ESTARÁ ARTICULANDO REUNIÃO COM O SENADOR CÍCERO LUCENA NA PRÓXIMA SEGUNDA OU TERÇA FEIRA,  PARA POR UM FIM NAS DEMISSÕES E GARANTIR O EMPREGO DE TODOS. O PRESIDENTE DO SENADO ASSUMIU ESSE COMPROMISSO EM FRENTE À SENADORA ANA AMÉLIA E DO ASSESSOR DO GABINETE DA SENADORA MARINOR BRITO, ANTÔNIO CARLOS DE ANDRADE, QUE É O PRESIDENTE DO PSOL NO DISTRITO FEDERAL. ESSE ENCONTRO ACONTECEU NO PLENÁRIO DO SENADO FEDERAL NA TARDE DE HOJE. LEMBRAMOS QUE A SENADORA MARINOR BRITO FOI A ÚNICA A OCUPAR A TRIBUNA DO SENADO EM DUAS OCASIÕES PARA DEFENDER OS INTERESSES DESSES TRABALHADORES, DENUNCIANDO O PROCESSO LICITATÓRIO E A POSSIBILIDADE DE OCORRÊNCIA DE FRAUDES. ALÉM DISSO A SENADORA MOSTROU O ABSURDO DOS GASTOS DISPENDIDOS COM A TERCEIRIZAÇÃO DA FROTA E A DEMISSÃO SUMÁRIA DE CENTENAS DE TRABALHADORES DO SETOR DE TRANSPORTES DO SENADO FEDERAL.
Antônio Carlos de Andrade TONINHO
Assessoria da Senadora MARINOR BRITO
PSOL/PARÁ

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Criminalização do movimento sindical segue firme no governo de Dilma Rousseff
Por Sandro Pimentel, originalmente em sandropimentel.blogspot.com
O movimento sindical sempre cumpriu um papel civilizatório na sociedade brasileira. É ele quem impulsiona e provoca rupturas junto aos setores que exploram a classe trabalhadora com redução ou flexibilização de direitos conquistados historicamente.
O golpe militar de 1964 no Brasil foi uma reação à ascensão dos setores populares que lutavam pelas “reformas de base” e ameaçavam os privilégios da elite nacional associada ao capital transnacional. Nesse contexto, estavam inseridos os sindicatos e sindicalistas que foram duramente reprimidos pelo regime militar, mas mesmo durante a ditadura a luta pelos direitos e ampliação de conquistas não cessaram um minuto sequer, como consequência, muitos lutadores (as) foram exilados, presos, torturados e mortos, sem falar dos inúmeros desaparecidos políticos que permanecem até os dias de hoje.

sábado, 4 de junho de 2011

Projeto que criminaliza homofobia será arquivado
Após a entrega ao presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP), de um abaixo assinado com mais de 1 milhão de assinaturas contra o Projeto de Lei 122/ 2006, que criminaliza a homofobia no País, os senadores irão rever o projeto e optarão pelo o arquivamento.
A previsão otimista foi traçada pelo deputado federal Nilton Capixaba (PTB-RO), que na última quarta-feira (1) participou da solenidade de entrega do abaixo-assinado ao presidente do Senado. “Após a mobilização das bancadas Evangélica, da Família e Cristã, os senadores irão repensar na discussão sobre o tema e estarão unidos em defesa da família”, afirmou o parlamentar.
José Sarney, de acordo com Nilton Capixaba, disse que sem dúvida o Senado Federal levará em consideração uma “manifestação tão expressiva, de mais de 1 milhão de pessoas”. Na ocasião o presidente do Senado afirmou que o abaixo-assinado poderá ser importante na decisão da aprovação ou não do projeto.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

No Senado, a estranha multiplicação das perplexidades 
Irregularidades do processo de licenciamento de Belo Monte, apontadas pela OEA e que motivaram nota de senadores nesta quinta, foram denunciadas na casa em 2009 e constam de registro em ata
Nesta quinta-feira (7/04/2011), alguns senadores redigiram votos de repúdio e censura aos questionamentos da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre as violações de direitos humanos no processo de licenciamento ambiental de Belo Monte. Nada mais nada menos que Fernando Collor (PTB-AL) toma a iniciativa  de classificar a manifestação da OEA, a quem freqüentemente o Brasil recorre quando lhe interessa, como “descabida”.