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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

As jornadas de junho, a repressão e as provocações anarquistas (sobre a defesa de Lucas)
Por Roberto Robaina

As jornadas de junho mudaram o Brasil. Já tem se falado muito sobre isso e continuaremos falando, debatendo, escrevendo. No nosso caso, mais do que isso, buscaremos ser fieis a estas jornadas, ao que denominamos a revolta de junho. Sua importância foi histórica. Tanto é assim que uma hipótese de trabalho é que tenha se aberto no país uma situação pré-revolucionária ou pelo menos tenha se fortalecido as tendências nesta direção. O certo é que toda a situação inevitavelmente se transforma com uma razoável intensidade quando milhões de pessoas irrompem na cena pública, quando ruas e praças são tomadas por marchas, passeatas e protestos.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


A conversão política também tem impacto moral

Por Roberto Robaina, em Fundação Lauro Campos

O governador Tarso Genro escreveu um longo artigo sobre as relações entre a moral, a ética e a política. Começa suas considerações mencionando as experiências de Robespierre e dos bolcheviques russos. Como qualquer pessoa que acompanha a política hoje sabe que o PT atualmente não tem absolutamente nada que ver com as ricas experiências da revolução francesa, tampouco com a revolução russa, vou me poupar de acompanhar Tarso em suas andanças por outros tempos. Concentro-me na parte para a qual ele realmente quer nos levar em seu esforço. Diz claramente:

“ Um dos debates morais, de influência direta na política, que se trava aqui no Brasil no momento, está aberto pelo moralismo udenista, tanto promovido pela extrema esquerda anti-Lula, como pelo conglomerado demo-tucano. Trata-se da questão relacionada com a política de alianças, ou seja, a demonização do PT pela sua “abertura” na política de alianças. O ataque centra-se, principalmente, na consideração que o PT relaciona-se – para sermos delicados – com grupos e pessoas que tem métodos não republicanos de participação na gestão do Estado”.

sábado, 29 de setembro de 2012

A ex-deputada federal e fundadora do PSOL Luciana Genro e o deputado Marcelo Freixo, candidato a prefeito do Rio de Janeiro, com Mário Agra 50500.


Marcelo Freixo, nosso candidato no Rio e Mário Agra, nosso candidato a vereador em Maceió.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Campanha cidadã: financiamento de Marcelo Prefeito 50 PSOL
Por Honório Oliveira
A legislação eleitoral sempre seguiu uma orientação, a de restringir ao máximo a participação da cidadania no processo eleitoral e facilitar a participação das grandes corporações e do caixa 2. Esse ano o sistema abriu uma brecha que pode ser histórica. A campanha do Marcelo está com uma plataforma de contribuição financeira pela internet que já está funcionando e é bastante simples e transparente. Democracia e participação começam no financiamento das campanhas, os bancos e as empreiteiras cobram um alto preço por suas contribuições às campanhas eleitorais, não queremos esse dinheiro. Os financiadores da campanha do Marcelo serão em grande parte as cidadãs e cidadãos do Rio de Janeiro, do Brasil e até mesmo brasileiros que moram no exterior. Divulgue a informação, peça aos parentes e amigos, essa campanha é nossa, nós também temos que financiá-la!

segunda-feira, 9 de julho de 2012


Eu sou carioca e fecho com Marcelo Freixo
Jingle de Caetano Veloso para Marcelo Freixo PSOL 50 Prefeito
Por Roberto Robaina
"pois a cidade está vendida
e o povo está vendado
alegria de mentira
passa no noticiário
mas eu não sou otário
e eu quero entender
a verdade que se passa
mas não passa na TV
Então eu não aceito
Eu não me rebaixo
O buraco está ficando 
cada vez mais para baixo"


quinta-feira, 24 de maio de 2012


Eduardo Paes pode ficar sem lenço e sem documento

Por Taciano, Gama Livre
A disputa pela Prefeitura do Rio de Janeiro vai ferver. O atual prefeito, Eduardo Paes (PMDB), se enrola cada vez mais à frente do governo municipal e, de quebra, sua imagem se identifica com a de Sérgio Cabral, o governador de Paris, ops, do Estado do Rio.

Cabral, amigão do dono da Delta, aquele enrolado com o Pac e o Cachoeira, está com o prestígio, como diz o baiano, “4 dedos abaixo do fundo do cachorro”. E olha que o cachorro aí é daqueles bem baixinhos. Não consegue transferir prestígio —pois não os tem mais—, mas fluidos ruins para Eduardo Paes.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Nada Deve Parecer Impossível de Mudar
Por Roberto Robaina, no Facebook
Estive reunido com Marcelo Freixo em seu apartamento no Rio de Janeiro. Como sempre, recebido com carinho e fraternidade por ele e sua camarada e esposa Renata. Foi um tarde de sábado excelente. Nossa reuniao tratou da situação do país e do PSOL. Expressei a alegria de nossos militantes com a possibilidade real do PSOL ser uma alternativa política numa das mais importantes cidades do país. Uma combinação de fatores com certeza fará das eleições de lá um fato histórico. O rio pode estar mostrando o caminho do Brasil. O trabalho e o talento de Marcelo tem sido fundamentais neste sentido. Nos orgulhamos de estar entre os fundadores do PSOL e de ter ele como camarada.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Freixo: Poder público acha que milícias são "problema menor"
Jornal do Brasil - Luisa Bustamante
 

Durante coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) elogiou o trabalho do Ministério Público e da Polícia Civil do Rio na prisão do vereador Luiz André Ferreira da Silva, o Deco (PR). Segundo as investigações, Freixo estaria jurado d morte pela suposta quadrilha comandada por deco. Apesar dos elogios, disso, o deputado criticou a falta de ação do poder público no combate às milícias e chamou atenção para o fato de que das, 16 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) instaladas no Rio, apenas uma está em área de milícia, no Jardim Batam, onde três jornalistas foram torturados
"A CPI (das Milícias) ajudou a mudar visão da população sobre as milícias, mudou esse cenário e indiciou 225 pessoas. Isso provocou um incômodo muito grande, mas parece que o poder público ainda acredita que as milícias são um problema menor no Rio de Janeiro", afirmou.