As jornadas de junho, a repressão e as provocações anarquistas (sobre a defesa de Lucas)
Por Roberto Robaina
As jornadas de junho mudaram o Brasil. Já tem se falado muito sobre isso e continuaremos falando, debatendo, escrevendo. No nosso caso, mais do que isso, buscaremos ser fieis a estas jornadas, ao que denominamos a revolta de junho. Sua importância foi histórica. Tanto é assim que uma hipótese de trabalho é que tenha se aberto no país uma situação pré-revolucionária ou pelo menos tenha se fortalecido as tendências nesta direção. O certo é que toda a situação inevitavelmente se transforma com uma razoável intensidade quando milhões de pessoas irrompem na cena pública, quando ruas e praças são tomadas por marchas, passeatas e protestos.
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013
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domingo, 18 de agosto de 2013
PSOL terá candidato próprio a governador no DF?
O que acontecerá em 2014? O PSOL terá candidato próprio a governador no DF? Quem será esse candidato?
Amanhã será realizada a primeira plenária do Congresso do PSOL em Brasília. Após os levantes de junho no Brasil - que chegaram a colocar 70 mil brasilienses nas ruas, para os cerca de 20 milhões em todo Brasil, este número apurado em pesquisa da CNT- Confederação Nacional do Transporte – é um momento de definições para o Partido Socialismo e Liberdade no DF.
O Congresso é o órgão máximo do partido, em que todos os filiados têm o direito de participar do debate e decidir a política do PSOL até 2015. É o maior momento da vida interna do partido, incorrendo naquilo que os indignados chamam de democracia real. Neste modelo de democracia, qualquer filiado tem a mesma força de um deputado, senador ou presidente do partido, ou seja, cada pessoa corresponde a um voto.
O que acontecerá em 2014? O PSOL terá candidato próprio a governador no DF? Quem será esse candidato?Amanhã será realizada a primeira plenária do Congresso do PSOL em Brasília. Após os levantes de junho no Brasil - que chegaram a colocar 70 mil brasilienses nas ruas, para os cerca de 20 milhões em todo Brasil, este número apurado em pesquisa da CNT- Confederação Nacional do Transporte – é um momento de definições para o Partido Socialismo e Liberdade no DF.
O Congresso é o órgão máximo do partido, em que todos os filiados têm o direito de participar do debate e decidir a política do PSOL até 2015. É o maior momento da vida interna do partido, incorrendo naquilo que os indignados chamam de democracia real. Neste modelo de democracia, qualquer filiado tem a mesma força de um deputado, senador ou presidente do partido, ou seja, cada pessoa corresponde a um voto.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Nota da Executiva Estadual do PSOL/RJ sobre o sequestro do estudante Rodrigo
No dia 25 de julho o militante do PSOL Rodrigo D’Oliveira Graça, estudante de cursinho pré-vestibular, sofreu um sequestro relâmpago. O fato aconteceu próximo a sua casa no bairro da Tijuca, quando quatro homens encapuzados o obrigaram a entrar em um carro, sem placa visível. O ameaçaram dizendo que ele serviria de exemplo, que estavam monitorando todos, que a corja do PSOL deveria sair das ruas e citaram o deputado Estadual Marcelo Freixo e o ex. deputado Babá. Os sequestradores além das ameaças rasgaram a camisa de Rodrigo e um BO que ele carregava.
No dia 25 de julho o militante do PSOL Rodrigo D’Oliveira Graça, estudante de cursinho pré-vestibular, sofreu um sequestro relâmpago. O fato aconteceu próximo a sua casa no bairro da Tijuca, quando quatro homens encapuzados o obrigaram a entrar em um carro, sem placa visível. O ameaçaram dizendo que ele serviria de exemplo, que estavam monitorando todos, que a corja do PSOL deveria sair das ruas e citaram o deputado Estadual Marcelo Freixo e o ex. deputado Babá. Os sequestradores além das ameaças rasgaram a camisa de Rodrigo e um BO que ele carregava.
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sábado, 6 de julho de 2013
Primeiras conclusões sobre o levante que mudou o Brasil e nossas tarefas políticas
De Movimento Esquerda Socialista, em Luciana Genro
1) Vivemos duas semanas de um grande levante juvenil e popular no qual o povo mostrou sua força. Tivemos mobilizações em quase todas as cidades do país. Os números foram impressionantes. Na segunda-feira, 17 de Junho, mais de 150 mil pessoas marcharam em São Paulo, pela redução da tarifa e contra a repressão policial. Na quinta seguinte, dia 20, a imprensa falou em quase dois milhões de pessoas, com epicentro no Rio de Janeiro, com mais de 700 mil presentes (algumas fontes sérias falam em mais de 1 milhão). Na semana seguinte, apesar de manifestações menores, ainda tivemos 120 mil pessoas em Belo Horizonte, 70 mil em Fortaleza, bem como dezena de milhares em várias capitais. As cidades do interior em todo o país não quiseram ficar de fora. Vários setores populares se somaram ao movimento: passeatas na Zona Leste e Sul de São Paulo, na Região de Guarulhos e ABC, nas caminhadas na Rocinha, Maré e Vidigal, no Rio de Janeiro. Este acontecimento histórico altera de modo qualitativo a situação política nacional, produzindo uma mudança de consciência de massas e colocando o ascenso das lutas sociais e políticas no centro da situação nacional. O “povo unido, jamais será vencido!”, deixou de ser uma palavra de ordem da vanguarda e virou uma conclusão evidente. Estamos mais fortes e confiantes para os próximos embates. Este é o grande saldo positivo do movimento.
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quarta-feira, 19 de junho de 2013
Todo apoio e solidariedade do PSOL às manifestações populares de protesto no Distrito Federal e no Brasil
PSOL
Os protestos e as reivindicações populares que tomam conta do país são mais do que justas, diante de um quadro de sucateamento e precariedade do transporte público, onde o trabalhador brasileiro paga as mais altas tarifas por um péssimo serviço prestado. Esse é o estopim da crise e da presença de milhares de pessoas nas manifestações de ruas. Também são justas as reivindicações de mais investimentos e políticas sociais, deixados de lado em nome da Copa do Mundo. A insatisfação popular com os rumos da economia e da política fez com que a Presidente Dilma fosse vaiada no Estádio Mané Garrincha no último sábado, diante de um público de 70 mil pessoas na abertura do jogo entre o Brasil e o Japão.
As vaias também serviram para repudiar a truculência como agiu a tropa de choque da Polícia Militar, sob o comando direto do governador Agnelo Queiroz, contra os manifestantes que protestavam pacificamente do lado de fora do Mané Garrincha, já que as informações sobre o que acontecia nas imediações circularam rapidamente entre os torcedores que se encontravam dentro do Estádio, além do forte cheiro do gás lacrimogêneo das bombas jogadas pela PM contra os manifestantes, sentido por grande parte da torcida.
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Teses do Movimento Esquerda Socialista (Tendência Interna do PSOL) – Maio de 2013
Este texto explicita algumas das teses centrais do MES sobre a situação política mundial, latino-americana e nacional. Trata-se, é claro, de uma aproximação, uma primeira síntese geral cujo objetivo principal é desenvolver a discussão entre os militantes do MES e abrir o debate com todos militantes do PSOL. Acreditamos que a maior garantia de que teremos uma elaboração correta é que a mesma se desenvolva de modo coletivo, envolvendo todo o partido, com a riqueza de todas as suas particularidades e refletindo o conjunto da intervenção de sua militância.
Este texto explicita algumas das teses centrais do MES sobre a situação política mundial, latino-americana e nacional. Trata-se, é claro, de uma aproximação, uma primeira síntese geral cujo objetivo principal é desenvolver a discussão entre os militantes do MES e abrir o debate com todos militantes do PSOL. Acreditamos que a maior garantia de que teremos uma elaboração correta é que a mesma se desenvolva de modo coletivo, envolvendo todo o partido, com a riqueza de todas as suas particularidades e refletindo o conjunto da intervenção de sua militância.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Viva Chávez, o comandante da Revolução Bolivariana
Por Luciana Genro
Era janeiro de 2003. Estava completando meu segundo mandato de deputado estadual e tinha sido eleita deputada federal pela primeira vez. Articulamos na direção do MES, ainda no PT, uma proposta de convidar Hugo Chavez para vir ao Brasil. Estávamos articulando com a embaixada da Venezuela, eu e Roberto Robaina, tratando de mostrar que no Brasil havia um setor da esquerda organizada que queria saudar e seguir o caminho da revolução bolivariana. A direção do Forum Social Mundial, influenciada pela cúpula do PT, não queria convidar Chavez para vir a Porto Alegre. Mas apesar disso ele decidiu vir e atendeu nosso convite. Fizemos um grande ato na Assembléia Legislativa. Um ato militante, emocionante, com milhares de ativistas dizendo Presente! O discurso de Chavez nao poderia ter sido melhor: indicou o caminho da luta, da libertação, da revolução. Fazia alguns meses que o povo da Venezuela havia derrotado um golpe de estado patrocinado pela burguesia da Venezuela, incentivado pelo governo dos EUA e apoiado pela mídia brasileira, em especial para Rede Globo e pela Veja. Esta atividade que logramos realizar é um dos nossos maiores orgulhos. Estivemos lado a lado com Hugo Chavez, o herdeiro de Simon Bolívar, o libertador. Seguiremos lutando para honrar esta herança.
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sábado, 15 de dezembro de 2012
Balanço político de 2012. Contribuição do PSOL Porto Alegre.
http://www.youtube.com/watch?v=F_OOXe1mIOg&feature=share&list=LL9wtecjtvCyouos04PCvdlA
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Lula sabia.
Por Pedro Fuentes
Os fatos surgidos agora na imprensa só reafirmam o que sempre pensamos no PSOL. Desde que se fundou nosso partido, (e incluso antes quando éramos PT), compreendemos que o caminho do mensalão já estava na lógica da direção que se tinha passado para o lado dos grandes capitalistas. Lula e Dirceu foram os grandes comandantes desta virada, que desde então incorporou o vale tudo; a cúpula do PT já não teve moral, passou a ser igual aos velhos partidos, que menos ainda a tem.
No 2005 a imprensa (leia-se os meios de comunicação que são sempre das classes dominantes), pouparam a Lula, já que sabiam que ele, (como falou ontem desde Paris quando diz que os empresários nunca ganharam tanto como com ele), estava governando para eles.
Agora segundo Valério (e a imprensa), ele sabia. Nossa leitura é que agora os atritos aumentaram; muito possível que seja porque a crise que começou a bater no Brasil. (Por algo não ha inversões dos capitalistas).
O mais grave erro que poderia cometer agora um militante do PSOL seria defender a Lula “da direita”, ou seja, poupar a Lula como fez o grande empresariado no 2005. Nem PT nem Lula são progressistas e defensáveis para o PSOL, um partido que já é, em grande medida, a alternativa de poder para este Brasil que vai a uma crise cada vez maior, seja da mão dos tucanos o de PT.
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Elementos para um balanço preliminar do PSOL
As recentes eleições municipais reconfiguram o mapa político do país. E como veremos neste texto há uma clara inflexão à esquerda. A votação do PSOL é um fato objetivo que demonstra uma inclinação à esquerda de uma parcela de massas, embora ainda minoritária, da sociedade brasileira. O que vemos é que assim como o PT tem ocupado uma parte do espaço que antes era do PSDB, do PMDB e até do DEM (entre outros partidos burgueses tradicionais), o PSOL tem ocupado um espaço que antes era do PT. Neste caso, em particular um espaço de esquerda que o PT abandonou.
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sábado, 29 de setembro de 2012
A ex-deputada federal e fundadora do PSOL Luciana Genro e o deputado Marcelo Freixo, candidato a prefeito do Rio de Janeiro, com Mário Agra 50500.
![]() |
| Marcelo Freixo, nosso candidato no Rio e Mário Agra, nosso candidato a vereador em Maceió. |
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
Eu sou carioca e fecho com Marcelo Freixo
Jingle de Caetano Veloso para Marcelo Freixo PSOL 50 Prefeito
Por Roberto Robaina
"pois a cidade está vendida
e o povo está vendado
alegria de mentira
passa no noticiário
mas eu não sou otário
e eu quero entender
a verdade que se passa
mas não passa na TV
Então eu não aceito
Eu não me rebaixo
O buraco está ficando
cada vez mais para baixo"
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
Juventude e eleições: é hora de ocupar a política
Por Naiady Piva*, PSOL Curitiba
Manifesto de contribuição à pré-candidatura a vereador de Wagner, da juventude do PSOL Curitiba
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Quando a fraqueza ajuda e a força atrasa
Por Roberto Robaina, em Sul21
A construção de partidos políticos da classe trabalhadora é um
desafio enorme e difícil. Ao longo do século XX o movimento dos
trabalhadores teve muitas experiências de construção de projetos
partidários que respondessem aos seus interesses. É um consenso entre as
principais correntes marxistas e pensadores socialistas do mundo que a
experiência do PT no Brasil foi uma das mais ricas da América Latina.
Não são poucos, aliás, os que sustentam que o PT se constituiu como a
mais importante expressão no mundo da construção da classe trabalhadora
como sujeito político.
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sábado, 26 de maio de 2012
Crescimento engarrafado
Por Bernardo Corrêa*
O Brasil sediará a Rio+20, que supostamente está preocupada em criar mecanismos de proteção ao meio ambiente e isto traz à tona o questionamento de, afinal, que tipo de crescimento estamos interessados? Evidentemente, sabemos que a chamada “economia verde”, mencionada no Draft Zero está muito mais interessada em transformar o verde em negócio, como sugere Hans Jöhr, e a ONU pode ser um bom canal para ganhar tal invólucro. Este certamente não é o caminho. O essencial não é substituir cosmeticamente as matrizes energéticas, produtivas e de consumo, mas fundamentalmente uma ruptura substantiva com a lógica de reprodução do sistema que, por priorizar o lucro, é potencialmente destrutivo.
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
Eduardo Paes pode ficar sem lenço e sem documento
Por Taciano, Gama Livre
A disputa
pela Prefeitura do Rio de Janeiro vai ferver. O atual prefeito, Eduardo Paes
(PMDB), se enrola cada vez mais à frente do governo municipal e, de quebra, sua
imagem se identifica com a de Sérgio Cabral, o governador de Paris, ops, do
Estado do Rio.
Cabral,
amigão do dono da Delta, aquele enrolado com o Pac e o Cachoeira, está com o
prestígio, como diz o baiano, “4 dedos abaixo do fundo do cachorro”. E olha que
o cachorro aí é daqueles bem baixinhos. Não consegue transferir prestígio —pois
não os tem mais—, mas fluidos ruins para Eduardo Paes.
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terça-feira, 15 de maio de 2012
Nada Deve Parecer Impossível de Mudar
Por Roberto Robaina, no Facebook
Estive
reunido com Marcelo Freixo em seu apartamento no Rio de Janeiro. Como
sempre, recebido com carinho e fraternidade por ele e sua camarada e
esposa Renata. Foi um tarde de sábado excelente. Nossa reuniao tratou da
situação do país e do PSOL. Expressei a alegria de nossos militantes
com a possibilidade real do PSOL ser uma
alternativa política numa das mais importantes cidades do país. Uma
combinação de fatores com certeza fará das eleições de lá um fato
histórico. O rio pode estar mostrando o caminho do Brasil. O trabalho e o
talento de Marcelo tem sido fundamentais neste sentido. Nos orgulhamos
de estar entre os fundadores do PSOL e de ter ele como camarada.
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
Estado máximo, só para os bancos
Em meio a insistentes ataques da grande mídia à
"corrupção" de autoridades dos três poderes institucionais, uma verdadeira
corrupção institucional está ocorrendo no campo financeiro e patrimonial
do país, destacando-se: privatização da previdência dos servidores
públicos, privatização de jazidas de petróleo — inclusive do pré-sal –,
privatização dos aeroportos mais movimentados do país, privatização de
rodovias, privatização de hospitais universitários, privatização de
florestas, privatização da saúde, educação, segurança…
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Nota Pública do PSOL Gaúcho aos Professores e Funcionarios que estão paralisando suas atividades no estado e no Brasil
“CUMPRA-SE A LEI ! JÁ QUE DINHEIRO EXISTE.”
O Estado Rio Grande do Sul vive uma situação de perplexidade, de ilegalidade e de profunda injustiça social.
O Governo Tarso foi eleito com amplo apoio popular, em especial, da
categoria dos trabalhadores em educação que naquele momento confiaram na
promessa de pagamento do piso para professores e também para
funcionários de escola. O PSOL, já alertava para o fato de que tal
promessa não seria cumprida em função das alianças da candidatura Tarso e
pelos seus compromissos decorrentes da política nacional do PT. Por
isso, inclusive, o PSOL teve a candidatura de Pedro Ruas.
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