O Ce$pe em novo formato - novas estratégias de privatização?
Por Frederico Flósculo Pinheiro Barreto* - Publicado em O Miraculoso
A trajetória do CESPE nos seus 40 anos de existência tem alguns paralelos com as várias, infindas (porque ainda tentarão) tentativas de privatização da Universidade Pública. Isso não significa dizer que o CESPE nasceu como parte de uma estratégia de privatização da Universidade Pública, de forma necessária e claramente colocada. Mas o espetáculo da captação de recursos através de uma instância nascida desde a Universidade Pública sempre foi um poderoso argumento a favor de sua paulatina privatização.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
O Cespe e o PT
Por Diogo Ramalho - De O miraculoso
O Centro de Seleção e Promoção de Eventos – CESPE da Universidade de Brasília – UnB, que primeiramente se chamou Comissão Permanente de Concurso Vestibular – COPEVE/UnB em 1971 para tornar-se CESPE em dezembro de 1993, hoje é o maior realizador de Concursos e Avaliações do País, e muito mais que uma fábrica de dinheiro é também um potente difusor ideológico.
Atuando a anos como uma empresa pública na teoria, funcionando semelhante a uma fundação de apoio e na prática tendo em seus quadros majoritáriamente empregados terceirizados que não gozam dos direitos trabalhistas de um empregado público, e que lidam com responsabilidades milionárias, realmente esta anomalia precisava ser resolvida, mas não da forma como está sendo realizado, retirando das mãos da Acadêmia e entregando de bandeja à burocracia estatal, ao mesmo tempo em que ocultam-se outros interesses que estão em jogo.
Por Diogo Ramalho - De O miraculoso
O Centro de Seleção e Promoção de Eventos – CESPE da Universidade de Brasília – UnB, que primeiramente se chamou Comissão Permanente de Concurso Vestibular – COPEVE/UnB em 1971 para tornar-se CESPE em dezembro de 1993, hoje é o maior realizador de Concursos e Avaliações do País, e muito mais que uma fábrica de dinheiro é também um potente difusor ideológico.
Atuando a anos como uma empresa pública na teoria, funcionando semelhante a uma fundação de apoio e na prática tendo em seus quadros majoritáriamente empregados terceirizados que não gozam dos direitos trabalhistas de um empregado público, e que lidam com responsabilidades milionárias, realmente esta anomalia precisava ser resolvida, mas não da forma como está sendo realizado, retirando das mãos da Acadêmia e entregando de bandeja à burocracia estatal, ao mesmo tempo em que ocultam-se outros interesses que estão em jogo.
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