Fim da violência policial contra as manifestações populares!
PSOL
Diante dos atos covardes de violência e truculência praticados pela Polícia Militar do Distrito Federal contra manifestantes que protestavam nos dias 06 e 07 de setembro, usando indiscriminadamente armas que dão choques e bombas de gases tóxicos, o PSOL – Partido Socialismo e Liberdade do Distrito Federal vem a público denunciar o governador Agnelo Queiroz e a cúpula da Secretaria de Segurança como responsáveis diretos pelos atos praticados. Desde o fim da ditadura militar não vivemos tanta repressão e violência como a que assistimos na semana da pátria, em plena Capital da República.
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Venha dar um basta à política traidora do Randolfe para o PSOL.
No próximo domingo o PSOL realiza a 3a plenária do Congresso do partido no DF. Participe e dê um basta à política que o senador Randolfe Rodrigues vem impondo ao PSOL, como verdadeira traição não apenas ao partido, mas também ao povo trabalhador e ao levante juvenil e popular de Junho.
Enquanto o povo brasileiro dizia NÃO nas ruas e redes ao governo da esquerda traidora (PT e "frente popular" de mentira, com PSB, PDT, PCdoB), Randolfe ia se encontrar com a presidenta Dilma e dar-lhe apoio. Basta de traição!
Clique para ler: Manifesto do Bloco de Esquerda com 8 Teses do Congresso do PSOL.
Participe: Congresso do PSOL - Plenária Santa Maria
Data: 01/Set/2013 - domingo
Local: Centro Educacional 310 Santa Maria – QR 310 Área Especial
Horário: das 9h às 12h
Documento para participar: Documento com identificação que tenha foto.
No próximo domingo o PSOL realiza a 3a plenária do Congresso do partido no DF. Participe e dê um basta à política que o senador Randolfe Rodrigues vem impondo ao PSOL, como verdadeira traição não apenas ao partido, mas também ao povo trabalhador e ao levante juvenil e popular de Junho.
Enquanto o povo brasileiro dizia NÃO nas ruas e redes ao governo da esquerda traidora (PT e "frente popular" de mentira, com PSB, PDT, PCdoB), Randolfe ia se encontrar com a presidenta Dilma e dar-lhe apoio. Basta de traição!
Clique para ler: Manifesto do Bloco de Esquerda com 8 Teses do Congresso do PSOL.
Participe: Congresso do PSOL - Plenária Santa Maria
Data: 01/Set/2013 - domingo
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domingo, 18 de agosto de 2013
Bloco de Esquerda do PSOL lança manifesto para disputa do 4o Congresso
Por um PSOL sintonizado com o avanço das lutas da juventude, das trabalhadoras, dos trabalhadores e do povo
- Manifesto do Bloco de Esquerda do PSOL
O Brasil assistiu às espetaculares manifestações populares e da juventude nas Jornadas de Junho, contra os podres poderes da República, contra o aumento de tarifas, a repressão policial, os suntuosos gastos públicos com a Copa do Mundo.
Questionando os governos, os parlamentos e todas as opressões, milhões de pessoas ocuparam as ruas, bloquearam estradas, enfrentaram a polícia. Produziu-se, pela ação massiva, uma jornada de manifestações espetaculares que mexeram nas relações de força da sociedade e abriram uma nova conjuntura mais favorável aos movimentos combativos e à oposição político-partidária de esquerda como o PSOL.
A ira de centenas de milhares de jovens atinge governos em todos os níveis e, de lá para cá, o processo não se encerrou. Continua, pois as demandas se multiplicam, a ira contra o corte nos gastos públicos e benefícios aos grandes capitalistas produz novas manifestações, greves e paralisações, lutas nas periferias e ocupações de câmaras municipais e assembleias legislativas.
Por um PSOL sintonizado com o avanço das lutas da juventude, das trabalhadoras, dos trabalhadores e do povo
- Manifesto do Bloco de Esquerda do PSOL
O Brasil assistiu às espetaculares manifestações populares e da juventude nas Jornadas de Junho, contra os podres poderes da República, contra o aumento de tarifas, a repressão policial, os suntuosos gastos públicos com a Copa do Mundo.
Questionando os governos, os parlamentos e todas as opressões, milhões de pessoas ocuparam as ruas, bloquearam estradas, enfrentaram a polícia. Produziu-se, pela ação massiva, uma jornada de manifestações espetaculares que mexeram nas relações de força da sociedade e abriram uma nova conjuntura mais favorável aos movimentos combativos e à oposição político-partidária de esquerda como o PSOL.
A ira de centenas de milhares de jovens atinge governos em todos os níveis e, de lá para cá, o processo não se encerrou. Continua, pois as demandas se multiplicam, a ira contra o corte nos gastos públicos e benefícios aos grandes capitalistas produz novas manifestações, greves e paralisações, lutas nas periferias e ocupações de câmaras municipais e assembleias legislativas.
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quarta-feira, 19 de junho de 2013
Todo apoio e solidariedade do PSOL às manifestações populares de protesto no Distrito Federal e no Brasil
PSOL
Os protestos e as reivindicações populares que tomam conta do país são mais do que justas, diante de um quadro de sucateamento e precariedade do transporte público, onde o trabalhador brasileiro paga as mais altas tarifas por um péssimo serviço prestado. Esse é o estopim da crise e da presença de milhares de pessoas nas manifestações de ruas. Também são justas as reivindicações de mais investimentos e políticas sociais, deixados de lado em nome da Copa do Mundo. A insatisfação popular com os rumos da economia e da política fez com que a Presidente Dilma fosse vaiada no Estádio Mané Garrincha no último sábado, diante de um público de 70 mil pessoas na abertura do jogo entre o Brasil e o Japão.
As vaias também serviram para repudiar a truculência como agiu a tropa de choque da Polícia Militar, sob o comando direto do governador Agnelo Queiroz, contra os manifestantes que protestavam pacificamente do lado de fora do Mané Garrincha, já que as informações sobre o que acontecia nas imediações circularam rapidamente entre os torcedores que se encontravam dentro do Estádio, além do forte cheiro do gás lacrimogêneo das bombas jogadas pela PM contra os manifestantes, sentido por grande parte da torcida.
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quinta-feira, 13 de junho de 2013
O PSD é nosso inimigo!
O PSOL não compartilha palanques com Kassab e Lucas Barreto!
A política oportunista do senador Randolfe e do Prefeito Clécio Luís não possui limites.
Em Macapá eles são aliados de praticamente todos os partidos existentes defendendo os interesses dos empresários, envergonhando a militância real do partido.
Após as coligações eleitorais com lulistas e demo-tucanos, Randolfe e Clecio acabam de participar do ato de filiação de Lucas Barreto ao PSD de Gilberto Kassab.
Justamente o PSD que não sendo “oposição nem situação” pode governar tanto com Dilma quanto com Alckmin. Lucas, antes dirigente do PTB de Roberto Jefferson, é um parceiro estratégico de Randolfe e sua corrente política no Amapá. Lembremos que em 2010 Randolfe fez a campanha de Lucas para governador, pelo PTB, desrespeitando a resolução nacional do PSOL sobre o caso. Em 2012, Lucas se aliou a Clécio no segundo turno na eleição para a prefeitura, e agora faz parte de sua base na Câmara Municipal de Macapá.
Repudiamos a atitude do senador Randolfe e do Prefeito Clecio, pois elas contrariam o programa e o estatuto do PSOL, além de serem incompatíveis com os princípios mais elementares de uma organização socialista como a nossa. Exigimos que a direção nacional do Partido se pronuncie sobre o caso.
CST/PSOL – Corrente Socialista dos Trabalhadores
MES/PSOL – Movimento de Esquerda Socialista
CSOL/PSOL – Coletivo Socialismo e Liberdade
APS/PSOL – Ação Popular Socialista
TLS/PSOL – Trabalhadores na Luta Socialista
LSR/PSOL – Liberdade, Socialismo e Revolução
Enlace/PSOL
13 de Junho de 2013
O PSOL não compartilha palanques com Kassab e Lucas Barreto!
A política oportunista do senador Randolfe e do Prefeito Clécio Luís não possui limites.
Em Macapá eles são aliados de praticamente todos os partidos existentes defendendo os interesses dos empresários, envergonhando a militância real do partido.
Após as coligações eleitorais com lulistas e demo-tucanos, Randolfe e Clecio acabam de participar do ato de filiação de Lucas Barreto ao PSD de Gilberto Kassab.
Justamente o PSD que não sendo “oposição nem situação” pode governar tanto com Dilma quanto com Alckmin. Lucas, antes dirigente do PTB de Roberto Jefferson, é um parceiro estratégico de Randolfe e sua corrente política no Amapá. Lembremos que em 2010 Randolfe fez a campanha de Lucas para governador, pelo PTB, desrespeitando a resolução nacional do PSOL sobre o caso. Em 2012, Lucas se aliou a Clécio no segundo turno na eleição para a prefeitura, e agora faz parte de sua base na Câmara Municipal de Macapá.
Repudiamos a atitude do senador Randolfe e do Prefeito Clecio, pois elas contrariam o programa e o estatuto do PSOL, além de serem incompatíveis com os princípios mais elementares de uma organização socialista como a nossa. Exigimos que a direção nacional do Partido se pronuncie sobre o caso.
CST/PSOL – Corrente Socialista dos Trabalhadores
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13 de Junho de 2013
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terça-feira, 7 de maio de 2013
Como o diabo gosta
Por APS, CSOL, CST, CRS, Ecossol, Enlace, LSR, MES, TLS, TR
CAMPO DE ESQUERDA NO DNPSOL PEDE SAÍDA DE RANDOLFE DO BLOCO DO GOVERNO NO SENADO. Oposição Programática de Esquerda em níveis Federal, Estadual e Municipal.
Veja o projeto de resolução que o Campo de Esquerda do PSOL apresentou ao Diretório Nacional do PSOL em 27 e 28 de abril. Entre outras propostas de luta, defendemos a saída do senador Randolfe Rodrigues da base governista no Senado, da qual ele faz parte junto com PT, PCdoB, PDT, PSB e o PRB.
Por APS, CSOL, CST, CRS, Ecossol, Enlace, LSR, MES, TLS, TR
CAMPO DE ESQUERDA NO DNPSOL PEDE SAÍDA DE RANDOLFE DO BLOCO DO GOVERNO NO SENADO. Oposição Programática de Esquerda em níveis Federal, Estadual e Municipal.
Veja o projeto de resolução que o Campo de Esquerda do PSOL apresentou ao Diretório Nacional do PSOL em 27 e 28 de abril. Entre outras propostas de luta, defendemos a saída do senador Randolfe Rodrigues da base governista no Senado, da qual ele faz parte junto com PT, PCdoB, PDT, PSB e o PRB.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Elementos para um balanço preliminar do PSOL
As recentes eleições municipais reconfiguram o mapa político do país. E como veremos neste texto há uma clara inflexão à esquerda. A votação do PSOL é um fato objetivo que demonstra uma inclinação à esquerda de uma parcela de massas, embora ainda minoritária, da sociedade brasileira. O que vemos é que assim como o PT tem ocupado uma parte do espaço que antes era do PSDB, do PMDB e até do DEM (entre outros partidos burgueses tradicionais), o PSOL tem ocupado um espaço que antes era do PT. Neste caso, em particular um espaço de esquerda que o PT abandonou.
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quinta-feira, 19 de julho de 2012
LDO-2013: Garantias e Privilégios para os Juros da Dívida = Arrocho e Insegurança para Gastos Sociais
A “economia” forçada de gastos públicos para o cumprimento dessa meta recai unicamente sobre a parte do orçamento referente aos gastos primários, isto é, sobre os gastos e investimentos sociais.
Os gastos com juros da dívida não entram nesse cômputo, pois são classificados como não-primários. Da mesma forma, as receitas não-primárias, especialmente a emissão de novos títulos da dívida, também não entram nesse cômputo.
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
Universidades federais entram no 3º mês de greve com recorde de adesão
Para Andes, expansão 'irresponsável' do governo provocou a insatisfação.
'Sinto que eles não entenderam bem a proposta', diz secretário do MEC.
Ana Carolina Moreno e Vanessa Fajardo
Do G1, em São Paulo
A greve de professores das universidades e institutos federais completa
dois meses nesta terça-feira (17) com a maior adesão já registrada pelo
Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior
(Andes). Até a segunda-feira (16), 57 das 59 universidades estavam
paradas, além dos 37 institutos e centros de educação tecnológica, que
incluem o Colégio Pedro II.
De acordo com a primeira-secretária da entidade, Marina Barbosa, a
categoria já esteve paralisada por mais tempo no passado, mas nunca com
esse alcance. "É o maior número de adesões tanto de instituições quanto
de professores", afirmou.
terça-feira, 10 de julho de 2012
O PASSADO DURA MUITO TEMPO: NOTAS SOBRE AS AÇÕES ANTIDEMOCRÁTICAS DO GOVERNO DILMA NA GREVE NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS
Por Roberto Leher (UFRJ)

A postura do governo Dilma frente à greve nacional dos docentes e, mais recentemente, dos técnicos e administrativos das IFES, não pode ser compreendida como uma mera contenda trabalhista. Se a greve é tão ampla, abrangendo 58 das 59 universidades federais, e foi capaz de lograr grande adesão interna, é porque conta com a adesão esclarecida de sua base. As vozes dos professores, animadoramente polissêmicas, convergem, de distintos modos, para a necessidade de um outro horizonte de futuro para a universidade pública, abrangendo a carreira, as condições de trabalho e o padrão remuneratório como fundamentos materiais da autonomia didático-cientifica das universidades.
Por Roberto Leher (UFRJ)

A postura do governo Dilma frente à greve nacional dos docentes e, mais recentemente, dos técnicos e administrativos das IFES, não pode ser compreendida como uma mera contenda trabalhista. Se a greve é tão ampla, abrangendo 58 das 59 universidades federais, e foi capaz de lograr grande adesão interna, é porque conta com a adesão esclarecida de sua base. As vozes dos professores, animadoramente polissêmicas, convergem, de distintos modos, para a necessidade de um outro horizonte de futuro para a universidade pública, abrangendo a carreira, as condições de trabalho e o padrão remuneratório como fundamentos materiais da autonomia didático-cientifica das universidades.
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
Robaina sobre Fortunati, Manuela e Villaverde: 'por que disputam?'
Por Maurício Tonetto e Demétrio Pereira - Direto de Porto Alegre - Publicado em:
Terra
| Candidatos participam do primeiro debate para a prefeitura de Porto Alegre Foto: Mauricio Tonetto/Terra |
Os candidatos do Psol e do PSTU à prefeitura de Porto Alegre, Roberto
Robaina e Erico Corrêa, afirmaram nesta sexta-feira, em debate
promovido pela rádio Gaúcha e TVCom, que um mesmo projeto
político pauta as candidaturas do atual prefeito, José Fortunati (PDT),
da deputada federal Manuela D'Ávila (PCdoB) e do deputado estadual Adão
Villaverde (PT).
Apontando a responsabilidade social como essência de seu programa, Robaina afirmou que os três adversários que compõem a base da presidente Dilma Rousseff privilegiam um modelo que destina recursos para grandes empresas, e não para a população. "Tanto Manuela, quanto Villaverde, quanto Fortunati defendem esse modelo levado adiante, que privilegia as grandes empresas. A pergunta que se tem que fazer é, afinal, por que disputam em Porto Alegre se defendem o mesmo projeto no Estado e no País?", questionou o candidato do Psol.
Apontando a responsabilidade social como essência de seu programa, Robaina afirmou que os três adversários que compõem a base da presidente Dilma Rousseff privilegiam um modelo que destina recursos para grandes empresas, e não para a população. "Tanto Manuela, quanto Villaverde, quanto Fortunati defendem esse modelo levado adiante, que privilegia as grandes empresas. A pergunta que se tem que fazer é, afinal, por que disputam em Porto Alegre se defendem o mesmo projeto no Estado e no País?", questionou o candidato do Psol.
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terça-feira, 12 de junho de 2012
O Distrito Federal não merece Agnelo!
Por PSOL, PSTU e PCB
O povo do Distrito Federal não suporta mais tantas denúncias de corrupção contra os políticos e governantes locais. Nos últimos anos, os governos de Roriz e de Arruda deixaram um rastro de fraudes e roubo do dinheiro público.
Agora, Agnelo Queiroz, o governador com o pior índice de desempenho medido pelos institutos de pesquisa do Brasil e citado em vários trechos das fitas da CPI do Cachoeira-Demóstenes, tem que se explicar diante dos Senadores e Deputados que investigam uma das maiores fraudes realizadas no Brasil com o dinheiro público.
Seu governo nada mais é do que a continuidade do rorizismo e do arrudismo. Um governo de unidade entre petistas e pemedebistas. É preciso lembrar que Tadeu Filipelli, que foi o homem forte de Joaquim Roriz, é atualmente o vice governador do Distrito Federal. Agnelo foi obrigado a demitir Claudio Monteiro, de sua extrema confiança, que foi chefe de gabinete, depois que teve seu nome citado nas fitas do esquema criminoso do bicheiro Cachoeira.
Por PSOL, PSTU e PCB
O povo do Distrito Federal não suporta mais tantas denúncias de corrupção contra os políticos e governantes locais. Nos últimos anos, os governos de Roriz e de Arruda deixaram um rastro de fraudes e roubo do dinheiro público.
Agora, Agnelo Queiroz, o governador com o pior índice de desempenho medido pelos institutos de pesquisa do Brasil e citado em vários trechos das fitas da CPI do Cachoeira-Demóstenes, tem que se explicar diante dos Senadores e Deputados que investigam uma das maiores fraudes realizadas no Brasil com o dinheiro público.
Seu governo nada mais é do que a continuidade do rorizismo e do arrudismo. Um governo de unidade entre petistas e pemedebistas. É preciso lembrar que Tadeu Filipelli, que foi o homem forte de Joaquim Roriz, é atualmente o vice governador do Distrito Federal. Agnelo foi obrigado a demitir Claudio Monteiro, de sua extrema confiança, que foi chefe de gabinete, depois que teve seu nome citado nas fitas do esquema criminoso do bicheiro Cachoeira.
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quarta-feira, 28 de março de 2012
Do cordel revolucionário para o código (falho) florestal
Por Rick Pereira
A juventude do Movimento Esquerda Socialista (MES) vem
tornando-se a cada momento um grande ponto de referência intelectual na área da
militância estudantil. Objetiva o progresso da juventude brasileira que, muitas
vezes, fica sem saber a verdadeira realidade da nossa história contemporânea e
atual, do nosso mundo presente. Todo este ato de bravura que nossa juventude tem
propagado é por uma causa tão nobre que se chama educação de qualidade. Esta
grande troca de informações intelectuais tem incentivado os estudantes do Instituto
Federal de Brasília (IFB) a entrarem em um vasto intercâmbio de conhecimentos
gerais que solidificam o elo e a união com os estudantes do IFB.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Belo Monte: protestos continuam com twittaço e devem focar bancos
Organizações e ativistas sociais agendaram para hoje (25) um "ato mundial em 140 caracteres" contra a usina hidrelétrica de Belo Monte (PA). No decorrer do dia, os usuários do twitter poderão utilizar as hashtags #BeloMonteNao e #PareBeloMonte para divulgar os impactos ambientais e sociais da obra e pedir a paralisação do megaempreendimento.Um dos alvos dos protestos deverá ser o sistema bancário. Apontado como o maior financiador de Belo Monte, com previsão de repasse de 80% dos cerca de R$ 30 bilhões da obra, o BNDES tem sido cobrado a aplicar seus próprios critérios sociais, ambientais e jurídicos na análise de pedido de financiamento de Belo Monte. Se aplicados, os problemas jurídicos, ambientais e sociais da usina a tornam virtualmente inelegível para recebimento de recursos do banco. Assim, o BNDES será alvo dos protestos “Belo Monte: com meu dinheiro não!”
Outros bancos, privados e públicos, também deverão ser alvos de seus correntistas com o mesmo mote “Belo Monte: com meu dinheiro não!”, assim como empreiteiras, empresas e órgãos do governo envolvidos com a hidrelétrica. A sugestão é que os tweets sejam endereçados, entre outros, para @BNDES, @bndes_imprensa, @Eletrobras, @dilmabr, @BeloMonte, @uhebelomonte, @EPE_Brasil, @brasil_IBAMA, @VALE_Carreiras, @CamargoCorrea, @itau, @itauunibanco_ri, @BancodoBrasil, @Bradesco, @bradesco_ri, @santander_br, @blogplanalto
Movimento Xingu Vivo para Sempre
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Verena Glass, 11 9853-9950
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
República dos rentistas e insatisfação popular
Por Auditoria cidadã da dívida
Os jornais mostram a queda na aprovação da Presidente Dilma Rousseff, segundo a pesquisa CNI/IBOPE, realizada nos dias 28 a 31 de julho. Os aspectos econômicos foram os que mais perderam popularidade, como no caso da política de juros, cuja desaprovação aumentou nada menos que 20 pontos percentuais apenas no período de março a julho (de 43% para 63%).
Ou seja: a população já não está mais aceitando o velho argumento oficial – sempre criticado por este boletim - de que as contínuas altas na taxa Selic seriam necessárias para combater a inflação. Até porque a própria política de combate à inflação também sofreu séria queda: a sua desaprovação subiu de 42% para 56% de abril a julho.
Tais dados mostram que grande parte da população já entendeu que a inflação de alimentos e de preços administrados pelo governo (como os combustíveis) não pode ser combatida pela alta de juros, que ocasiona a explosão do endividamento.
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sábado, 16 de julho de 2011
MTST ocupa área pela moradia popular no DF
Por João Telésforo Medeiros Filho, de Brasil e desenvolvimento
Deu-se início faz algumas horas a uma ocupação de terra no DF, à beira da BR-070, logo após a Ceilândia (no caminho para Águas Lindas), organizada pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), com a finalidade de assentar as famílias no local e pressionar o Estado (União e GDF) por políticas habitacionais adequadas, em especial para a população de baixa renda (o “Minha Casa, Minha Vida”, além de alguns outros problemas, não vem conseguindo atender esse segmento da população, em que se concentra o déficit habitacional; pelo contrário, até dificulta ainda mais seu acesso à moradia, segundo alguns diagnósticos, por gerar no mercado o efeito de aumento do preço dos terrenos…).
Por João Telésforo Medeiros Filho, de Brasil e desenvolvimento
Deu-se início faz algumas horas a uma ocupação de terra no DF, à beira da BR-070, logo após a Ceilândia (no caminho para Águas Lindas), organizada pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), com a finalidade de assentar as famílias no local e pressionar o Estado (União e GDF) por políticas habitacionais adequadas, em especial para a população de baixa renda (o “Minha Casa, Minha Vida”, além de alguns outros problemas, não vem conseguindo atender esse segmento da população, em que se concentra o déficit habitacional; pelo contrário, até dificulta ainda mais seu acesso à moradia, segundo alguns diagnósticos, por gerar no mercado o efeito de aumento do preço dos terrenos…).
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Deputado do PSOL cobra de Dilma defesa dos direitos humanos
Do IG Presidente da Frente Parlamentar LGBT critica suspensão do kit anti-homofobia preparado pelo Ministério da Educação
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), presidente da Frente Parlamentar Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), cobrou da presidenta Dilma Rousseff a defesa dos direitos humanos nesta quarta-feira, logo após o anúncio da suspensão da produção e distribuição do kit anti-homofobia do Ministério da Educação. A presidenta cedeu à pressão da bancada religiosa no Congresso e decidiu suspender o material que seria distribuído a 6 mil escolas de ensino médio para combater o preconceito homofóbico.
Em nota, o também ex-BBB pergunta: “onde está a ‘defesa intransigente dos Direitos Humanos’ que a senhora prometeu quando levou sua mensagem ao Congresso?”
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
A privatização de aeroportos na mídia tradicional
Grandes jornais elogiaram em seus editoriais a privatização de aeroportos, anunciada pelo governo, sob a velha justificativa neoliberal de que o Estado não possui condições de investir ou gerir empresas estatais. Os jornais também defendem que o governo dê atrativos às empresas que adquiram os terminais aeroportuários, ou seja, alta remuneração na forma de tarifas e outras fontes.
Grandes jornais elogiaram em seus editoriais a privatização de aeroportos, anunciada pelo governo, sob a velha justificativa neoliberal de que o Estado não possui condições de investir ou gerir empresas estatais. Os jornais também defendem que o governo dê atrativos às empresas que adquiram os terminais aeroportuários, ou seja, alta remuneração na forma de tarifas e outras fontes.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Governo Dilma corta recursos da UnB para atender banqueiros
Os estudantes da UnB sofrem com a precariedade da Casa do Estudante-CEU, a falta de assistência estudantil, sérios problemas de infra-estrutura, dentre várias outras carências.Isto se deve à política econômica do governo Dilma, que corta gastos sociais para pagar a questionável dívida pública, cujos principais beneficiários são os banqueiros.
Em 2010, o governo Lula gastou 635 bilhões com juros e amortizações da dívida pública (interna e externa), uma quantia 15 vezes superior a todos os gastos com educação, que incluem todas as universidades do país – inclusive a UnB – e vários outros gastos.
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