Reforma política: qual o espaço da mulher?
Renata Albuquerque* - Publicado em Juntas!
“Será lindo que o mundo todo saiba que temos [entre nós, mulheres,] poetisas declamadoras, cientistas, escultoras pianistas, engenheiras, professoras, médicas, advogadas, e em futuro não muito distante, até constituintes”.
O trecho acima foi recolhido pela antropóloga Mariza Corrêa; foi originalmente publicado no ano de 1931, pela Revista A Esquerda¹ e nos auxilia a perceber o quão antigas são as angústias em relação à atuação da mulher na vida pública do país. A primeira mulher a fazer parte do parlamento brasileiro foi Carlota Pereira de Queirós, eleita em 1933 para ser membro da Assembléia Constituinte Nacional. Carlota era a única mulher entre 254 Deputados Federais. Hoje, em 2011, as mulheres são cerca de 9,5% do Parlamento brasileiro, apesar se sermos cerca de 50% da população do país.
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
Carta de Rose Bassuma ao PSOL
O Mundo reage à perversidade do Sistema
Cresce a crise no mundo, crescerão as multidões, que não aguentam mais as consequências da exploração de suas vidas, da perversidade do sistema que esfola as pessoas em nome da acumulação meramente material, causando aos trabalhadores um estresse profundo, um desespero, ocorrendo em vários países e também no Brasil.
Greves, repúdios às medidas de austeridade propostas pelos governos crescem nas ruas de vários países europeus e árabes, que enchem as praças de Espanha e da Grécia com manifestação de revolta contra o sistema político vigente a reboque do mercado e da lógica do capital.
O Brasil chafurda na corrupção!
A presidente Dilma afirmou que o país se democratizou ao crescer e distribuir renda, o que permitiu que 40 milhões de brasileiros saíssem das camadas mais pobres e chegassem à classe média. Mas não consegue esconder o corte de 50 bilhões de Reais no orçamento em moradia, previdência, infraestrutura, congelamento de salários dos servidores, cortes nos concursos públicos, diminuição no reajuste do salário mínimo, arrocho nos salários, aumento nas taxas de juros.
O Mundo reage à perversidade do Sistema
Cresce a crise no mundo, crescerão as multidões, que não aguentam mais as consequências da exploração de suas vidas, da perversidade do sistema que esfola as pessoas em nome da acumulação meramente material, causando aos trabalhadores um estresse profundo, um desespero, ocorrendo em vários países e também no Brasil.
Greves, repúdios às medidas de austeridade propostas pelos governos crescem nas ruas de vários países europeus e árabes, que enchem as praças de Espanha e da Grécia com manifestação de revolta contra o sistema político vigente a reboque do mercado e da lógica do capital.
O Brasil chafurda na corrupção!
A presidente Dilma afirmou que o país se democratizou ao crescer e distribuir renda, o que permitiu que 40 milhões de brasileiros saíssem das camadas mais pobres e chegassem à classe média. Mas não consegue esconder o corte de 50 bilhões de Reais no orçamento em moradia, previdência, infraestrutura, congelamento de salários dos servidores, cortes nos concursos públicos, diminuição no reajuste do salário mínimo, arrocho nos salários, aumento nas taxas de juros.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Mulheres atingidas por barragens participam de encontro nacional em Brasília
Entre os dias 4 e 7 de abril, cerca de 600 mulheres atingidas por barragens de todo o país estarão reunidas, em Brasília, para o Encontro Nacional das Mulheres – em luta por direitos e pela construção de um novo projeto energético popular. O evento, organizado pelo MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), será realizado no Parque da Cidade.
O Encontro terá o objetivo de discutir e analisar a realidade e as conseqüências da construção das barragens na vida das mulheres, traçar um plano de ação para que cada vez mais elas sejam ativas na luta e na organização e denunciar a violação dos direitos humanos das mulheres atingidas no processo de construção de barragens. Além disso, o Encontro culminará numa festa simbólica dos 20 anos de organização nacional do MAB.
O Encontro terá o objetivo de discutir e analisar a realidade e as conseqüências da construção das barragens na vida das mulheres, traçar um plano de ação para que cada vez mais elas sejam ativas na luta e na organização e denunciar a violação dos direitos humanos das mulheres atingidas no processo de construção de barragens. Além disso, o Encontro culminará numa festa simbólica dos 20 anos de organização nacional do MAB.
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