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quinta-feira, 13 de junho de 2013

O PSD é nosso inimigo!
O PSOL não compartilha palanques com Kassab e Lucas Barreto!
A política oportunista do senador Randolfe e do Prefeito Clécio Luís não possui limites.
Em Macapá eles são aliados de praticamente todos os partidos existentes defendendo os interesses dos empresários, envergonhando a militância real do partido.
Após as coligações eleitorais com lulistas e demo-tucanos, Randolfe e Clecio acabam de participar do ato de filiação de Lucas Barreto ao PSD de Gilberto Kassab.
Justamente o PSD que não sendo “oposição nem situação” pode governar tanto com Dilma quanto com Alckmin. Lucas, antes dirigente do PTB de Roberto Jefferson, é um parceiro estratégico de Randolfe e sua corrente política no Amapá. Lembremos que em 2010 Randolfe fez a campanha de Lucas para governador, pelo PTB, desrespeitando a resolução nacional do PSOL sobre o caso. Em 2012, Lucas se aliou a Clécio no segundo turno na eleição para a prefeitura, e agora faz parte de sua base na Câmara Municipal de Macapá.
Repudiamos a atitude do senador Randolfe e do Prefeito Clecio, pois elas contrariam o programa e o estatuto do PSOL, além de serem incompatíveis com os princípios mais elementares de uma organização socialista como a nossa. Exigimos que a direção nacional do Partido se pronuncie sobre o caso.
CST/PSOL – Corrente Socialista dos Trabalhadores
MES/PSOL – Movimento de Esquerda Socialista
CSOL/PSOL – Coletivo Socialismo e Liberdade
APS/PSOL – Ação Popular Socialista
TLS/PSOL – Trabalhadores na Luta Socialista
LSR/PSOL – Liberdade, Socialismo e Revolução
Enlace/PSOL
13 de Junho de 2013

terça-feira, 24 de maio de 2011

Eduardo Campos: um novo caminho para o velho precipício
Por Edilson Silva*
O PSB, partido no qual tenho pessoas de grande estima, apresentou recentemente seu programa nacional de TV. Na verdade, o programa foi a abertura da campanha nacional do pré-candidato Eduardo Campos à presidência da República. Quem assistiu percebeu o explícito mote publicitário: “um novo caminho para um novo Brasil”.
A estratégia e a tática piscaram em letras luminosas: oposição dissimulada por dentro do governo Dilma, pegando carona na popularidade de Lula, enquanto constrói na sociedade a idéia de que o PT no governo foi muito bom enquanto durou, porém já não tem mais condições de levar o barco adiante. Ele, Eduardo, seria o novo caminho, para a “peteca não cair”.