Revolta em Jirau reflete superexploração
Eduardo Sales de Lima, de Brasil de Fato
Em 15 de março, parte dos cerca de 22 mil trabalhadores da Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, levantaram-se contra as péssimas condições de trabalho em que viviam. Mais do que isso. Muitos compreenderam que o consórcio Energia Sustentável do Brasil, formado pelas empresas Camargo Corrêa, Suez e Eletro, está lucrando às custas de sua exploração.
Na ocasião, dezenas de veículos foram incendiados e algumas instalações do canteiro de obras, depredadas. Praticamente todos os alojamentos foram incendiados. As obras estão paralisadas por tempo indeterminado. Uma assembleia já havia sido marcada para o dia 27 de março. Segundo os trabalhadores, o estopim foi a agressão, por parte de um motorista da empresa que transporta os funcionários, a um operário que fora impedido de embarcar porque não possuía autorização para deixar o canteiro. A situação, então, tornou-se incontornável. Por causa da manifestação, cerca de 35 trabalhadores foram presos.
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Mais de 170 mil operários da construção civil cruzaram os braços em março, aponta Dieese
Guilherme Balza, do UOL Notícias:
Guilherme Balza, do UOL Notícias:
Uma série de greves, paralisações e revoltas operárias atingiu o setor da construção civil e chegou a algumas das principais obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) ao longo do mês de março. Levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) fornecido ao UOL Notícias aponta que cerca de 170 mil trabalhadores do setor cruzaram os braços Brasil afora (veja no pé do texto o quadro com as paralisações).
“É a maior paralisação desde as greves do ABC, em 1980. Depois das greves do Lula, nunca mais houve tantos trabalhadores parados”, afirma o deputado federal Paulinho da Força (PDT), presidente da Força Sindical, referindo-se ao movimento grevista do final dos anos 70, no qual a figura de Lula ganhou destaque.
“É a maior paralisação desde as greves do ABC, em 1980. Depois das greves do Lula, nunca mais houve tantos trabalhadores parados”, afirma o deputado federal Paulinho da Força (PDT), presidente da Força Sindical, referindo-se ao movimento grevista do final dos anos 70, no qual a figura de Lula ganhou destaque.
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segunda-feira, 28 de março de 2011
O PAC de Dilma escraviza trabalhadores em construção de hidrelétrica de Rondônia
Depois de cortar mais 50 bilhões do orçamento público da União para continuar encher a pança de rentistas, especuladores, banqueiros e corruptos. O governo Dilma experimenta em Porto Velho, o enfrentamento de trabalhadores com a miséria promovida por Dilma. Em Rondônia - Diferente do que informou a imprensa, a empresa Camargo Corrêa, e outras gatas, como chamam os trabalhadores, empresas que participam do consórcio da construção da hidrelétrica. O clima ficou tenso no canteiro de obras da Usina de Jirau, no rio Madeira, a 100 km de Porto Velho, quando milhares de trabalhadores foram abandonados pelo Sindicato da Construção Civil de Rondônia e a CUT, por ordens do Ministro da Casa Civil do Governo Dilma, o aviso foi repassada as direções pelegas pelo Sr. Gilberto Carvalho, enquanto os peões se aglomeravam na entrada da usina, em protesto, no canteiro da obra permaneciam apenas os que estavam alojados.
Depois de cortar mais 50 bilhões do orçamento público da União para continuar encher a pança de rentistas, especuladores, banqueiros e corruptos. O governo Dilma experimenta em Porto Velho, o enfrentamento de trabalhadores com a miséria promovida por Dilma. Em Rondônia - Diferente do que informou a imprensa, a empresa Camargo Corrêa, e outras gatas, como chamam os trabalhadores, empresas que participam do consórcio da construção da hidrelétrica. O clima ficou tenso no canteiro de obras da Usina de Jirau, no rio Madeira, a 100 km de Porto Velho, quando milhares de trabalhadores foram abandonados pelo Sindicato da Construção Civil de Rondônia e a CUT, por ordens do Ministro da Casa Civil do Governo Dilma, o aviso foi repassada as direções pelegas pelo Sr. Gilberto Carvalho, enquanto os peões se aglomeravam na entrada da usina, em protesto, no canteiro da obra permaneciam apenas os que estavam alojados.
Revolta dos operários na Usina de Jirau
Nota do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) sobre a revolta dos operários na Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia
Nesta semana acompanhamos a revolta dos operários na Usina Hidrelétrica de Jirau contra as empresas que controlam a barragem. Existem informações de que os mais de 15 mil operários da obra estão em situação de superexploração, com salários extremamente baixos, longas jornadas e péssimas condições de trabalho, que existe epidemia de doenças dentro da usina e não existe atendimento adequado de saúde, que o transporte dos operários é de péssima qualidade, sofrem com a falta de segurança e que mais de 4.500 operários estão ameaçados de demissão. Esta é a realidade da vida dos operários.
Nota do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) sobre a revolta dos operários na Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia
Nesta semana acompanhamos a revolta dos operários na Usina Hidrelétrica de Jirau contra as empresas que controlam a barragem. Existem informações de que os mais de 15 mil operários da obra estão em situação de superexploração, com salários extremamente baixos, longas jornadas e péssimas condições de trabalho, que existe epidemia de doenças dentro da usina e não existe atendimento adequado de saúde, que o transporte dos operários é de péssima qualidade, sofrem com a falta de segurança e que mais de 4.500 operários estão ameaçados de demissão. Esta é a realidade da vida dos operários.
segunda-feira, 21 de março de 2011
PSOL solidário aos trabalhadores de Jirau – Rio Madeira
O PSOL tem posição firme contra a privatização do território, mais ainda quando se trata da mercantilização dos seus recursos hídricos, inclusive o potencial energético de seus rios. Por isso lutou veementemente contra a privatização da bacia do Madeira e a construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau.
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