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domingo, 18 de agosto de 2013

PSOL terá candidato próprio a governador no DF?
O que acontecerá em 2014? O PSOL terá candidato próprio a governador no DF? Quem será esse candidato?
Amanhã será realizada a primeira plenária do Congresso do PSOL em Brasília. Após os levantes de junho no Brasil - que chegaram a colocar 70 mil brasilienses nas ruas, para os cerca de 20 milhões em todo Brasil, este número apurado em pesquisa da CNT- Confederação Nacional do Transporte – é um momento de definições para o Partido Socialismo e Liberdade no DF.
O Congresso é o órgão máximo do partido, em que todos os filiados têm o direito de participar do debate e decidir a política do PSOL até 2015. É o maior momento da vida interna do partido, incorrendo naquilo que os indignados chamam de democracia real. Neste modelo de democracia, qualquer filiado tem a mesma força de um deputado, senador ou presidente do partido, ou seja, cada pessoa corresponde a um voto.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

As eleições no segundo turno e o PSOL
Roberto Robaina é da Executiva Nacional do PSOL e foi candidato a Prefeito. 

Construir o PSOL tem sido apostar num projeto de política anticapitalista. Sabemos que tal projeto não é fácil. Nem queremos projetos fáceis. Temos e teremos que enfrentar todos os poderosos que comandam a política, a economia, a grande mídia. Sabemos que são os partidos que aceitam o domínio do capital que logram mais peso no aparelho do estado atual. Por isso não vamos fazer o vale tudo para ganhar espaço nesta institucionalidade dominada pela burguesia. O PT, por exemplo, quanto mais distante esteve do projeto anticapitalista que marcou seus anos iniciais mais teve poder estatal. Por isso que a eleição de Haddad não significa de verdade nenhuma vitória de esquerda, embora sempre seja bom ver o PSDB ser derrotado. Mas a vitória do PT não é a vitória do povo nem muito menos da luta anticapitalista. Maluf participando da festa da vitória de Haddad diz tudo.
Quanto ao PSOL, estamos orgulhosos da vitória que tivemos no primeiro turno, em particular com o resultado do Rio de Janeiro, mas também de muitos outros estados. O PSOL está mais vivo do que nunca. E como partido vivo estará sujeito às pressões de todo o tipo. Inclusive as pressões da burguesia. Elas já começaram e se expressaram nas eleições de Macapá, onde o PSOL ganhou a sua primeira prefeitura de capital no dia de hoje. Para quem não sabe estive entre os dirigentes do partido que não aceitaram a linha de campanha do candidato do PSOL Clécio Luis, agora eleito prefeito da cidade. Clécio defendeu uma política de alianças que considero inaceitável para o PSOL e no segundo turno chegou a ter apoio do DEM e do PTB. O senador Randolfe defendeu esta mesma linha. Assim, contraditoriamente, a primeira capital anunciada como dirigida pelo PSOL não tem a política que é amplamente majoritária entre os militantes do PSOL que não aceitam nenhuma relação de parceria com o DEM nem com o PTB. Repudiamos estes partidos e repudiamos qualquer tipo de parceria com eles. Vou trabalhar mais firme contra estas políticas e não vou poupar o prefeito eleito. O que deve ser feito deve ser discutido publicamente. A vigilância deve ser de todos.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Marcelo Freixo e a Primavera Carioca: um olhar sobre a pesquisa Datafolha
Por Israel Dutra - Sociológo e da Direção Nacional do PSOL, em Roberto Robaina 50 PSOL Prefeito

Foi divulgada a primeira pesquisa eleitoral para a prefeitura municipal do Rio de Janeiro. Parte de uma rodada nacional de enquetes, o Instituto Datafolha publicou os números acerca do Rio de Janeiro. Após um estranho silêncio de vários institutos (a última pesquisa tinha sido divulgada em dezembro de 2011), enfim, temos uma primeira sondagem de opinião, passados quinze dias do começo da campanha.