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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

PSOL encontra esquerda anticapitalista grega
Por Fundação Lauro Campos, em 18 de dezembro de 2012
 

 No dia 17 de dezembro, em São Paulo, aconteceu o encontro de delegações entre o PSOL e a Syriza- Esquerda radical grega, para discutir iniciativas e projetos comuns.  A reunião foi parte do esforço que Syriza faz de ampliar seu leque de relações internacionais, especialmente na América Latina, destino prioritário desta sua agenda. No Brasil, foram marcados encontros institucionais com Partidos, Movimentos, Centrais Sindicais, dentre esses o PSOL.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

As eleições no segundo turno e o PSOL
Roberto Robaina é da Executiva Nacional do PSOL e foi candidato a Prefeito. 

Construir o PSOL tem sido apostar num projeto de política anticapitalista. Sabemos que tal projeto não é fácil. Nem queremos projetos fáceis. Temos e teremos que enfrentar todos os poderosos que comandam a política, a economia, a grande mídia. Sabemos que são os partidos que aceitam o domínio do capital que logram mais peso no aparelho do estado atual. Por isso não vamos fazer o vale tudo para ganhar espaço nesta institucionalidade dominada pela burguesia. O PT, por exemplo, quanto mais distante esteve do projeto anticapitalista que marcou seus anos iniciais mais teve poder estatal. Por isso que a eleição de Haddad não significa de verdade nenhuma vitória de esquerda, embora sempre seja bom ver o PSDB ser derrotado. Mas a vitória do PT não é a vitória do povo nem muito menos da luta anticapitalista. Maluf participando da festa da vitória de Haddad diz tudo.
Quanto ao PSOL, estamos orgulhosos da vitória que tivemos no primeiro turno, em particular com o resultado do Rio de Janeiro, mas também de muitos outros estados. O PSOL está mais vivo do que nunca. E como partido vivo estará sujeito às pressões de todo o tipo. Inclusive as pressões da burguesia. Elas já começaram e se expressaram nas eleições de Macapá, onde o PSOL ganhou a sua primeira prefeitura de capital no dia de hoje. Para quem não sabe estive entre os dirigentes do partido que não aceitaram a linha de campanha do candidato do PSOL Clécio Luis, agora eleito prefeito da cidade. Clécio defendeu uma política de alianças que considero inaceitável para o PSOL e no segundo turno chegou a ter apoio do DEM e do PTB. O senador Randolfe defendeu esta mesma linha. Assim, contraditoriamente, a primeira capital anunciada como dirigida pelo PSOL não tem a política que é amplamente majoritária entre os militantes do PSOL que não aceitam nenhuma relação de parceria com o DEM nem com o PTB. Repudiamos estes partidos e repudiamos qualquer tipo de parceria com eles. Vou trabalhar mais firme contra estas políticas e não vou poupar o prefeito eleito. O que deve ser feito deve ser discutido publicamente. A vigilância deve ser de todos.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

PSOL confirma candidatos em Porto Alegre e diz que “PT está superado”

De Sul21

 

Ato político referenda nomes do PSOL nas eleições municipais de Porto Alegre | Foto: Ramiro Furquim/Sul21
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) confirmou neste sábado (30) a candidatura de Roberto Robaina à Prefeitura de Porto Alegre. A professora Goretti Grossi será a vice-candidata, fruto da aliança majoritária com o Partido Comunista Brasileiro (PCB). A convenção realizada na Câmara de Vereadores de Porto Alegre foi marcada por críticas às três principais candidaturas que apontam nas pesquisas eleitorais e integram a base aliada do governador Tarso Genro. Confirmada como candidata a vereadora, Luciana Genro protagonizou as críticas ao partido do pai. “O PT está superado”, disse a ex-deputada federal.

quarta-feira, 23 de maio de 2012


CPI do Cachoeira – a mensagem de celular diz tudo

Por Roberto Robaina*, em Sul21
O cinegrafista do SBT deve ganhar um prêmio. Ele deu um flagrante num dos principais líderes do PT. Provou a operação política para impedir que a CPI realize um trabalho sério e investigue o governador fluminense. Com um movimento rápido e preciso, filmou a mensagem que Cândido Vaccarezza, deputado federal do PT e ex-líder do governo Dilma na Câmara dos Deputados, enviou por celular para o governador Sérgio Cabral: “A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é nosso e nós somos teu” (sic). O PT deixava claro que iria garantir a não convocação do governador na chamada CPI do Cachoeira. Essa CPI, aliás, já tem se mostrado a CPI mais lenta dos últimos vinte anos. Não podia ser diferente: PT e PSDB têm um pacto para que tudo termine em pizza.

terça-feira, 13 de março de 2012

Nota em resposta ao camarada Rodrigo Pereira e ao Mandato do Senador Randolfe Rodrigues
 

Camaradas,
             Temos acordo com o companheiro Rodrigo, quando afirma que como “nosso partido é frágil, questões equivocadas são anunciadas como
verdade, sem mesmo antes consulta aos envolvidos”. Discordamos totalmente,
por outro lado, de que esse seja um debate “tardio” ou “equivocado”. Este debate só é considerado tardio se corroborarmos com a política do fato
consumado, que constantemente o mandato do Senador Randolfe tenta imprimir ao resto do partido (vide questões como este Estatuto de Juventude, a votação favorável ao Ato Médico, as reuniões com setores da direita do Amapá, etc.). Trata-se de um debate fundamental tanto para a juventude brasileira, quanto para a construção do nosso partido.

sábado, 3 de setembro de 2011

Marcha contra a corrupção - dia 7 de setembro
Internautas organizam marcha contra corrupção no dia 7 de setembro
Por Carolina Pimentel, Agência Brasil
Internautas estão organizando uma marcha contra a corrupção no dia 7 de setembro, quando é comemorada a independência do país. O movimento ganhou mais adeptos depois da absolvição da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), segundo a organização do protesto.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

De que lado está o PT em transgênicos e agrotóxicos?
Por Élcio Magalhães
Na contramão da luta contra os transgênicos e agrotóxicos, o deputado Candido Vaccareza, lider de governo na Câmara dos Deputados, PT-SP, tenta aprovar PL para liberar o Transgênico Terminator e acabar com a rotulagem visual do T de Transgênico nos produtos modificados, os rótulos passariam a adotar termos técnicos que desapareceriam no meio de tanta informação...

sábado, 13 de agosto de 2011

O MST muda o foco
Por Soraya Aggege, em Carta Capital
João Pedro Stedile, um dos principais líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), afirma que a concentração de terras tem crescido e que a reforma agrária clássica realmente “saiu da agenda” nacional. Resta ao MST o caminho da “reforma agrária popular”, que defende um novo modelo de desenvolvimento agrícola, o agroecológico.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Na farra dos apadrinhados, só quem perde é o PSOL
Por Izabelle Torres, de Correio Braziliense, como Câmara vota proposta que aumenta número de cargos de natureza especial

A proposta da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados que aumenta o número de cargos disponíveis para os líderes preencherem com indicações políticas deve ir hoje à votação em plenário. Na reunião de ontem, as lideranças fecharam acordo para aprovação do regime de urgência do projeto. A matéria deve encerrar a guerra dos partidos por cargos e ainda resolve o problema de legendas influentes, como PMDB, DEM e PSDB, que teriam de abrir mão de vagas de livre provimento porque encolheram em relação à legislatura anterior.
O projeto de resolução proposto pelo comando da Câmara foi o jeitinho encontrado pelo presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), de cumprir a promessa de campanha de evitar a redução de cargos políticos sem, no entanto, bancar sozinho o desgaste de criar despesas para abrigar os apadrinhados. A proposta prevê a distribuição de 57 Cargos de Natureza Especial (CNEs) entre as lideranças. Como não há previsão financeira para os gastos, que ultrapassam os R$ 3,6 milhões por ano, a saída foi remanejar vagas da estrutura administrativa e reduzir as funções pagas a servidores efetivos.
Na farra dos apadrinhados, só quem perde é o PSOL
Por Izabelle Torres, de Correio Brazilienze
A proposta da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados que aumenta o número de cargos disponíveis para os líderes preencherem com indicações políticas deve ir hoje à votação em plenário. Na reunião de ontem, as lideranças fecharam acordo para aprovação do regime de urgência do projeto. A matéria deve encerrar a guerra dos partidos por cargos e ainda resolve o problema de legendas influentes, como PMDB, DEM e PSDB, que teriam de abrir mão de vagas de livre provimento porque encolheram em relação à legislatura anterior.


O projeto de resolução proposto pelo comando da Câmara foi o jeitinho encontrado pelo presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), de cumprir a promessa de campanha de evitar a redução de cargos políticos sem, no entanto, bancar sozinho o desgaste de criar despesas para abrigar os apadrinhados. A proposta prevê a distribuição de 57 Cargos de Natureza Especial (CNEs) entre as lideranças. Como não há previsão financeira para os gastos, que ultrapassam os R$ 3,6 milhões por ano, a saída foi remanejar vagas da estrutura administrativa e reduzir as funções pagas a servidores efetivos.
A solução é tratada nos bastidores como “provisória”, pois alguns funcionários foram informados de que as funções extintas voltarão a existir quando as novas vagas forem incorporadas ao orçamento de 2012. “Vamos votar, porque todos saem ganhando. Faremos uma readequação de cargos para a distribuição ficar mais justa, sem aumentar as despesas”, disse Marco Maia.
A readequação a que Maia se refere, no entanto, não inclui a retirada de assessores de confiança das bancadas que reduziram de tamanho para repassá-los às legendas que aumentaram suas bancadas. Pelo contrário. Apesar de os números finais contidos no anexo do projeto mostrarem a extinção de algumas vagas, a quantidade de cargos de confiança aumentou para todas as siglas. Na prática, a Câmara vai fazer de conta que tirou cargos do partido que encolheu e os repassou ao que cresceu. Na verdade, a Casa vai aumentar o número de vagas disponíveis aos apadrinhados de políticos a todas as lideranças, exceto para o PSol. A legenda é a única a perder.
Resolução
A aprovação do projeto de resolução proposto pela Mesa Diretora enterra a Resolução n° 01/2007, que tratava da proporcionalidade entre o número de parlamentares nas bancadas e a quantidade de assessores disponíveis. A regra já vinha sendo descumprida desde o início do ano, pois Marco Maia não queria extinguir vagas de legendas influentes. O PMDB, por exemplo, deveria abrir mão de nada menos do que 23 cargos. Hoje com 89 CNEs disponíveis, a sigla vai ganhar quatro se a mudança for aprovada. A conta é semelhante no DEM. Atualmente com 71 vagas, a antiga norma obrigaria o partido a abrir mão de 17. Em vez disso, passará a ter 76 CNEs.
Na justificativa da proposta, a mudança e a criação das vagas resultam da constatação de que há “deficiência no número de assessores políticos à disposição da Casa e de seus titulares”. Hoje, os deputados têm disponíveis 1.168 cargos de confiança, que geram despesa anual de R$ 95 milhões aos cofres públicos.
CAPITALIZAÇÃO DO BNDES É APROVADA
A Câmara aprovou ontem a Medida Provisória n° 526/11, que capitaliza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) autorizando a União a conceder crédito de R$ 55 bilhões para aumentar sua capacidade de financiamento. As cifras que podem ser concedidas de empréstimos com juros abaixo do valor de mercado somam, agora, R$ 140 bilhões. (IT)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

ESPECIAL. Com o PT, a direita já está no poder. Por onde passam as mudanças?
Por Maurício Costa, em juventudeemluta
O que poderia ser o triste fim de um projeto outro para o país tem também seu lado oposto: há mais possibilidades da construção do novo.
Não nos falta dinheiro. Nos sobram ladrões.
Espanha, Maio de 2011
Corrupção, privatizações, agenda anti-ambiental, conservadora, pró-elitista. E nesta última semana tenho ouvido muita gente dizer: “nunca mais voto no PT”. Também pudera, as últimas ações direitosas e as negociatas do governo petista para tentar salvar – novamente – seu ministro chefe da casa civil de denúncias de corrupção, conseguiram chocar até os simpatizantes do petismo que, a despeito dos tortuosos caminhos que o partido já vinha seguindo, resistiam abnegadamente com fé cega em um partido que poucos hoje conseguem ver. O início vexatório do governo de Dilma e Antônio Palocci solapou grande parte das dúvidas que ainda persistiam sobre se a “peemedebização” do PT iniciada no governo Lula seria um caminho sem volta.

Um início para tucano nenhum botar defeito
Esse fim de maio brasileiro coroou uma sequência pesada de ações do governo de deixar qualquer pessoa de pensamento mais ou menos progressista de cabelo em pé. Para abrir os trabalhos um corte de R$ 50 bilhões no orçamento e congelamento dos concursos públicos. Depois um irrisório aumento de menos de menos de 6% do salário mínimo ao mesmo tempo do criminoso “auto-aumento” de 62% para os parlamentares (PSOL foi o único partido a votar contra). Mesmo com protestos internacionais, denúncias do ministério público e ação de diversos movimentos, a famigerada usina de Belo Monte foi liberada por Dilma.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Maio Espanhol: às portas de um novo tempo?
Por Israel Dutra
“Eles não nos deixam sonhar, não os deixaremos dormir”
A velocidade das notícias, no atual período turbulento que vive o planeta, se multiplica.

A morte de Bin Laden e a prisão de Strauss-Kahn trouxeram à tona mais incertezas no complexo cenário mundial. Contudo, um elemento novo, surpreendeu a todos. A irrupção do movimento de “indignados” em Madrid acelerou ainda mais a história. Seguido por quase 200 manifestações em todo o território espanhol, mobilizou centenas de milhares de pessoas no país. O “15-M”[alusivo a data da primeira manifestação] rompeu a apatia do calendário eleitoral espanhol. Em pleno 2011, temos um novo Maio na Europa. A juventude e o movimento dos “indignados” estão construindo uma ponte com as revoluções do mundo árabe e a luta do povo da Islândia contra os bancos e a crise. Foram manifestações que tomaram as praças centrais de Barcelona, Valencia, Granada, Sevilha, organizando acampamentos permanentes, com decisões assembleístas, atividades diárias, intervenções artísticas. Mesmo proibidos, centenas de milhares de pessoas, no dia da eleições[22 de março] desafiaram o Supremo Tribunal e tomaram as ruas de todo o país. Uma semana em que a Espanha respirou sua nova primavera política.

domingo, 22 de maio de 2011

CONTRA A CORRUPÇÃO. TEMOS VERGONHA NA CARA E EXIGIMOS PUNIÇÃO!
Por Marcela Moreira – ex-vereadora do PSOL
 
Sinto-me com a alma lavada. Será que a justiça será feita neste país? Será que ela chegou à Campinas?
Faz 6 anos que denuncio a corrupção em Campinas, nado contra a corrente, enquanto quase tod@s bajulavam esta prefeitura, seja para fazer parte da farra, seja para pegar as migalhas que caem do banquete farto do desvio do dinheiro dinheiro público. Eu não, estava lá denuciando, protocolando denúncia junto ao MP, fazendo ato na frente da prefeitura, com pouc@s. Alguns me viam e diziam “deixa disso, não vai dar em nada”.  É, deu, a casa caiu e, hoje, tenho uma das melhores notícas de minha vida: a Corregedoria da Polícia Civil e promotores públicos estaduais cercaram a prefeitura e querem prender integrantes de maior calibre e de mais alta esfera da “quadrilha” que tomou conta prefeitura municipal de Campinas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Urgência para destruição da natureza: interesses econômicos e políticos por trás do Novo Código Florestal
http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/13-5-2011.jpgA Agência Câmara noticia a aprovação do regime de urgência da votação do projeto do Novo Código Florestal, que privilegia a grande agricultura de exportação, aprofundando a depredação ambiental e o modelo primário-exportador. Este modelo serve ao acúmulo de reservas internacionais, para comprar a credibilidade dos rentistas da dívida externa e interna.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Reforma Política: dando nomes aos bodes
Por Milton Temer - jornalista e Diretor Técnico da Fundação Lauro Campos
 
Os principais colunistas políticos do Globo entraram pesado, nesta semana, na pauta da Reforma Política. E, como era de se esperar, entraram para atender ao senso comum, conservador e reacionário.
Atacam por duas vias: referem-se à baixa qualidade crescente dos representantes nas chamadas instituições republicanas, o que não é novidade, mas sem ir à raiz das causas dessa degradação do sistema, a não ser por rápidas pinceladas em seus aspectos mais óbvios. E se limitam à discussão simplista de um famigerado conceito "distritão", puro, ou mesclado com uma parcela de votos proporcionais, sem corrigir suas distorções.